INTRUDER 125

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Avaliações dos usuários

5 avaliações com 5-7 estrelas
46 avaliações
 
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8.4
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(Atualizado: 10 de Setembro de 2012)
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Consumo
 
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6.0
Há menos de 30 dias troquei minha 2008 por uma fabricação 2012 / modelo 2013, zero km. A minha anterior também foi 0km, rodei 50 mil km com ela.

[J. Toledo da Amazônia] A fábrica atrasou minha entrega em vários dias e quando recebi veio sem pré cadastro no detran (não pude fazer a documentação imediatamente, fiquei correndo o risco de tê-la apreendida), pra quem usa a moto no mínio por 35km/dia, é duro. A concessionária é boa de migués, daí não cheguei a arrumar briga com eles. O suporte da fábrica é absolutamente horrível, o pronto atendimento do sus sem médico e nem funcionários, dá de 10 à zero neles. Mandei e-mails p/ o atendimento da JTA ([email protected]) com a reclamação, mas para eu conseguir receber pelo menos minimalista respostinha cretina "Estamos trabalhando no seu caso em conjunto com a concessionária e blablabla", tive que fazer um post no Reclame Aqui.

É uma empresa que despreza seus clientes, os quais, teoricamente, devem ser os que fornecem dinheiro para mantê-la funcionando, não? Prova desse descaso, é a resposta da JTA que consta no artigo recente, 03/09/2012, aqui no Moto Online sobre a Intruder 125, no qual a JTA "se reserva ao direito de não responder as reclamações dos clientes", pois somos subjetivos em relação aos problemas que tivemos com os produtos que compramos deles. Além disso, minha reclamação postada no Reclame Aqui, um site grande que muitos consultam a fim de pesquisa antes das compras, consta ainda como aberta, sendo que meu problema já está resolvido, o bendito pré cadastro já foi feito, mas realmente não estão nem aí com a imagem deles (cabe a empresa responder a minha reclamação e eu dar como encerrada ou não).

Enfim, desculpe todo meu ódio à essa empresa, vamos à moto, vou focar na comparação entre a 2013 que comprei agora, com a minha anterior, 2008:

[Encômodo c/ o freio dianteiro] Os freios dianteiros continuam raspando quando andam, ninguém sabe resolver. Na antiga justificavam que era a falta dos furos no disco, sem eles a pastilha ficava suja e fazia barulho. Podia até ser, quando eu limpava o barulho parava, mas agora com os benditos furos, o barulho aumentou. Já levei na revisão de mil km e saiu como entrou. Não voltei pra reclamar que eu sei que vou me estressar à toa. Bendito seja a comunidade do fórum do motonline que me ajuda a resolver meus problemas.

[Consumo] O consumo melhorou um pouquinho, de 39km/l para 42km/l na cidade+estrada. Na estrada apenas, ainda não medi com precisão, parece que faz alguns km a menos. Não sei como o pessoal consegue fazer ela render mais na rodovia, para eu mantê-la a 80km/h no trecho urbano aqui da Rondon, preciso mantê-la à aprox. 7,5mil rpm, ela vai gritando e pedindo arrego: nhénhénhénhénhénhé. A minha antiga, 2008, com o 1cv de potência à mais e com pinhão 16 (o original é 14), eu mantinha 80km/h em torno de 6,5 mil rpm, a moto gritava bem menos.

[Design] O novo logo no tanque ficou muito legal, mas creio que é possível comprar a parte e colocar na antigas. O painel, como já citei, ficou muito sport, na hora de comprar não achei tanto, mas com o passar do tempo andando com ela, me sinto montado numa yes. O sensor de combustível não é linear, quando encho o tanque, o ponteiro vai pra depois da letra 'F' no indicador, pra ele percorrer a letra F inteira, leva uns 120km, mas a linha que vem em seguida, que é muito maior que o F, leva só uns 60, 70km. Isso não atrapalha em nada na prática, mas são detalhesinhos que parece que comprei uma moto made in china. Outra coisa que não parecia tão diferente antes de eu comprar, é o escapamento, apesar da excelente e necessária proteção contra queimaduras, o escapamento está preto, o antigo era cromado, mais um ponto pra minha moto anterior.

[Conforto] O banco parece que ficou mais confortável, mas não posso afirmar com certeza, pode ser apenas os amortecedores novos que me causam essa impressão. Os botões ficaram mais ergonômicos, o afogador veio para o guidão, mas eu não sentia necessidade de nada disso, no máximo a seta que era dura e o sinal de luz alta que não tinha.

[Desempenho] Na minha 2008 eu trocava marcha nos 3 mil rpm, agora se eu trocar com menos de 5 mil, a moto quase estaciona, tenho que ficar esticando marcha, ainda bem que o consumo não piorou por causa disso, se não eu já tinha posto a moto à venda! Sim, o peso em cima da moto continua o mesmo: eu, 85kg + patroa 50kg = 135kg.
Nas subidas é notável a diminuição do desempenho, na minha antiga com o pinhão 16, que teoricamente perderia em arranque em relação ao original 14, eu conseguia subir com menos esforço. Eu preciso reduzir marcha, enrolar a manopla e ainda sim a resposta demora; não era assim com a minha antiga.

[Segurança] O foco do farol da 2013 melhorou muuito em relação à minha 2008. Durante a fase de amaciamento eu não podia ir pela estrada pela limitação dos 5 mil rpm durante os primeiros 800km, pra sair e chegar em casa eu tinha que utilizar umas "quebradas" que não tem iluminação, o farol da minha 2008 deixava muito a desejar, ficava muito receoso em andar por aquele caminho, mas o farol alto dessa nova me dá visão de longe, posso mudar o caminho a tempo se eu desconfiar de algo a frente.
A buzina parece mais baixa, pelo menos aos ouvidos de quem está em cima da moto. Aquela buzinadinha rápida (bi-bi) a alguns metros de um carro com motorista distraído, pra alertá-lo que você está ali, parece que está menos eficiente.

[Rede autorizada] Com a falta de inovação da JTA, tem concessionária fechando de repente. Eu estava indo na que eu tinha comprado a minha 2008, Aguiar Motos - Bauru - pra especular a troca pela 2013, quando cheguei lá, tinha uma placa de "Aluga-se", alguns dias antes eu tinha feito compra na oficina de lá. No fim troquei na concessionária Sotebra, o gerente de lá me disse que eles também foram supreendidos pelo fechamento repentino da concorrente, tinham vários clientes com revisão de mil km a fazer e não sabiam onde ir. Essa concessionária, a única Suzuki sobrevivente de Bauru, tem foco principal nas de alta cilindrada, como eles são os únicos, não devem fechar as portas assim de repente também, mas fico com medo de eu ficar a ver navios, como uma Sundown.

[Meu veredito] Eu defendia essa motinha com unhas e dentes, mas, com infelicidade, eu não recomendo mais pra ninguém, pelo menos o modelo 2013.
Tem alguns pontos positivos na nova sim, mas eu devia ter comprado essas peças à parte e ter trocado somente eles, não a moto toda e recomendo isso a quem estiver pensando em trocar pelo modelo atual.

Se você está com dinheiro e pensando em comprar sua primeira Intruder 2013 0km, recomendo economizar a grana ou pesquisar uma alternativa. Eu cheguei especular a Mirage 150 da kasinski, mas fiquei com medo de encontrar uma placa de aluga-se na única e pequena concessionária aqui em Bauru quando eu precisasse de peças.

Não sei se eu deveria ter dito tudo isso... é capaz de eu colocar a minha à venda e o futuro comprador ler isso daqui e desistir de comprar! rrsrs

Um conselho pra JTA, principalmente aos responsáveis pelo relacionamento com os clientes e pelas novidades nas motos pequenas: abre o Word, escolhe uma fonte bem grande e chamativa e imprime a frase "PASSA-SE O PONTO" num papel bem grande e cola na frente da fábrica, escritório, sei lá...
Ou, quem sabe pra nossa sorte, dá uma crise nessa JTA, ela fali e conseguimos um novo representante da Suzuki no Brasil, que nos trate com respeito e seja inovador.
Não recomendo.
Prós
Melhorou o foco do farol (2013 em comparação à minha anterior 2008); Melhorou o consumo (de 39 p/ 42 km/l na cidade+rodovia); Banco aparentemente está mais confortável; Indicador de combustível (apesar de ser "desregulado"); Proteção contra queimaduras no escapamento, porém ele deixou de ser cromado.
Contras
A fabricante (J. Toledo da Amazônia); Perda de 1 cv de na potência; Painel novo ficou muito sport, principalmente o indicador "digital" de marcha (comparando à minha anterior 2008); Os retrovisores não pederam o estilo, mas o campo de visão, em comparação aos redondos (tampa de panela), ficou menor; Freio dianteiro continua fazendo barulho (raspagem ao andar e vibração ao frear) e as concessionárias continuam não sabendo arrumar; A buzina parece que está mais baixa, não consigo alertar algum distraído à distância; O escapamento não é mais cromado, ele é preto e apenas a proteção é cromada, mais uma coisa que achei que ficou sport, parece que pegaram peças da yes e colocaram nela.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
2.000 Km
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Avaliação Geral
 
5.0
Satisfação Geral
 
5.0
Visual
 
5.0
Conforto
 
9.0
Performance
 
8.0
Dirigibilidade
 
10.0
Consumo
 
8.0
Custo x Benefício
 
8.0
Se você comprar uma Intruder 125, tenha em mente que você vai casar com a moto, porque para revender depois é um parto, ninguém quer a sua moto, nem mesmo as concessionárias Suzuki. Todo mundo vai desvalorizar a sua moto, por mais conservada que esteja.
Comprei a minha de um colega, com 15.000km e atualmente ela está com 26.000km.
É uma moto valente, apesar de possuí-la há três anos para lazer e residindo no interior, já fui para São Paulo-Capital umas 6 vezes (distância de 600km ida e volta), portanto, conheço bem a moto.
É confortável, econômica e resistente.
Quanto a parte elétrica, sempre apresenta um probleminha aqui e alí, coisas simples, mas que te toma um certo tempo, como por exemplo, queima de lâmpadas (principalmente a traseira) e gasto excessível de bateria. Não recomendo pilotar a noite, porque o farol é muito fraco, principalmente em rodovias.
Quanto a parte mecânica, a minha moto por exemplo, na rodovia quando chego perto dos 100 km/h, o motor começa a falhar e quando paro a moto, como por exemplo para abastecer, fica difícil de ligar a moto novamente, devido a alta temperatura do motor. Tenho que tentar uma três ou quatro vezes. Já mandei limpar o carburador, troquei a vela, bateria, mas essas falhas ainda persistem e se eu continuar insistindo, vou gastar mais dinheiro, até que o mecânico descubra o defeito. Sempre faço as manutenções regulares: troca de óleo, filtro, relação, freios e pneus.
Câmbio: Nunca deu problema.
Já tentei vendê-la uma vez e não consegui. Ficou três meses em uma concessionária Suzuki na minha cidade que depois acabou fechando. Agora estou tentando vender a moto novamente, para comprar uma 150cc. Pelo jeito, não vou conseguir sair da marca, porque somente algumas concessionárias Suzuki é que estão aceitando ficar com a minha moto a base de troca, mas pagam 40% a menos do que ela vale.
Portanto, devido a esses problemas eu não recomendo uma Intruder.

Não recomendo.
Prós
Valente e confortável
Contras
Valor de revenda muito baixo.
Sempre apresenta um probleminha aqui e ali, fazendo com que você perca a confiança na moto e marca.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2006
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
26.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Avaliação Geral
 
6.0
Satisfação Geral
 
6.0
Visual
 
6.0
Conforto
 
4.0
Performance
 
5.0
Dirigibilidade
 
6.0
Consumo
 
9.0
Custo x Benefício
 
4.0
SE ARREMPEDIMENTO MATASSE EU JÁ ESTARIA MORTO ! NUNCA MAIS QUERO UMA SUZUKI. AINDA BEM QUE TIVE ESTA EXPERIÊNCIA EU IRIA COMPRAR UMA SUZUKI 1500 CC, DEPOIS DESTA CONVIVÊNCIA VOU COMPRAR UMA DRAG STAR 650 E SER FELIZ !
Não recomendo.
Prós
Bem economica. Ladrão não quer roubar.
Contras
Manutenção de difícil acesso (As peças de manutenção são CARÍSSIMAS, uma lanterna passa dos R$ 50,00, quando o cubo da roda traseira deu defeito, a EGO MOTOS DE NITEROI me cobrou R$ 760,00 por uma roda nova sendo que comprei na internet uma semi-nova por apenas R$150,00,; A minha deu defeito , assim que saiu da EGO Motos, na caixa de marcha e parte elétrica. Não passa dos 100 KM, muito leve, o vento te joga p fora da pista. peças muito cara!

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2008
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
30.000 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Alto
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Avaliação Geral
 
5.0
Satisfação Geral
 
5.0
Visual
 
8.0
Conforto
 
1.0
Performance
 
1.0
Dirigibilidade
 
5.0
Consumo
 
3.0
Custo x Benefício
 
3.0
se vc quer comprar uma não se espante se alguem te ultrapasar e faser um sinal para vc ir para o acostamento
Não recomendo.
Prós
o nome ,
Contras
vamos la então.... moto dura extremamente desconfortavel velocidade final muito baixa : max em rodovia de ....85 km/h . motor sem potencia : perde força nas subidas das rodovias explico vc vem na maxima dela : 85 por hora em rodovia encontra uma subida ou um morrinho e o que acontece? a moto pede marcha ( pra baixo, pede para reduzir marcha, detalhe piloto sosinho com peso de 70 kilos. pecas caras , so compra quem é fã da marca e não pode comprar uma melhor. comprei em fevereiro de 1998 vendi em 2010. para comprar uma kansas

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
1998
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
11.000 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Alto
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Avaliação Geral
 
5.0
Satisfação Geral
 
5.0
Visual
 
6.0
Conforto
 
1.0
Performance
 
1.0
Dirigibilidade
 
7.0
Consumo
 
3.0
Custo x Benefício
 
3.0
prefiro a dafra kansas e a mirage 150
Não recomendo.
Prós
é uma susuki, visual retro,
Contras
baixa potencia perde velocidade em subidas, velocidade final baixa apenas 85 km ( não recomendo viagens em rodovias ou vias exprexas) bancos e suspençao duras ) rodei por dois anos com a minha e o que digo e verdade,

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2008
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
12.000 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Alto
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