Análises escritas por Alexandre Santos Avelino

4 resultados - mostrando 1 - 4
 
Scooter/Cub
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Alexandre Santos Avelino Analisado por Alexandre Santos Avelino    04 de Julho de 2013
Analista Top 50  -  

Comprei a Biz 125 ES em 2009, pois minha esposa se animou a também usar moto para transporte. Acreditava que seria um veículo mais fácil para ela conduzir e acertei na mosca. Ela era super leve, perfeita para os dias de trânsito parado e pequena para encostar em qualquer canto na hora de estacionar. O baú embaixo do banco era um destaque, já coloquei de tudo lá dentro, até as compras da semana. Recomendo a quem quer economia de combustível e manutenção, confiabilidade mecânica e não circula por rodovias, quando ela pode te colocar em situações difíceis por falta de velocidade final.

Eu recomendo!
Prós
Economia: a minha era das primeiras com motor injetado, então fazia sempre acima de 50 km/L, inacreditável. Olha que peso mais que 90 kg e não deixava de acompanhar o fluxo do trânsito mesmo nas vias mais rápidas. Manutenção: super fácil, em um ano e meio rodei uns 5000 km, praticamente só troquei óleo e abasteci. Muito confiável. Desempenho: pode parecer piada elogiar o desempenho de uma Biz, mas ela consegue ter muito torque nas rotações baixas e médias, o que faz a condução ficar muito prazerosa. Em 3ª você anda desde quase parado até uns 70 km/h, o que é muito cômodo. Acabamento: mesmo ficando na chuva e no sol forte, os plásticos pouco desbotaram. Encaixes e parafusos são simples mas de qualidade - quem já viu ou teve uma Sundown de perto, sabe o que estou falando. No momento de vendê-la, vi uma motoneta ainda muito nova, mesmo sem grandes cuidados.
Contras
Realmente gostei da Biz, pouca coisa me incomodou nela. Desempenho em rodovia: tudo bem que a proposta não é andar bem em rodovias, mas o caso dela é crítico e foi o motivo que me fez trocá-la por uma moto mais potente. Em subidas longas eu só conseguia subir a 60 km/h, encolhido na faixa da direita, até ônibus e caminhões me ultrapassavam. Em descidas, eu conseguia me manter a 100-110 km/h, o que seria razoável se o velocímetro não fosse tão errado - na verdade eu deveria estar a pouco mais que 90 km/h, com gente grudada na minha traseira. Ninguém merece. Suspensão: dianteira e traseira tem pouco curso, as duas. A traseira é a pior pois, além de curta, é mole. Andando sozinho eu percebia, com garupa ela parece estar com defeito de tão ineficiente. Freios: A minha Biz não tinha freio a disco na frente, mas isso nem me causou tanto problema, mesmo na chuva - e peguei muuuita chuva com ela. Agora o traseiro trava com uma facilidade danada, talvez por estar acostumado com o freio traseiro da XR 200R, que era quase inexistente...

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2009
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
5.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Street
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Alexandre Santos Avelino Analisado por Alexandre Santos Avelino    01 de Julho de 2013
Analista Top 50  -  

A CB 300R ficará na lembrança como uma ótima moto. Comprei seminova e em dois anos rodei mais de 40.000 km, sem ter qualquer aborrecimento com ela. Andava muito bem para sua proposta, era bonita, econômica e fácil de cuidar. Seus freios são um destaque, muito equilibrados e seguros por conta do ABS. Pelo motor, recomendo fortemente a quem está saindo das 125/150, pois é muito mais segura para andar nas rodovias: com ela se pode manter 110 km/h nas mais variadas condições, fazer retomadas seguras até 120 e dar esticadas de 130 ou 140 nas descidas - por necessidade, pois não é a praia dela. Fiz vários passeios longos e uma viagem Brasília, DF - Santos, SP que foi ótima, pois encarou muito bem a chuva, o vento contra e os buracos. A vendi para comprar uma Ninja 300 que é outra pegada, outro nível de qualidade, mas não necessariamente melhor em tudo.

Eu recomendo!
Prós
Motor: nesses quase 50.000 km rodados, funcionou como um relógio, só me demandou a manutenção normal e regulagem de válvulas aos 36.000 km. Relação: ruidosa, é verdade, mas só começou a estalar e reclamar após os 30.000 km. Acabamento: se não parece uma moto cara, provou ser uma moto de qualidade, com parafusos e encaixes perfeitos até o último dia. Consumo: na cidade, nota 10, sempre fazia 30-31 km/l aqui em Brasília. Na estrada, até uns 100-110, que é velocidade que ela se sente em casa, faz uns 28. Buscando andar a 120 km/h, além do ruído e da pouca margem para retomada, seu consumo despenca direto pra 21-22. Não vale a pena. Freios: com ABS, garanto que vai deixar o piloto mal acostumado, freia com mais equilíbrio que minha atual Ninja 300. O ABS é ótimo para os sustos que tomamos nos dias de chuva, recomendo mesmo.
Contras
Suspensão: a traseira parece dura nas irregularidades e mole nas curvas de alta, deixa a moto meio boba, mas não instável. Rendimento em alta rotação: é um motor monocilíndrico que rende bem em médias rotações, eu o usava sempre ali entre 4000 e 6500 rpm. Após 7000 rpm vibra muito e não garante maior rendimento, o que na estrada significa estacionar em 110 km/h em algumas situações, como com o vento contra ou uma subida longa.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2010
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
47.500 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Esportivas
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
10.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
10.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Alexandre Santos Avelino Analisado por Alexandre Santos Avelino    28 de Junho de 2013
Atualizado pela última vez: 08 de Outubro de 2013
Analista Top 50  -  

Após 2 anos com minha última moto, uma ótima Honda CB 300R ABS, me vi ansioso por um upgrade. Já estava usando a moto não só para a locomoção diária, mas também para os finais de semana, e queria mais potência para curtir as longas retas aqui perto de Brasília. Fiz as contas para a compra de uma 600 0km ou mesmo semi-nova, mas vi que ao somar seguro, combustível, manutenção, peças... me sairia uma moto muito cara. Sinceramente, curto moto há muito anos, mas tenho outras prioridades. Aí que me falaram da Ninja 300: ela é uma 300 cm3 como a CB, mas sem dúvida está em outro nível, só olhá-la de perto. Acabamento de primeira, modernidade do desenho, ergonomia bem resolvida, tava tudo lá. Ao andar nela, me convenci por completo, pois ela entrega o mesmo desempenho da CB300R até uns 7000rpm, com muito mais maciez e estabilidade. Após essa rotação, ela é realmente outra moto, com uma subida de giros muito agradável e consistente, sem perda de rendimento e com um belo ronco. Muito mais obediente que a CB, inclina com muita facilidade e te convida a curtir mais a condução na cidade. Recomendo a quem, como eu, estava a aberto a mudar de estilo, pois ela é de fato uma esportiva de 300 cm3. Sobre a manutenção, ainda é muito nova, mas vejo que vai me sair no meio termo entre uma 250/300 e uma 600 de entrada - pelo menos enquanto eu depender das autorizadas. Muitos tem me comentado que ela é muito cara. Eu concordo, mas cumpriu a tarefa de ser o que eu queria pagar, pelo desempenho realmente superior a uma monocilíndrica refrigerada a ar da mesma cilindrada e com uma pegada de moto esportiva. Tem valido a pana, por isso recomendo.

Eu recomendo!
Prós
Desempenho: não sinto falta de torque em baixa, na cidade uso quase sempre até 6000 rpm, sem reduzir muito da 6ª marcha. Após as 8000 rpm, as ultrapassagens são fáceis e te garantem boa segurança na estrada, mesmo após 120 km/h - basta explorar bem a 4ª e a 5ª marchas e carenar se o vento for problema. Ergonomia: a postura é mais esportiva que uma naked 250/300, mas me acostumei em poucos dias. Tenho 1,86 m de altura e não me causa qualquer desconforto - o banco é tão duro quanto o da CB300R. Acabamento: já rodei quase 7000 km, não ouço um ruído sequer da carenagem ou da suspensão. Ao olhar de perto parafusos e encaixes, vejo que ela está num padrão próximo ao das motos mais caras. No geral, a sensação de qualidade é grande para quem dirige e é bonita para quem vê passar. Consumo: tenho feito 26-28 km/l, acompanhando o fluxo do trânsito aqui em Brasília (uns 90 km/h), mas com boas esticadas acima de 120 km/h nos trechos de rodovia. A melhor marca foi 30 km/l. Em rodovia, seguindo a velocidade de cruzeiro de 120-130km/h com algumas esticadas, faz sempre 22km/l. Câmbio: As trocas são precisas e rápidas, reduções muito fáceis. O escalonamento é perfeito, bem curtas e próximas entre si, não imaginaria melhor.
Contras
Freios: funcionam muito bem, com ótima sensibilidade e pegada no dianteiro. Já o traseiro trava com facilidade, o que me rendeu alguns sustos. Enfim, estou me adaptando, acho que fui mal-acostumado pelo ABS da CB300R... Autorizadas: a Suprema daqui de Brasília tem ótimo atendimento, mas não parecem muito profissionais nas afirmações. Só sobre amaciamento, ouvi nada menos que 4 recomendações de pessoas diferentes da loja, fora a do manual. Ouvi recomendações estranhas sobre acessórios, que não foram tiradas do manual da moto... Acho que fui mal-acostumado com a rede da Honda, que sempre foi profissional, organizada e, muitas vezes, barata.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2013
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
6.500 Km
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Alexandre Santos Avelino Analisado por Alexandre Santos Avelino    29 de Maio de 2013
Analista Top 50  -  

Ótima moto pelo custo-benefício, mas que hoje poderia ser substituída por uma Tornado em bom estado. Gostei demais, gostaria de ter ficado com ela só para umas voltas no mato.

Eu recomendo!
Prós
Barata e robusta, nunca me deu sustos na manutenção. Com ela fiz cerca de 28km/L, andando junto das 125/150 na rua. É muito bom ignorar buracos, a suspensão tem muito curso. Muito leve e boa de manobrar. Não é visada para roubo (pelo menos aqui em Brasília) e isso por si só já é um luxo!
Contras
A minha tinha um freio traseiro péssimo - o que, por outro lado, me ensinou a frear sempre com os dois. A suspensão dianteira é muito mole, o que faz a moto embicar demais nas frenagens. Motor é 200cc, mas é fraquinho como as 150. Andava tranquilamente na cidade, mas na estrada a velocidade não ia muito além de 100km/h. Apesar da suspensão que absorve tudo que vem pela frente, seu banco é estreito e duro, em 30 minutos dava vontade de parar!

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
1999
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
Quilometragem
26.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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