Análises escritas por Vanitas

2 resultados - mostrando 1 - 2
 
Scooter/Cub
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
6.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Vanitas Analisado por Vanitas    07 de Agosto de 2013
Analista Top 500  -  

Excelente opção para quem quer dar um pé no traseiro de ônibus, muito estilosa, chama a atenção por onde passa, principalmente por causa da cinquentinhas chinesas. O visual clássico e limpo também é muito atrativo, ela tem apenas o necessário para rodar. Não me arrependo de ter tido uma, que rodava tão bem que tentaram roubar quatro vezes, na quinta conseguiram. Dois meses após o roubo, comprei uma Jonny Hype 50cc, rodava bem, mas sentia falta do meu Cavalo de Aço. Hoje tenho uma Suzuki Intruder 250cc, mas assim que puder monto outra Caloizinha...

Eu recomendo!
Prós
Mecânica fácil e barata, fácil personalização, fácil adaptação de peças, ágil. Não tenho do que reclamar nestes aspectos. Pode-se colocar carburador da jurássica Walk-machine, penus birrados ou balões, rodas paleta ou raiadas, encontra-se blocos de 50cc, 60cc ou 75cc, escapamentos laterais e esportivos. Fácil de melhorar o desempenho, A minha dava 90 km/h com facilidade levando 120 kg (eu= 60 kg + a patroa= 50 kg + ferramentas= 10 kg), sou montador de móveis e atendia Feira de Santana/BA e região. Estiquei uma vez para Pé de Serra de Morro do Curral, em Serra Preta/BA, deu 72 km +/-, fez sem decepcionar. Por não ter carenagens, não sofre muita turbulência na estrada, e os mecânicos não reclamam de mexer (o que não acontece com scooters, quando mexem, cobram caro). Com bloco de 75cc rebaixado e pistão cortado, deixa qualquer Biz 100cc pra trás na saída.
Contras
Muito visada por sacizeiro descarado, pinos de embreagem desgastam rápido demas, posição de pilotagem desconfortável para longos deslocamentos (sofri na viagem descrita acima, a patroa xingou até minha décima geração), se não proteger a vela em dia de chuva, ela molha e para. Por causa da vibração do motor, os cachimbos de plásticos não duram nada, tem que usar de borracha, que esquenta e derrete, então tem que reforçar com fita isolante anti-chama. Capacidade de iluminação precária por usar apenas CDI, baixa autonomia de combustível.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
1980
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
18.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Custom
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
10.0
Performance 
 
10.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Vanitas Analisado por Vanitas    30 de Julho de 2013
Atualizado pela última vez: 30 de Julho de 2013
Analista Top 500  -  

Com uma boa customizada, vira uma lenda. Pretendo alongar o quadro da minha, alongar a balança, aumentar o ângulo de inclinação das bengalas (se precisar, também vou alonga-las). Para quem curte sugestão, trocar o pneu traseiro pelo Route da Pirelli (é o mesmo da Shadow, porém aro 16) é uma boa pedida, dá um visual traseiro totalmente rebelde à moto, aumenta o conforto e melhora o jogo de inclinação da moto. Vou trocar o banco por acentos individuais, sendo o do carona removível e o do piloto rebaixado, instalar o comando avançado, trocar o guidon e o tanque por um maior e mais robusto. Como já havia mencionado, vou trocar o cano de escapamento pelos canos duplos com corte em 45º para fora. Assim que o fizer, postarei as fotos aqui.

Eu recomendo!
Prós
Apesar de ser um defeito estético em motos custom, a curta distância entre eixos te dá uma mobilidade estupenda no trânsito. É confortável, tanto com uma como com duas pessoas, macia, a posição dos braços na pilotagem é melhor do que modelos mais populares. Se esticar o acelerador e distrair, a moto te prega uma peça, é rebelde: você estica, ela responde. Pode ter tanto peças como acessórios substituíveis, facilitando a manutenção e customização. Não é uma moto visada, muitos não a acham bonita, então isso te dá uma segurança maior. O painel é simples, agregando charme ao estilo retrô, e o fato de possuir apenas um carburador facilita a regulagem, melhorando a resposta e barateando a manutenção. A fiação principal passa pela cumbuca do farol, facilitando o acesso e manutenção. Só usa juntas até o cabeçote, daí para cima usa eliminador de juntas, barateando a manutenção aí também, podendo ser feita pelo próprio dono.
Contras
Para a estrada, a curta distância entre eixos é um fator negativo, pois você explora pouco da ergonomia da Trudinha, principalmente a posição de pilotagem das pernas. Cansa quando se percorre longas distâncias. O comando avançado é uma boa opção. A ponteira de escapamento original não combina com ela (a minha, peguei já trocada, com a Papaléguas 8 da Pró Tork, que também não combina, mas é melhor que a original), portanto penso em colocar os dois canos paralelos de saída. O pisca poderia ser o de formato "Bullet" . O tanque dela é pequeno, o que é ruim tanto para autonomia como para estética, o banco também não me agradou muito. As peças originais não são tão fáceis de achar, e quando se acham, são relativamente caras. O freio traseiro não é muito preciso, mas já me acostumei com a diferença, comum em motos custom.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2001
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Pista
Quilometragem
41.455 Km
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2 resultados - mostrando 1 - 2
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