Detalhe da Análise

 
AN 125 Burgman
 
AN 125 Burgman 2013-04-06 21:17:02 Lorenzo Jeliot
Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
7.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
7.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Lorenzo Jeliot Analisado por Lorenzo Jeliot    06 de Abril de 2013
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A manutenção de uma Burgman não é tão fácil e barata quanto à de uma Titan, por exemplo. Mas também não é nada exorbitante. Merecem atenção as carenagens e o sistema de transmissão, que apesar de mais caro, dura muito mais do que corrente/coroa de motos convencionais!

Eu recomendo!
Prós
Comprei a minha em 2008 0km. Já rodou 71.000 km e a utilizo todos os dias. E apesar da kilometragem, está em ótimo estado com aparência melhor do que muitas com apenas 15 mil km, por exemplo!

Já fiz viagens para o interior e litoral de São Paulo (inclusive garupado). Já li relatos de "scooteristas" que já viajaram por todo o Brasil e por países da América do Sul com Burgman 125.

Depois dos 30.000 km passou a ficar mais econômica e macia. Destaco a facilidade de pilotagem e desenvoltura no trânsito pesado de Sampa. Os porta-objetos e o bauleto a tornam muito prática: já carreguei CPU de computador, tela para pintura, cesta básica, compras de supermercado, etc. As peças estão relativamente fáceis de encontrar com a popularização dos scooters no Brasil. Atualmente ela faz 32 km/l.

Só vou trocá-la por um modelo maior, pois agora ando sempre com minha mulher na garupa. No mais, a moto é ótima!
Contras
A falta de mão-de-obra especializada para lidar com scooters: não é qualquer mecânico que aceita mexer com scooter. Já tive problemas com pneu furado, pois os borracheiros faltam sair correndo quando uma Burgman ou similar para na borracharia com um pneu furado! Certa vez, tive que tirar a roda, colocar no carro e ir até a General Osório para um borracheiro de motos trocá-lo para mim.

As carenagens merecem atenção, pois riscam com facilidade e são caras! Certo dia encostei na traseira de um Monza na saída de um supermercado e lá se foram o farol, o para-lama e a carenagem frontal. A brincadeira (na época) saiu por 500 reais, sendo que se fosse uma moto convencional, o prejuízo máximo seria um pára-lama quebrado!

Outra desvantagem que destaco é o uso do câmbio CVT em subidas muito íngremes. Comprovei isto na subida da Serra do Mar com minha namorada na garupa. Com a impossibilidade de reduzir marcha, o motor fica com a rotação lá em baixo e a velocidade cai para uns 25 km/h !!!

Outro contra, é o conforto da garupa. O espaço para os pés é mínimo e os joelhos ficam muito flexionados causando dores e desconforto em quem viaja atrás. Durante manobras de estacionamento, os calcanhares do piloto batem na ponta dos pés da garupa.

Defeitos apresentados nestes cinco anos:
- mangueira de vácuo do carburador soltou;
- miolo da ignição deu mal contato;
- cachimbo da vela teve que ser trocado.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2008
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
71.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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