Análises escritas por Alexandre Taniguchi

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Esportivas
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
10.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Alexandre Taniguchi Analisado por Alexandre Taniguchi    12 de Junho de 2014
Analista Top 1000  -  

Como motociclista há mais de 25 anos, não me influencio por gente que fala que tal marca é uma porcaria, ou que determinada moto é um lixo. Isso é papo de quem não sabe nada de motocicleta. A CBR é uma moto que foi muito atacada porque chegou depois que o mercado já havia assimilado outros modelos, como Ninja e Comet. Ou seja: terreno minado. E muita gente criticou o fato da moto ter moto monocilíndrico, mas nenhum dos críticos foi verificar que esse é um motor 100% novo (o da Ninja é da década de 90; o da Comet é um pouco mais antigo, só foram atualizados). O motor da CBR tem 17 patentes diferentes da Honda, sendo pioneiro em muitos aspectos, tanto é que enfrenta motores bicilindricos e vence no torque, na retomada e na facilidade de uso, além de garantir uma excelente economia. É uma moto muito agradável de pilotar, ágil, rápida e segura. Sou fã da CBR 250 e, com relação à velocidade final, se for pra eu andar a 180 km/h, oras, compro uma moto maior. Recomendo!

Eu recomendo!
Prós
Acabamento de altíssimo nível, deixa as concorrentes da mesma categoria no chinelo. Painel, comandos, qualidade da pintura, detalhes em geral, no mesmo nível de motos de categoria superior. Desempenho excelente para um motor de 250 cc, além de oferecer uma economia maior até do que motos de menor cilindrada. Com ela é fácil fazer 28 km/lt a 120 km/h na estrada. Motor liso, quase não vibra, principalmente em alta rotação, bom torque que facilita uso na cidade (não tem que ficar cambiando como na Ninja, que tem que fazer o motor gritar pra conseguir alguma resposta), além de uma velocidade final acima de 160 km/h que considero muito bom para o tamanho de seu motor. E dá pra levar uma acompanhante na garupa sem problemas. Além de linda, essa moto possui um farol espetacular, é melhor do que o do meu Gol G5. E o fato de ser monocilindríca não é problema, a futura Triumph 250 é mono, as KT 200 e 390 são mono, e a Kawasaki vai lançar uma Z 250 mono...isso mostra que esse tipo de motor pode ser top também, com certeza!
Contras
Poucas coisas merecem crítica nessa moto. A lanterna traseira podia ser led, os números do painel digital são meio pequenos, e os suportes das manetes não deveriam ter um ressalto pra encaixe de retrovisores (cobertos por um plástico). E a tampa de combustível podia ser articulada.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
5.500 Km
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