Análises escritas por Juan Chemello

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Juan Chemello Analisado por Juan Chemello    16 de Agosto de 2015
Analista Top 50  -  

Eu tenho como preferencia motos mais baixas, tive uma CB 300 e a XRE é muito superior, ela muito ágil e tem uma desenvoltura excepcional no transito, e não faz feio em rodovias, suspensões dela pra mim são o ponto forte, a primeira vista é eu pensei que fosse uma moto pouco desenvolta e que iria ter dificuldades com ela, mas a primeira volta a impressão mudou na hora, ela é muito rápida de curvas e firme, a suspensão consegue ser macia e ao mesmo tempo rígida e progressiva em uma tocada mais forte realmente fiquei encantado como nunca fiquei antes, como uma moto trail ela permite dois tipos de pilotagem tanto no pendulo como no estilo motard, o banco acolhe bem o piloto e o garupa louva os seus pela suspensão realmente destaco isso...
A agilidade que comentei também é excepcional, e ela quase não cansa de ser pilotada, um ponto realmente que a Honda melhorou 100% foi a embreagem dela, o antigo motor 250 qual eu estou muito familiarizado a embreagem era algo que deixava um pouquinho a desejar, não que era ruim mais é notável que na 300 foi aperfeiçoado, por exemplo em uma arrancada de farol não existe aquele deslize até engrenar o acoplamento é instantâneo e a durabilidade é muito maior, minhas Twister sempre com 30 ou 40 mil km já era necessário uma troca de discos a XRE atualmente está com 116.000 km e agora está apresentando os típicos sintomas de desgaste.
O consumo é algo que me agrada e desagrada, em uma tocada mais tranquila chega a fazer os mesmo 27/28 km da CB 300 porem se torcer o cabo o consumo cai consideravelmente algo a ser considerado pelo tanque ser muito pequeno apenas 12 lts, lembrando que na Flex ele teve a capacidade aumentada e teve um outro problema corrigido, o para-lamas inferior na primeira versão é muito curto o que faz a água ou lama serem lancadas com precisão matemática no rosto do condutor.
E como na CB 300 o que deixa um pouco a desejar é a constante regulagem de válvulas um serviço caro que é exigido com frequência, caso o contrario o cabeçote trinca o que aconteceu com essa aos 105 mil km.
No resumo é uma moto excelente, com ótimos predicados, eu que sou fã das baixinhas me rendi aos encantos da XRE pelo conjunto excepcional, torque agilidade e consumo, uma coisa que alguns podem se sentir incomodados é o barulho dos pneus, apesar que são poucos pneus desse tipo que não fazem barulho.

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Juan Chemello Analisado por Juan Chemello    16 de Agosto de 2015
Analista Top 50  -  

Tive uma XTZ 125K por um ano, no tempo que fiquei com ela o que da pra destacar é o conjunto ciclístico, parece que sobra ciclística pro motor, ela é o tipo de moto que vc sobe e ja domina, muito leve e fácil de conduzir, tem um bom consumo as suspensões são muito boas dentro da cidade e na terra está ultima ela realmente se destaca muito, parece até outra moto.
O conforto dela é um pouco prejudicado pela característica da moto uma pura trail, o banco estreito cansa e machuca caso pilote por muito tempo, as suspensões como disse absorvem bem as irregularidades do asfalto, uma característica positiva e ao mesmo tempo negativa pra mim é o motor, ele é extremamente suave quase isento de vibrações, e com um consumo bem contido, porem é muito mas muito fraco, desempenho abaixo da Biz 125 ou CG 125, viajar com ela é um tanto perigoso pela falta de potencia, uma coisa que merece cuidado são as pedaleiras e o pedal de partida as pedaleiras na versão trail nao são revestidas de borracha o que acabam bom tenis e sapatos assim como o pedal de partida.
Manutenção dela é bem tranquila e barata também, nada a destacar nesse quesito, peças na autorizada não são caras e em qualquer moto pecas tem cabos, vela, e outras peças de reposição, na manutenção o que realmente me incomodou foi a dificuldade de ajuste do carburador, não vejo esses carburadores Mikuni que equipam as 125 YBR, Yes, Intruder e a XTZ com bons olhos, entopem com muita facilidade e a regulagem é um desafio tbm.
Resumindo a vida na cidade e na terra são tranquilas ma terra então ela se transforma realmente me surpreendi em uma trilha leve com a desenvoltura dela, a durabilidade e confiabilidade é outro ponto vendi a minha com 252.000km é uma excelente pra quem está começando e a cor azul tipica Yamaha é bem bonita fora que não é visada.

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Juan Chemello Analisado por Juan Chemello    16 de Agosto de 2015
Analista Top 50  -  

Tive uma CB 300R 2012 por um mês e meio como rodo bastante deu pra sentir todos os pros e contras dela, eu comprei ela usada porem a quilometragem está baixa e a moto em excelente estado, como tive 3 Twister tomei como base a comparação inevitável, o que me chamou muita atenção foi o consumo comparado com a Twister ale do tanque contar com 1,5 lts a mais ela andando tranquilamente faz 28km/l o que é excelente, fazia 410km com um tanque até entrar na reserva aonde tiravam mais uns 80/90 km, pra mim era o ponto alto, em conjunto com o bom torque e agilidade na cidade, este é o ponto alto da moto sem duvida.
Os detalhes que me desagradaram foi o conforto, é uma coisa que levo em consideração pois rodo muito, para meu trabalho não virar tortura a moto tem que ser um pouco confortável, e a CB 300 não é a suspensão é extremamente dura toda e qualquer imperfeição do asfalto é transmitida pro piloto, outro detalhe ainda de conforto pelo fato do banco terminar numa posição abaixo do tanque (ele não sobe em uma parte do tanque como a Twister) no caso de pegar um buraco eu bati varias vezes o saco no tanque coisa de ver estrelas, um terror isso...
Questão de desempenho ela até me agradou pelo fato de ser um motor a ar, o motor na estrada roda mais tranquilo que o da Twister, ela a 100km/h na 5ª está a 6 mil rpm enquanto a Twister na 6ª está a 7 mil rpm, uma coisa que ninguém entende pois falam que o motor da Twister fica mais tranquilo na estrada e na pratica não é o que acontece, o que realmente acontece é o que o motor da CB 300 termina antes do da Twister, outro ponto que melhorou foi o disco traseiro, a Twister qualquer freada mais forte a traseira vinha parar de lado e o disco permite uma modulação muito melhor do pedal.
Tem outros pontos negativos que posso até parecer chato, mas regular válvulas o tempo todo em um motor com calco é muito ruim alem de ser caro, custa em media 300 reais o serviço e quando não feito é o que todo mundo já conhece trincas no cabeçote, dificuldade de partida, não segura marcha lenta e etc... outros pecados pra mim é o painel na chuva acumula água na moldura e que tem bordas altas e atrapalha a visualização do odômetro, ainda na chuva ela esfria e o zumbido da bomba de combustível fica irritantemente alto e o desempenho caiu um pouco.
No resumo é isso, uma zero acho meio salgado o valor, uma usada em bom estado acho até valido por questão da agilidade e consumo contido andando tranquilamente, mas é necessário ficar de olho no problema cronico do cabeçote pois é realmente uma dor de cabeça ter que ficar pastilhando as válvulas.

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Juan Chemello Analisado por Juan Chemello    16 de Agosto de 2015
Analista Top 50  -  

Minha primeira moto foi uma Twister amarela 2007 não peguei zera mais comprei quando saiu de linha ela era de uma moça e está em estado de zero, minha terceira e quartas motos também foram Twister, apesar de ter saído de linha a um bom tempo ainda gosto muito dela, é uma moto que te prepara para motos maiores devido a posição de pilotagem, pneus e suspensão.
Questão de visual pra mim até hoje é linda aquele retro moderno e o painel um bonito de manha e maravilhoso a noite, pra mim ela ainda é uma boa compra pelo preço se pegar uma em bom estado vale muito a pena, ela é muito confiável quase não apresenta problemas.
Os aspectos positivos pra mim ficam por conta da estabilidade tanto na cidade, na estrada e em curvas apesar de um pouco lenta na entrada ela contorna bem e tem uma boa saída, o comportamento em geral é muito bom, manutenção dela é fácil boa disponibilidade de peças até hoje, vai bem na cidade.
Os principais negativos ficam por conta do consumo, próximo da CB 500 que tem mais que o dobro de potencia e dois cilindros, se comparar a maneabilidade em transito pesado com a CB 300 ela deixa um pouco a desejar pela frente nitidamente com sensação de peso, o que na estrada é bom na cidade com transito atrapalha um pouco o cambio de 6 marchas e aliado ao carburador a vácuo cansam um pouco pois o motor não rende em baixas rotações e a sexta na estrada não tem força pra empurrar a moto e a quinta passa da faixa útil de torque.
No resumo se comparar com a sucessora o que é quase inevitável ela leva vantagem no custo beneficio apesar de não ser nova e usar carburador a mecânica é mais confiável, na estrada a estabilidade é nitidamente melhor que a CB 300, nao que a CB seja ruim mais ela sente ventos laterais e chacoalha nas curvas de alta, acredito que seja pela alteração na dianteira do quadro e alongamento da balança talvez por isso a 300 seja mais agil na cidade, mas é uma moto divertida responde depois de 5 mil rpm e tem um motor bem suave, e com preço de 150...

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Juan Chemello Analisado por Juan Chemello    16 de Agosto de 2015
Analista Top 50  -  

Minhas motos sempre são muito exigidas, pois pego muitas rodovias, cidade sempre com transito carregado, ando com garupa roda em media 150/300km por dia, comprei minha segunda CB 500 em Março/2015, e o que falar é uma moto excepcional, sempre tem motor, extremamente ágil no transito nem parece que tem o peso que tem, motor de dois caráteres em baixa mais dócil acima de 7000rpm vem a disparada, pra mim ela ainda é uma excelente compra dependendo do estado de conservação vendo que a primeira que veio para o Brasil tem 17 anos, o consumo andando tranquilamente trocando entre 4 e 5 mil rpm fica na casa de 20/21km/l pode parecer baixa a rotação mas a 80km/h o motor está a 4 mil rpm então ele tem uma boa folga. A posição de pilotagem causa impressão que ela pode ser desconfortável (mas não é inclusive foi a moto mais confortável que já andei), pois o guidão é mais baixo e estreito que uma Twister por exemplo, o banco lembra mais um sofá já rodei das 6:30 da manha as 21:00 sem cansar.
Suspensão traseira é algo que todos questionam, pra mim nunca tomei susto e nunca me incomodou e costumo deitar bastante nas curvas em alta velocidade, a situação muda com garupa ai ela balança bastante em curvas e final de curso o tempo todo e se o carona pesar mais de 80kg é necessário tomar bastante cuidado com buracos e lombadas.
Uma outra coisa que atrapalha um pouco a vida é a manutenção, as peças originais a grande maioria sao importadas da Italia e por isso seu preço final das autorizadas seja caríssimo, exemplo meu conta giros parou de funcionar fui consultar o valor na concessionaria e custa 1800 reais, no fim com esses preços é necessário recorrer a peças paralelas ou usadas em bom estado. Mas a fama de moto que não da problema se faz, como todas as motos ela tem seus defeitinhos, como por exemplo regulador de voltagem uma hora ou outra da problema, o tensor da corrente de comando a mola perde a tensão e o famoso barulho da campana de embreagem, com exceção da campana de embreagem são coisas bem fáceis de resolver, a campana tem alguns lugares que recondicionam o que é a melhor opção porque a original o preço é estratosférico.
A outras questões que acho pouco relevante como marcador de combustível, geralmente marco pelo odômetro parcial e a reserva pela torneira nunca fiquei sem combustível na rua. os pneu tem gente que acha que o original é 150/70 mas é 130/80, e está bem dimensionado pra ela, as pessoas tem costume de querer procurar pelo em ovo.
Bom minhas considerações finais é que apesar de originalmente ter sido lancada em 1993 ela ainda é bem atual no quesito ciclista e motor da pra fazer um passeio com a turma das 4 cilindros e não passar tanto sufoco, recentemente a Honda lançou a familia 500 com outro proprosito de uso mas acho que deveria ter mantido uma semelhança no comportamento de motor principalmente, mas enfim se está interessado em uma é só verificar integridade do motor e sistema de arrefecimento que ela é pura diversão..

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