Análises escritas por José de Paula

2 resultados - mostrando 1 - 2
 
Naked
 
Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
5.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
7.0
Custo x Benefício 
 
9.0
José de Paula Analisado por José de Paula    03 de Dezembro de 2014
Analista Top 500  -  

Quando saí da Fazer 250 para a ER-6N levei um susto com a potência, mas depois de alguns dias andando com ela diariamente, me acostumei e passei a ficar muito à vontade com a moto. Uso no dia-a-dia, para ir e voltar do trabalho, em trânsito engarrafado na maior parte das vezes; já fiz algumas pequenas viagens com garupa, já dei algumas estilingadas (quem não gosta do barulho do 2 canecos tem que ouvir essa moto a partir de 7000 giros - o som muda, e a moto vira bicho). Onde as CGs passam, eu passo, sem trauma e sem dificuldade, e acompanho tranqüilamente os horneteiros nas rodovias. A única coisa que não fiz com essa moto foi levá-la para a pista, mas aí já não é a proposta dela. De resto, recomendadíssima.

Eu recomendo!
Prós
Agilidade absurda no dia-a-dia, porte de moto pequena e força de moto média, combinação perfeita
Relativamente econômica para a cilindrada, tenho feito entre 17,5 e 19 km/l na cidade; cheguei a fazer 21 km/l em estrada
Força disponível já em baixas rotações, não precisa "esguelar" pra bichinha ir com vontade; de novo ótima para o trânsito pesado
Intervalo de manutenção de 6000 km (conheço outras motos, maiores e menores, com intervalos de revisão de 3000 km, o que pode pesar no bolso)
Boa de curvas, boa de freio, boa de manobra em estacionamento, leve, enfim, uma moto que no trânsito pesado das nossas cidades, está em casa, perfeita para o dia-a-dia
Contras
Pneu original horrendo, não tem aderência e não dura. Coloquei um par de Metzeler e parece que troquei de moto.
Desconfortável para a garupa em viagens (pedindo paradas a cada 50 ou 70 km para esticar os ossos), talvez um banco com mais espuma e mais largo ajudasse
Ruim para se colocar bagageiro, não há solução própria da Kawasaki; soluções da Givi são caríssimas, e outras alternativas menos caras destróem o visual da moto
Tanque poderia ter mais capacidade, mas isso é mais uma birra minha com a maioria das motos atuais do que propriamente um contra
Vento a partir de 130 km/h incomoda, mas isso é característica de todas as nakeds.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2011
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
17.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Street
 
Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
8.0
José de Paula Analisado por José de Paula    11 de Dezembro de 2013
Analista Top 500  -  

Comprei esta moto em maio/2013 para aprender a andar de moto; troquei-a em dezembro/2013 por uma moto mais potente (não digo maior, porque a Kawa ER6N me pareceu do mesmo tamanho) , que me possa levar em viagens sem sustos. É difícil achar defeitos na Fazer 250. A minha era uma BlueFlex; coloquei "cachaça" no tanque umas duas vezes, só pra testar mesmo, mas o consumo de gasolina dela quando esteve comigo nunca esteve abaixo de 30 km/l (exceto durante o período de amaciamento, com 25, 26 e 28 km/l de gasolina), e 35 km/l em média, com picos de 36 km/l, abastecimento sempre na mesma bomba do mesmo posto de combustível e chegando ao mesmo nível no tanque. A moto é muito dócil, não me pregou sustos nesse período, e me deu muitas alegrias. A troca foi com uma pontinha de dó, mas realmente não senti segurança em trafegar em nossas rodovias em que caminhões rotineiramente chegam e passam de 140km/h.

De maio/2013 até dezembro/2013, rodei 8600 km nesta moto, por volta de 50~60 km/dia, todo santo dia, e foi a Fazer 250 que me fez ganhar confiança e abandonar de vez o carro e outros meios de transporte nesse nosso trânsito cada vez mais doido e congestionado.

Eu recomendo!
Prós
Agilidade no trânsito urbano.
Conforto (não vibra nem a pau; banco com pouca espuma, mas confortável para trajetos de até 1h).
Disponibilidade de peças na concessionária.
Atendimento pós-venda.
Consumo (35 km/l com uma moto de 249 cc? Isso é espetacular!).
Manutenção (por exemplo: depois de um tombo, um manete de embreagem custou 25,00 na concessionária; revisões a cada 5.000 km).
Não vaza óleo.
Não tem barulho de corrente/transmissão.
Autonomia fantástica: 450 km pelo menos antes de o indicador de reserva começar a piscar; cheguei a andar mais de 520 km com um tanque de gasolina.
Contras
Retomadas em média/alta velocidade (a partir de 120 km/h, ganho de velocidade é lento; dificulta retomadas em rodovias, o que gera insegurança para viagens).
Porte pequeno, que a leva a ser confundida com moto utilitária, ainda mais depois do lançamento da Fazer 150; aliás, já vi alguns motoboys de Fazer 250, o que só evidencia a característica de conforto e baixa manutenção desta moto.

Assento um tiquinho mais alto do que o desejável; eu que tenho 1,67m fico nas pontas dos dois pés no chão com ela parada; se inclinar um pouquinho dá pra plantar um dos pés no chão.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2013
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
8.600 Km
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