CBX 250 TWISTER
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Marca
Descrição
A moto teve sua fabricação iniciada em abril de 2001, e foi concebida para substituir a CBX 200 Strada, que deixou de ser fabricada no ano de 2002. Em 2006 ela sofreu algumas pequenas modificações estéticas.
Esta motocicleta também era vendida na Argentina e no México, além de ser exportada para alguns países da Europa, sob o nome de CBF 250, com pequenas modificações.
Motor/Transmissão/Chassi
Dimensões
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Avaliação média dos usuários: 38 usuário(s)
Ótima moto, recomendo

Condição do Teste
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- Estrada
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Condição do Teste
Minha opinião sobre a Twister é bastante tendenciosa. É a unica moto que já tive, continua sendo a minha atual. Não andei em outras motos por muito tempo. Mas transpareci tudo o que penso e sinto sobre essa maquina. Recomendo!

- Design bonito, acertado e para a época foi muito bem aceito. (A minha é 2008, ultimo modelo com FaceLift)
- Econômica, já encontrei muitas pessoas reclamando que a Twister consome muito. No meu caso, o primeiro ano com a moto fazia 18K/L. Hoje faço 28K/L na cidade.
- Painel, na época não era comum motos de baixa cilindrada ter marcador de combustível, hodômetro parcial e relógio digital. Comparados com hoje isso é quase uma regra.
- Amável maneabilidade, no transito intenso seguir uma Twister é muito difícil. Esterça bem e mantem facilmente o equilíbrio devida o centro de gravidade. Esta moto foi mesmo pensada para o transito brasileiro. Enfrenta rua esburacadas, terra, chuva, vento e o calor com desenvoltura. Resume-se numa unica palavra, confiável!
- Barulho da corrente.
- Alto índice de roubo até mesmo hoje em dia é uma das mais procuradas.
- Desconforto em viagens longas.
Condição do Teste
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- Terra
- Estrada
Atualizado pela última vez: 24 de Agosto de 2012
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A Twister se tornou uma referência em 250cc, vejam o que a concorrência está fazendo, a própria Honda lançou a 300cc com o motor da Twister, só que melhorado.

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Fui um feliz proprietário de Twister. A moto era divertida e nunca me incomodou. Só alegria!
VISUAL: O visual é algo subjetivo, mas o fato de parecer com a CG(estratégia conservadora e bizarra da Honda) desanima um pouco. Além das linhas, as setas são as mesmas. No entanto, era bonita na época e super fácil de lavar e encerar. As rodas em liga leve eram atuais, o painel era bonito e o escape dava um porte de moto mais encorpada.
CONFORTO: Essa palavra não combina com motos da Honda. Sua suspensão era dura, não chegava a ser seca. Na estrada se tornava confortável. A posição de pilotagem era confortável para viagens curtas, exceto para longas distancias, pois o corpo ficava muito inclinado pra frente, além de cansar os braços.
PERFORMANCE: Era divertida, mas limitada. Eu conseguia extrair boas arrancadas dela, era super fácil sair numa roda só e na frente de muitas motos de cilindrada maior. Lembro que dei susto num cara de CB500 e arranquei do lado de uma Falcon. Em ambos os casos fui despachado, antes dos 100 km/h e logo após atingir 100 km/h, respectivamente. A velocidade final era boa, mas nunca consegui passar de 150 km/h no painel, na qual foi o máximo que atingi pegando vácuo de um Focus. Em condições normais, eu não conseguia passar dos 140 km/h. No que se refere a retomadas, ela deixava a desejar, pois sempre tinha que reduzir uma marcha para conseguir bom resultado.
DIRIGIBILIDADE: Em estradas era boa, bem estável. A posição dava muita segurança. Na cidade era boa, parecia que tinha domínio total da moto. O único porém era a tendencia excessiva em sair de frente nas curvas de baixa velocidade, pois o pneus não casava bem com a suspensão dianteira.
CONSUMO: Isso era complicado. Logo quando peguei a moto, estava todo empolgado. Saía esticando tudo quanto era marcha, como se eu estivesse com a minha antiga Bros 125. O primeiro consumo deu 18 km/litro, coisa que me assustou. Minha melhor média foi de 25,9 km/litro, sempre arrancando bem de leve e sem passar de 70 km/h em sexta marcha. Em condições de uso normal, ficava com média de 23 a 24 km/litro. Na estrada nunca tirei média, mas uma vez andei 130 km com velocidade constante de 110 km/h e acredito que o consumo tenha ficado na casa dos 30 km/litro, talvez um pouco mais.
CUSTO x BENEFÍCIO: Na época era bom, nunca foi tão completa como a Fazer, mas entregava partida elétrica, rodas em ligava leve, freio a disco dianteiro, sensor do descanso lateral, painel completo e lampejador de farol. Perante a Fazer devia muita coisa, por isso não dei nota maior que 8.
Enfim, era uma moto divertida e que na minha mão só tinha furado o pneu uma vez. Nunca me deu dor de cabeça, porém, moto só deve ser avaliada na casa dos 50.000KM, pois só assim é possível saber se a moto é durável ou não. Recomendo a compra para quem usará mais na estrada do que na cidade, pois na cidade a Fazer cumpre melhor o papel, mas na estrada a Twister leva vantagem pela sexta marcha.

- Sexta marcha;
- Painel bonito;
- Rodas em liga leve;
- Consumo na estrada;
- Acelerações;
- Estabilidade na estrada.
- Pneus originais;
- Efeito "Shimmy"(escorregar dianteira nas curvas);
- Suspensões duras(não chega a ser seca);
- Visual parecido com a CG;
- Posição de pilotagem para viagens longas;
- Retomadas;
- Falta protetor antiqueimadura no escape(queimei a batata da perna, uma vez).
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Fica um pouco difícil avaliar a minha Twister (apelidada de Duda) de forma imparcial, pois ainda tenho aquela nostalgia de ser a primeira moto. No geral é uma excelente moto.
Uma dica que deixo por experiência própria é cuidado com a manutenção preventiva, se feita corretamente você não terá susto nenhum. Conheça o máximo o passado da moto antes de adquirir, a personalidade do dono reflete no estado de conservação, dono desleixado e você terá dor de cabeça depois de perder tempo corrigindo as "cagadas" dos outros, do que curtir as qualidade dela.

- Ótima nas retomada de marcha e arrancada do semáfaro no trecho urbano;
- Motor com dupla personalidade, mansa até 6000 Rpm, forte e quando exigimos acima dos 7000 Rpm;
- Posição de pilotagem mais confortável, mais ereta que a sua sucessora (CB 300R), em longos trajetos;
- Freio um pouco borrachudo, mas muito eficiente;
- Painel digital completo e de fácil visualização das informações;
- Nos meus deslocamentos diários pego um trecho da Rodovia Castelo Branco, e ela anda na velocidade máxima permitida na via (100 Km/h) tranquilamente;
- Suspensão muito estável, sendo um pouco desconfortável em trechos com muita irregularidade;
- Se feita a manutenção preventiva respeitando a quilometragem e utilizando peças originais, ela não exige manutenção corretiva precoce;
- Design se mantém atual apesar de ter saído de linha em 2009, sem falar que ela parece ser uma moto maior do que o real tamanho de 249cc.
- O velho ditado "cavalo que corre come" serve quando anda com ela trocando as marchas perto da faixinha vermelha do conta-giros. É uma delícia, mas pesa no bolso;
- Apesar de ter seis marchas, não vejo muita eficiência na 6ª marcha;
- Muitas trocas de marchas para se trabalhar na faixa de torque ideal;
- Por ser carburada, para exigir performance do motor, é necessário sempre estar com o giro lá em cima;
- Por morar na grande São Paulo, a minha maior preocupação é roubo e furto, 3ª no ranking apesar de estar fora de linha à 3 anos.
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Foi minha primeira moto. Era da cor vermelha, linda e moto com cara de moto. O consumo era bem alto se comparado a uma Fazer 250, fazia 20 a 24 km/l. O mais irritante era a correia que fazia muito barulho e chegava a cobrir o som do escape. Levei na CC eles lubrificaram e tal, mas depois fiquei sabendo através do Tite que é uma característica dela, pois a Honda opta por colocar uma corrente mais grossa. Algumas pessoas tiveram problemas no cabeçote e com as válvulas, mas na minha isso não ocorreu. Pra viajar muito tempo não recomendo. Fiz trechos de 350 Km e no final minhas mãos e braços formigavam, cheguei até a perder a sensibilidade das mãos de tanto vibração que esse motos passa. O banco também não ajuda, para a cidade não vejo problema, mas para andar direto uma hora um pouco mais... dói embaixo. A ciclística é muito boa, mas os pneus originais não podem nem sonhar com areia ou cascalhos. Já tomei um tombo bobo junto com a patroa, ao fazer o retorno numa rua, a roda dianteira encostou num pouco de areia no caminho e chão. Fora isso ela era muito estável em curvas e na estrada parecia que estava nos trilhos.

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Atualizado pela última vez: 19 de Agosto de 2012
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SAUDADE DO MEU VELHO CABRITO DE GUERRA...7 ANOS,7 MESES E 7 DIAS JUNTOS.
Como é a pioneira,seria uma lógica que a concorrência faria uma melhor,mas na época em que comprei a minha não existia outras opções... Mas,indo ao assunto,eu usei uma twister pra trabalhos de motoboy durante 3 anos e ao contrário do que o pessoal diz, ela é a melhor escolha pra este tipo de trabalho porque as peças não desgastam rápidamente como acontecem com as motos menores e que são usadas pela maioria dos motoboys. Voltando ao assunto, eu pilotei muitas motos de marcas e cilindradas diferentes, e ao contrário do que li contra a twister,quem faz a moto ser boa também é o dono, porque dono bom,terá moto boa também,acho que as frustrações do pessoal que não recomenda tem haver com mão uso desta motocicleta. são muitos os prós,mas deixando bem claro que respeito a opinião de todos.

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É barata e vale pra quem quer sair de uma 150cc e quer mais força, mas não se compara com as vantagens da Fazer e CB300 que são mais modernas e atuais.

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Com o lançamento da CB300, o preço da Twister caiu muito, algo muito bom para quem precisa comprar uma moto, e algo péssimo para quem pretendia ou vendeu, como eu.

Falta um pequeno gás na pista em subidas, mas os 110 dá para manter praticamente 100% do tempo.
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Tive a Honda Twister por 3anos
e para cidade é uma excelente moto,
na minha opinião melhor que sua sucessora

visual bacana, motor com boa resposta em baixa rotação
falta pegada mais forte para pista, principalmente em subidas e ultrapassagens
muita vibração acima de 130km/h
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Como moro no sul do RS, resolvi colocar uma vela de irídium para ajudar nas partidas com frio de 0º ou menos as vezes. Todo dia de manhã é só puxar o afogador e ela liga sem problema. De forma geral a moto é honesta pelo preço que se paga, se revelando um ótimo custo-benefício para uma motocicleta para o dia-a-dia e algumas viagens.
O velocímetro é 10% mentiroso. Marcou 160km/h no painel e quando fui conferir no gps tava a 144km/h.
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Atualizado pela última vez: 29 de Agosto de 2012
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Só tenho tempo de usar a moto fim de semana, e mesmo assim às vezes nem ando porque também tenho um carro. Mas apesar de ser mais simples que a Fazer, gostei muito da moto.

-Peças baratas e são encontradas em todo lugar.
-Fácil de revenda e negociação.
-Motor vigoroso com boa pegada.
-Moto carburada.
-Painel tem somente odômetro total e um trip parcial. Faltavam mais trips para outras marcações.
-Não gosto do bocal do tanque, acho enjoado pra colocar.
Talvez seja mais exigente porque já tive uma Fazer, que é sem comparação, ganha em visual, funcionalidades, desempenho e economia.
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Minha tutu é linda, quero dizer, todas são. Poder ser considerada antiga, eu acho que não é, mas bate forte contra as atuais Fazer e 300, cujo modelos eu passo todo todo do lado destas esbanjando beleza e potencia porque , realmente a twister é uma das pouquíssimas motos populares que contem peças com tao harmoniosa combinação.
A twister ainda assusta quem a vê trabalhando com seus 23 cv na roda que aliás é um pneuzão que gruda bem no chão mas os pneus da 300 e fazer são muito melhores mas não tiro a originalidade da minha loira é de jeito nenhum.
Comparam muito a tw, 300 e fazer e realmente acho que são motos iguais, apenas mudando o físico,apenas escolha a que mais o agrada. Pra rodovia vá de Tw e 300, pra cidade vá da Fazer. Quando comprei minha Tw pensei bastante em custo-beneficio mas acabei pegando a Tw por ser linda, não ser tao beberrona (é a moto que sempre quis por uns 5 anos assim comprei a loira que a dona a deixava num quarto coberta num edredom, apenas com 8.100km no hodômetro), mas o real CxB são as injetadas mesmo.
Uma dica pra quem quer comprar uma tw, compre uma moto nova, bastante conservada de baixa quilometragem, verifique - a no funileiro e no mecânico pois estas motos novas são raras hj em dia e é moto pra acelerar sem dó. Compre uma e com certeza seja feliz.

Consumo: Poderia ser mais econômica mas a minha faz média de 25 por litro andando como tiozao do interior com avc, acho ótimo pra um motão como a tutu. Falam muito da carburada com a injetada 300, ouvi muitos reclamando que a 300 tb é beberrona, meu amigo mesmo confirmou, se enrolar o cabo bebe mesmo, o mesmo acontece com a tw.
Manutenção: Muito bom os preços de peças essa moto foi feita pra ralar mesmo, motor aguenta pancada. Nao estragou nada ainda, manutenção apenas óleo, filtros, lubrificações de corrente, nada mais.
Um pouco durona, poderia ser mais macia mas nada que deprecie a moto.
Ladroes ainda a amam, senso 2012 diz que é a terceira moto mais roubada do ano e assim sempre foi.
Maldita bateção de corrente que nunca some mas ameniza apertando a tensão da corrente e lubrificando.
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Eu AMO essa moto, e particularmente, satisfaz meus desejos mais até que a CB300, além de achar a Twister mais bonita que a sucessora, com cara de moto, e não de formiga atômica do futuro, mas ai já e questão de gosto e cada um foi agraciado com o seu.

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Uma ótima moto , com mercado , porém com a entrada da CB300 o preço caiu drasticamente , porém continua sendo uma ótima moto , sendo melhor pois tem 6 marchas em relacão a cb300 que apenas tem 5 , a CB300 utiliza o mesmo motor da twister apenas aumentou-se a cilindrada. Recomendo a twister porém como é carburada o consumo é um pouco maior

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O farol é muito fraco, somente 35W!

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É uma excelente moto, que ainda possuo e não me arrependeria de comprar outra, que, com certeza, escolheria à frente da CB300, que só ganhou peso e mais algumas coisinhas tecnológicas.

É muito visada para roubo e seu farol é muito fraco (35W) para viagens, o que pode ser resolvido com a troca para uma lâmpada de 60W.
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A potencia da moto é excelente, e o fato de ela nao cortar giro é tão bom quanto. A posição de pilotagem é ótima, e me rendeu mais de 3000km em viagens ótima!!!
Ela foi uma ótima moto, até o surgimento da injeção eletrônica. O consumo da moto é variavel demais, no inverno consome mais que no verão e mantar um giro elevado consome mais que excesso de acelerações e reduções. A pedaleira do garupa fica muito proxima da pedaleira do piloto, fazendo com que os pés se toquem. O banco é confortavel, mas em longas viagem ele cede demais. O preço da manutenção é algo que eu achei absurdo, R$ 160,00 a revisão (eu pago R$ 120,00 na atual Ninja). Isso sem contar o preço do comando de valvula que estava quase na hora de trocar, mas quando vi o valor de R$ 450,00 (que seria trocado a cada 25.000km) resolvi vender a moto.
E o famoso BARULHO DE CORRENTE. Hoje a honda chama isso de "caracteristica da moto". Esse barulho é um DEFEITO.

- Potência
- Sem limitador
- Posição de Pilotagem
- Painel
- Iluminação do Farol
- Pedal do Garupa
- Retomadas
- Preço de manutenção
- Preço de peças extras
- Carburador
- Aderencia do pneu original
- BARULHO DE CORRENTE
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Uma das melhores motos que já possui.

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Adoro minha moto !!

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mto boa eu gosto

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Atualizado pela última vez: 28 de Agosto de 2012
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e uma mini maquina,pode viajar tranquilo com ela,na cidade não e muito boa,fiquei muito feliz pilotando uma a 6 anos seguidos

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O Custo de manutenção é relativo: fazendo manutenção somente com peças originais, o custo dela se equivale à Fazer

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Em geral é uma moto excelente para o dia a dia. Lamento ter me desfeito dela, contudo, haviam muitas coisinhas a serem feitas o que acarretaria em muitos R$ para o conserto, isto sem contar com o último diagnóstico de uma oficina renomada aqui em floripa, que constatou o que eu já temia . CABEÇOTE RACHADO o que somariam + ou - 1.500,00 dilmas. Se não fosse este, estaria até hoje desfrutando da minha negrinha 2003. Entreguei ela na CC para adquirir uma 300.

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Excelente moto para trajetos urbanos e pequenas viagens de fim de semana! Pena mesmo que foi descontinuada!

Robustez; estou com ela a 3 anos, cerca de 40000 km rodados comigo e nunca me deixou na mão, em viagens, na cidade, é só fazer manutenção preventiva.
Visual retrô; alguns acham um defeito, eu acho legal, essas motos novas com painel que parece do jaspion e sem contador de giro analogico num é comigo não.
Barulho da corrente? Não vejo provblema, ele está lá mesmo e daí? É característica da moto.
Em viagens longas, depois de 1 hora e meia de pilotagem a posição se torna cansativa!
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Recomendo...

. Fácil e ágil, tanto no transito quanto na rodovia. Muito boa em retomadas e a 6ª marcha ajuda muito em rodovia
. Visual muito linda! Painel deixa a concorrência no chinelo.
. Farol mesmo sendo de 35w consegue ser muito eficiente, o globo optico dela deve ter sido muito bem projetado pois ilumina muito bem.
. Manutenção facil e não é tão cara quanto dizem. Moto dá problema independente da marca ou modelo, mantendo a manutenção em dia, não terá grandes dores de cabeça.
Conforto deixa um pouco a desejar
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mas e otima pra viajar a minha fez ontem 150 kh na br 050 de sp pra uberlandia .

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ótima moto para quem esta começando, tem um desempenho legal e ficou barata de comprar

-bonita
-facil de manter
-sai fácil de frente
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Essa é minha terceira moto e a primeira 250cc. Depois de uma strada, cg 150cc e suzuki yes, não tenho que reclamar da minha cbx. Moto com força para sair na frente das outras, mas muito desconfortável para longas viagens e consumo alto( para a categoria). Todavia, circulo no meio do corredor sem problemas e em pequenas viagens, mantém a velocidade de cruzeiro numa boa. Para a próxima, pretendo partir para outra marca.

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