INTRUDER 125

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Patriarca
Updated
 
8.4 (46)
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INTRUDER 125

Marca

Fabricante
Suzuki

Descrição

Visão Geral
A Nova Intruder 125 chegou com tudo. Além de ser sinônimo de credibilidade e economia, ela ainda apresenta muitas novidades, e continua com todo o charme e beleza do modelo Custom. A moto oferece ótima posição de pilotagem, além do NOVO ASSENTO, que contribui para que o piloto e passageiro aproveitem os passeios . Os pneus oferecem conforto para encarar estradas e rodovias.

Motor/Transmissão/Chassi

Cilindrada
125,00 cc
Tipo do Motor
OHC / 1 cilíndros cilindros / 4 tempos tempos / Arrefecimento Ar
Combustível
Gasolina
Potência máxima
0,00 cv a rpm
Torque máximo
0,98 kgf.m a 7.000 rpm
Transmissão
5 marchas
Injeção
Carburada
Partida
Elétrica
Chassi
Aço
Suspensão Dianteira
Convencional
Balança
Convencional

Dimensões

Peso (seco)
0,00 Kg
Peso em Movimento
113,00 Kg (MVOM)
Comprimento
1.945 mm
Largura
815 mm
Altura
1.110 mm
Altura do Banco
735 mm
Distância entre Eixos
1.280 mm
Pneu Dianteiro
2,75-18 M/C (42P)
Pneu Traseiro
3,50-16 M/C (58P)

Avaliações dos usuários

46 avaliações
 
65%
 
24%
 
11%
3-5 estrelas
 
0%
1-3 estrelas
 
0%
Avaliação Geral
 
8.4
Satisfação Geral
 
8.4(46)
Visual
 
7.8(46)
Conforto
 
8.1(46)
Performance
 
6.5(46)
Dirigibilidade
 
8.5(46)
Consumo
 
8.8(46)
Custo x Benefício
 
8.9(46)
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Avaliação Geral
 
10.0
Satisfação Geral
 
10.0
Visual
 
8.0
Conforto
 
9.0
Performance
 
7.0
Dirigibilidade
 
9.0
Consumo
 
9.0
Custo x Benefício
 
10.0
Conjunto motor/câmbio excelente, comandos macios, engates meio duros mas precisos, motor mega resistente, nenhum vazamento de óleo em 6 anos de uso, uma leve perda de rendimento em temperaturas acima de 30/32 graus, podendo ser resolvido com um bom ajuste de carburação. Vibração do motor que se sente bem nos pedais e pouco no banco e no guidão. Pode-se minimizar com sapatos ou botas reforçados.
Macia e confortável, banco, suspensões, comandos. Entretanto, tudo muito firme, não solta nada, não bate nada, se bem cuidada ela não requer nem reaperto geral como ocorre em algumas motos.
A embreagem e o câmbio ficam suaves com motor em temperatura normal de funcionamento. Quando motor frio, os primeiros engates são duros.
Acima de 80 Km/h, pela leveza da moto e pela maciez das suspensões, ela pode "bambolear" bastante se a pavimentação for irregular. Apesar disso, agarra bem, inclusive em curvas. Recomendo em estradas ritmo de 80/90 Km/h reservando até 100 Km/h para ultrapassagens. Se desejar um ritmo mais forte, procure outra moto de mais potência.
Até o modelo 2006 que é o meu, a Intruder 125 tinha carburador à vácuo. A característica desse carburador é uma preguiça em subir de giro mas nada que comprometa o desempenho, basta acostumar. Pode ser minimizado com gasolina de alta octanagem (premium ou Podium). E acelerar progressivamente evitando o estilo on-off de aceleração que a meu ver não é bom para nenhuma moto. A Intruder 125 gosta de acelerações suaves, esperando o motor encher, até 6, 7, 8 mil RPM, giros onde ela anda muito bem para uma moto 125 de pouca potência.
A parte elétrica é impecável, em 6 anos só troquei duas lâmpadas do indicador de marchas. Bateria dura uns 3 anos.
É um modelo com uma virtude bem interessante: aceita personalização da mais simples à mais radical. Só depende da criatividade e do bolso do freguês.
Em compensação, no "pacote" vem a fraca assistência técnica da J. Toledo. É um tal de abre e fecha de lojas Suzuki que irrita. Neste mês de abril de 2012 estamos com somente uma concessionária para toda a Grande Porto Alegre, enquanto no ano passado tínhamos três. Achar peças originais não é mais difícil que as outras montadoras que muitas vezes a gente acha que é fácil mas muita coisa tem que encomendar. Contudo, depender de uma única loja faz a gente refém. No mercado paralelo se encontra com facilidade e a preço justo peças de vida útil como vela, bateria, pneus, cabos, relação secundária, lâmpadas e mais alguma coisa como guidão e espelhos. Mas quando se necessita de peça por encomenda, aí começa a dificuldade.
Menos mal que a moto é tão resistente e de tão fácil manutenção que faz meses que não entro na loja Suzuki. Faço quase tudo em casa como troca de óleo, lubrificação, troca de peças como bateria, cabos, vela, relação, etc.
Eu recomendo!
Prós
Macia e confortável
Mecânica robusta e confiável
Manutenção simples e fácil
Contras
Freios são apenas suficientes, teria que melhorar a eficiência porque no dimensionamento os freios estão bons
Vibração do motor incomoda um pouco, o motor já deveria ter o eixo balanceador
Falta injeção eletrônica: não há desculpa para isso, em pleno 2012 um motor não dispor de IE

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2006
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
29.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
Denunciar esta avaliação Comentários (0) | Considera esta avaliação útil? 49 2
(Atualizado: 10 de Setembro de 2012)
Avaliação Geral
 
6.0
Satisfação Geral
 
6.0
Visual
 
6.0
Conforto
 
7.0
Performance
 
5.0
Dirigibilidade
 
6.0
Consumo
 
8.0
Custo x Benefício
 
6.0
Há menos de 30 dias troquei minha 2008 por uma fabricação 2012 / modelo 2013, zero km. A minha anterior também foi 0km, rodei 50 mil km com ela.

[J. Toledo da Amazônia] A fábrica atrasou minha entrega em vários dias e quando recebi veio sem pré cadastro no detran (não pude fazer a documentação imediatamente, fiquei correndo o risco de tê-la apreendida), pra quem usa a moto no mínio por 35km/dia, é duro. A concessionária é boa de migués, daí não cheguei a arrumar briga com eles. O suporte da fábrica é absolutamente horrível, o pronto atendimento do sus sem médico e nem funcionários, dá de 10 à zero neles. Mandei e-mails p/ o atendimento da JTA (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) com a reclamação, mas para eu conseguir receber pelo menos minimalista respostinha cretina "Estamos trabalhando no seu caso em conjunto com a concessionária e blablabla", tive que fazer um post no Reclame Aqui.

É uma empresa que despreza seus clientes, os quais, teoricamente, devem ser os que fornecem dinheiro para mantê-la funcionando, não? Prova desse descaso, é a resposta da JTA que consta no artigo recente, 03/09/2012, aqui no Moto Online sobre a Intruder 125, no qual a JTA "se reserva ao direito de não responder as reclamações dos clientes", pois somos subjetivos em relação aos problemas que tivemos com os produtos que compramos deles. Além disso, minha reclamação postada no Reclame Aqui, um site grande que muitos consultam a fim de pesquisa antes das compras, consta ainda como aberta, sendo que meu problema já está resolvido, o bendito pré cadastro já foi feito, mas realmente não estão nem aí com a imagem deles (cabe a empresa responder a minha reclamação e eu dar como encerrada ou não).

Enfim, desculpe todo meu ódio à essa empresa, vamos à moto, vou focar na comparação entre a 2013 que comprei agora, com a minha anterior, 2008:

[Encômodo c/ o freio dianteiro] Os freios dianteiros continuam raspando quando andam, ninguém sabe resolver. Na antiga justificavam que era a falta dos furos no disco, sem eles a pastilha ficava suja e fazia barulho. Podia até ser, quando eu limpava o barulho parava, mas agora com os benditos furos, o barulho aumentou. Já levei na revisão de mil km e saiu como entrou. Não voltei pra reclamar que eu sei que vou me estressar à toa. Bendito seja a comunidade do fórum do motonline que me ajuda a resolver meus problemas.

[Consumo] O consumo melhorou um pouquinho, de 39km/l para 42km/l na cidade+estrada. Na estrada apenas, ainda não medi com precisão, parece que faz alguns km a menos. Não sei como o pessoal consegue fazer ela render mais na rodovia, para eu mantê-la a 80km/h no trecho urbano aqui da Rondon, preciso mantê-la à aprox. 7,5mil rpm, ela vai gritando e pedindo arrego: nhénhénhénhénhénhé. A minha antiga, 2008, com o 1cv de potência à mais e com pinhão 16 (o original é 14), eu mantinha 80km/h em torno de 6,5 mil rpm, a moto gritava bem menos.

[Design] O novo logo no tanque ficou muito legal, mas creio que é possível comprar a parte e colocar na antigas. O painel, como já citei, ficou muito sport, na hora de comprar não achei tanto, mas com o passar do tempo andando com ela, me sinto montado numa yes. O sensor de combustível não é linear, quando encho o tanque, o ponteiro vai pra depois da letra 'F' no indicador, pra ele percorrer a letra F inteira, leva uns 120km, mas a linha que vem em seguida, que é muito maior que o F, leva só uns 60, 70km. Isso não atrapalha em nada na prática, mas são detalhesinhos que parece que comprei uma moto made in china. Outra coisa que não parecia tão diferente antes de eu comprar, é o escapamento, apesar da excelente e necessária proteção contra queimaduras, o escapamento está preto, o antigo era cromado, mais um ponto pra minha moto anterior.

[Conforto] O banco parece que ficou mais confortável, mas não posso afirmar com certeza, pode ser apenas os amortecedores novos que me causam essa impressão. Os botões ficaram mais ergonômicos, o afogador veio para o guidão, mas eu não sentia necessidade de nada disso, no máximo a seta que era dura e o sinal de luz alta que não tinha.

[Desempenho] Na minha 2008 eu trocava marcha nos 3 mil rpm, agora se eu trocar com menos de 5 mil, a moto quase estaciona, tenho que ficar esticando marcha, ainda bem que o consumo não piorou por causa disso, se não eu já tinha posto a moto à venda! Sim, o peso em cima da moto continua o mesmo: eu, 85kg + patroa 50kg = 135kg.
Nas subidas é notável a diminuição do desempenho, na minha antiga com o pinhão 16, que teoricamente perderia em arranque em relação ao original 14, eu conseguia subir com menos esforço. Eu preciso reduzir marcha, enrolar a manopla e ainda sim a resposta demora; não era assim com a minha antiga.

[Segurança] O foco do farol da 2013 melhorou muuito em relação à minha 2008. Durante a fase de amaciamento eu não podia ir pela estrada pela limitação dos 5 mil rpm durante os primeiros 800km, pra sair e chegar em casa eu tinha que utilizar umas "quebradas" que não tem iluminação, o farol da minha 2008 deixava muito a desejar, ficava muito receoso em andar por aquele caminho, mas o farol alto dessa nova me dá visão de longe, posso mudar o caminho a tempo se eu desconfiar de algo a frente.
A buzina parece mais baixa, pelo menos aos ouvidos de quem está em cima da moto. Aquela buzinadinha rápida (bi-bi) a alguns metros de um carro com motorista distraído, pra alertá-lo que você está ali, parece que está menos eficiente.

[Rede autorizada] Com a falta de inovação da JTA, tem concessionária fechando de repente. Eu estava indo na que eu tinha comprado a minha 2008, Aguiar Motos - Bauru - pra especular a troca pela 2013, quando cheguei lá, tinha uma placa de "Aluga-se", alguns dias antes eu tinha feito compra na oficina de lá. No fim troquei na concessionária Sotebra, o gerente de lá me disse que eles também foram supreendidos pelo fechamento repentino da concorrente, tinham vários clientes com revisão de mil km a fazer e não sabiam onde ir. Essa concessionária, a única Suzuki sobrevivente de Bauru, tem foco principal nas de alta cilindrada, como eles são os únicos, não devem fechar as portas assim de repente também, mas fico com medo de eu ficar a ver navios, como uma Sundown.

[Meu veredito] Eu defendia essa motinha com unhas e dentes, mas, com infelicidade, eu não recomendo mais pra ninguém, pelo menos o modelo 2013.
Tem alguns pontos positivos na nova sim, mas eu devia ter comprado essas peças à parte e ter trocado somente eles, não a moto toda e recomendo isso a quem estiver pensando em trocar pelo modelo atual.

Se você está com dinheiro e pensando em comprar sua primeira Intruder 2013 0km, recomendo economizar a grana ou pesquisar uma alternativa. Eu cheguei especular a Mirage 150 da kasinski, mas fiquei com medo de encontrar uma placa de aluga-se na única e pequena concessionária aqui em Bauru quando eu precisasse de peças.

Não sei se eu deveria ter dito tudo isso... é capaz de eu colocar a minha à venda e o futuro comprador ler isso daqui e desistir de comprar! rrsrs

Um conselho pra JTA, principalmente aos responsáveis pelo relacionamento com os clientes e pelas novidades nas motos pequenas: abre o Word, escolhe uma fonte bem grande e chamativa e imprime a frase "PASSA-SE O PONTO" num papel bem grande e cola na frente da fábrica, escritório, sei lá...
Ou, quem sabe pra nossa sorte, dá uma crise nessa JTA, ela fali e conseguimos um novo representante da Suzuki no Brasil, que nos trate com respeito e seja inovador.
Não recomendo.
Prós
Melhorou o foco do farol (2013 em comparação à minha anterior 2008); Melhorou o consumo (de 39 p/ 42 km/l na cidade+rodovia); Banco aparentemente está mais confortável; Indicador de combustível (apesar de ser "desregulado"); Proteção contra queimaduras no escapamento, porém ele deixou de ser cromado.
Contras
A fabricante (J. Toledo da Amazônia); Perda de 1 cv de na potência; Painel novo ficou muito sport, principalmente o indicador "digital" de marcha (comparando à minha anterior 2008); Os retrovisores não pederam o estilo, mas o campo de visão, em comparação aos redondos (tampa de panela), ficou menor; Freio dianteiro continua fazendo barulho (raspagem ao andar e vibração ao frear) e as concessionárias continuam não sabendo arrumar; A buzina parece que está mais baixa, não consigo alertar algum distraído à distância; O escapamento não é mais cromado, ele é preto e apenas a proteção é cromada, mais uma coisa que achei que ficou sport, parece que pegaram peças da yes e colocaram nela.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
2.000 Km
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(Atualizado: 21 de Dezembro de 2013)
Avaliação Geral
 
8.0
Satisfação Geral
 
8.0
Visual
 
8.0
Conforto
 
7.0
Performance
 
6.0
Dirigibilidade
 
10.0
Consumo
 
10.0
Custo x Benefício
 
8.0
Motor: é fraco, em subidas ou com garupa são necessárias muitas reduções de marcha. Com gasolina "podium" melhora um pouco. Em compensação bebe pouco, uso ele sempre no limite e mesmo assim não faz menos de 35 km/l.

Câmbio: macio, dificilmente escapa marcha, e é fácil de achar o neutro. Mas o escalonamento das marchas é bem curto, ou seja, muitas trocas de marchas ao longo do dia, além de limitar a velocidade máxima da moto a míseros 90 km/h (dá pra ia mais, eu sei, mas esse é o limite "sensato", Ok?).

Painel: é completo. Apesar de muitos usuários reclamarem do design, eu gosto. Além do velocímetro, tem hodômetro parcial, indicador de combustível (embora impreciso), conta giros e indicador de marcha (itens muito bem-vindos por iniciantes). O único porém é a iluminação, que à noite o torna bem difícil de ler.

Freios: a disco na frente e a tambor atrás. O freio dianteiro é bem fraco, e reduções mais bruscas exigem sempre o uso de ambos os freios. A pastilha "pega" direto no disco (é possível ouvir ao se manobrar a moto desligada), não que seja um problemão, mas incomoda, só isso.

Pneus: os Pirelli City Demon são ótimos, inclusive em terrenos ruins ou molhados.

Iluminação: piscas e lanterna traseira são bons, mas o farol é insuficiente, embora tenha lampejador.

Posição de pilotagem: ponto polêmico. Posição é confortável, o banco é macio e braços vão bem relaxados. No entanto, não dá pra se segurar no tanque da moto com as pernas, o que é muito útil em curvas, ou seja, enquanto suas pernas relaxam, seus braços trabalham bastante. O assento é bem baixo, o que facilita manobras de baixa velocidade, e é ideal para iniciantes e pessoas de baixa estatura.

Visual: é um dos pontos altos da pequena. Para-lamas, capa do escapamento, bagageiro, farol e hastes dos espelhos são de aço inox, e não plástico pintado de cromado. Cores (2012/2013) azul e verde têm pintura do tipo "flake", ao sol ficam hipnotizantes de tão bonitas. Mais de uma vez me perguntaram no semáforo onde eu tinha mandado pintar. Rodas são de liga leve, de design discutível, mas combinam. Os detalhes refletivos (no garfo) são horríveis, mas facilmente substituídos por dois parafusos.

Garupa: ele vai ter ótimo espaço e o bagageiro proporciona ótimo apoio para se segurar. No entanto, um peso a mais já castiga o fraco motor, e desloca o centro de massa para a roda traseira, deixando a frente de moto muito leve e imprecisa.

Suspensão: ah... a suspensão... Supondo que você more no Brasil, e portanto tenha muito asfalto ruim no seu caminho, é aqui onde a valente Intruder vai encontrar o maior desafio. Não entendo nada de mecânica, mas o conjunto de amortecedores, sobretudo os traseiros, deixam a moto muito instável em velocidades superiores a 60km/h, e quando se passa dos 80... é bom se segurar firme! Outro problema é o vento, que chacoalha a moto como vara verde, devido ao baixo peso do conjunto. Ela tem 5 regulagens na mola traseira: média, ruim, muito ruim, terrível e survivor horror (tá, é brincadeira).

Cidade: é uma moto muito maleável no trânsito pesado, muda de direção muito fácil e tem um bom ângulo de esterço. O guidão é um pouco largo, e está na altura da maioria dos espelhos, portanto, andar no corredor não é muito fácil. Ela faz pouco barulho, e tem um farol fraco, então é comum você tomar algumas fechadas de vez em quando.

Estrada: tente...

É confiável? É sim, tenho ela há um ano e meio e nunca "reinou" pra pegar, mesmo no frio inverno gaúcho (daí o uso do afogador é necessário). Além de manutenção básica (troca de óleo, filtro de óleo, lubrificar corrente, etc...) não me deu problema nenhum. Ela é de origem chinesa, montada no Brasil, mas a qualidade dos materiais é exemplar.

Pós-venda: só posso falar de minha cidade, Porto Alegre, mas imagino que no resto do Brasil não seja diferente. A Suzuki tem por característica vender dois tipos de moto, as baratas (Intruder, Yes, Burgman 125...) e as caras (Hayabusa, GSX-R, Bandit...). Como só há uma concessionária autorizada aqui em Porto Alegre, todas as motos da Suzuki vão fazer manutenção no mesmo lugar, ou seja, sua humilde Intruder vai disputar a atenção dos mecânicos com os motões da galera que tem grana. O que isso significa? Sua Intruder nunca vai ser prioridade pro pessoal da oficina. Mais de uma vez fui fazer revisão, com horário marcado, e tive que voltar pra casa porque "chegaram muitos clientes VIP hoje"... E na última revisão, como não havia nenhum problema, eles sequer mexeram na moto, mas me cobraram os 200 pila. Mas como a moto dificilmente dá problema, esqueça a concessionária e seja feliz.

Mercado: a desvalorização é um dos pontos que mais vão pesar na hora da compra. Vá lá na Tabela Fipe e veja você mesmo, em um ano a moto perde cerca de um terço do valor de mercado. No entanto, é uma moto que vende pouco, ou seja, há pouca demanda de peças, ou seja, dificilmente vai aparecer um meliante no semáforo querendo te separar da sua pequena. No fim, uma coisa compensa a outra, pelo menos eu vejo assim.

Resumindo: se você está começando a pilotar (ou é baixinho), quer um meio de transporte confiável, para andar em perímetro urbano, sem pressa, sem ser ameaçado a cada semáforo, sem gastar muito dinheiro por isso, essa é a moto ideal pra você.

Abraço,

Drive safely.
Eu recomendo!
Prós
Moto completa por um preço honesto
Econômica: faz de 35 a 40km/l
Muito confiável, não te deixa na mão
Posição de pilotagem confortável
Assento baixo: ideal para iniciantes, baixinhos e baixinhas
Visual retrô: atrai olhares por onde passa
Pouco visada por meliantes
Contras
Velocidade máxima: 90km/h, ruim para rodovias
Vibração incomoda
Potência dos freios é insuficiente
Farol ilumina pouco
Pós-venda é precário
Alta desvalorização na hora de revender

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
14.000 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Avaliação Geral
 
8.0
Satisfação Geral
 
8.0
Visual
 
6.0
Conforto
 
9.0
Performance
 
6.0
Dirigibilidade
 
9.0
Consumo
 
10.0
Custo x Benefício
 
9.0
Por ser uma moto tipo clássica, tem o assento mais baixo que as demais 125cc street, ideal para pessoas não muito altas.
Eu recomendo!
Prós
Comprei a minha ano 2010/2011, zero km. Usei um ano, sempre na boa, muito econômica, mecânica confiável, rodei apenas 3.900 km, bom acabamento, porém sua performance é mediana para uma 125cc, na estrada vai bem no plano, mas nas subidas falta um pouco mais de potência. Um atrativo é que ela é completa, tipo freio a disco, conta giros, indicador de marchas, nos punhos tem todos os comandos como se fosse uma mota grande. Enfim uma pequena clássica diferenciada.
Contras
Falta um pouco mais de potência, principalmente nas subidas em estradas.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2010
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
3.900 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Avaliação Geral
 
9.0
Satisfação Geral
 
9.0
Visual
 
7.0
Conforto
 
8.0
Performance
 
6.0
Dirigibilidade
 
9.0
Consumo
 
10.0
Custo x Benefício
 
10.0
Saudades da minha.....
Eu recomendo!
Prós
Motinha sensacional, fazia quase 40km/l no meu dia a dia no transito do RJ. Muito confortável para uma 125cc, coloquei um comando avançado, aí humilha a concorrência. Painel completão, indicador de marchas..... excelente como 1ª moto ou moto exclusivo de uso urbano. Motor anda igual as outras 125cc..
Contras
Freio borrachudo, não sei se melhorou agora com as mudanças de 2012..... de resto tudo 100%

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
38.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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