INTRUDER 125
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Conjunto motor/câmbio excelente, comandos macios, engates meio duros mas precisos, motor mega resistente, nenhum vazamento de óleo em 6 anos de uso, uma leve perda de rendimento em temperaturas acima de 30/32 graus, podendo ser resolvido com um bom ajuste de carburação. Vibração do motor que se sente bem nos pedais e pouco no banco e no guidão. Pode-se minimizar com sapatos ou botas reforçados.
Macia e confortável, banco, suspensões, comandos. Entretanto, tudo muito firme, não solta nada, não bate nada, se bem cuidada ela não requer nem reaperto geral como ocorre em algumas motos.
A embreagem e o câmbio ficam suaves com motor em temperatura normal de funcionamento. Quando motor frio, os primeiros engates são duros.
Acima de 80 Km/h, pela leveza da moto e pela maciez das suspensões, ela pode "bambolear" bastante se a pavimentação for irregular. Apesar disso, agarra bem, inclusive em curvas. Recomendo em estradas ritmo de 80/90 Km/h reservando até 100 Km/h para ultrapassagens. Se desejar um ritmo mais forte, procure outra moto de mais potência.
Até o modelo 2006 que é o meu, a Intruder 125 tinha carburador à vácuo. A característica desse carburador é uma preguiça em subir de giro mas nada que comprometa o desempenho, basta acostumar. Pode ser minimizado com gasolina de alta octanagem (premium ou Podium). E acelerar progressivamente evitando o estilo on-off de aceleração que a meu ver não é bom para nenhuma moto. A Intruder 125 gosta de acelerações suaves, esperando o motor encher, até 6, 7, 8 mil RPM, giros onde ela anda muito bem para uma moto 125 de pouca potência.
A parte elétrica é impecável, em 6 anos só troquei duas lâmpadas do indicador de marchas. Bateria dura uns 3 anos.
É um modelo com uma virtude bem interessante: aceita personalização da mais simples à mais radical. Só depende da criatividade e do bolso do freguês.
Em compensação, no "pacote" vem a fraca assistência técnica da J. Toledo. É um tal de abre e fecha de lojas Suzuki que irrita. Neste mês de abril de 2012 estamos com somente uma concessionária para toda a Grande Porto Alegre, enquanto no ano passado tínhamos três. Achar peças originais não é mais difícil que as outras montadoras que muitas vezes a gente acha que é fácil mas muita coisa tem que encomendar. Contudo, depender de uma única loja faz a gente refém. No mercado paralelo se encontra com facilidade e a preço justo peças de vida útil como vela, bateria, pneus, cabos, relação secundária, lâmpadas e mais alguma coisa como guidão e espelhos. Mas quando se necessita de peça por encomenda, aí começa a dificuldade.
Menos mal que a moto é tão resistente e de tão fácil manutenção que faz meses que não entro na loja Suzuki. Faço quase tudo em casa como troca de óleo, lubrificação, troca de peças como bateria, cabos, vela, relação, etc.

Mecânica robusta e confiável
Manutenção simples e fácil
Vibração do motor incomoda um pouco, o motor já deveria ter o eixo balanceador
Falta injeção eletrônica: não há desculpa para isso, em pleno 2012 um motor não dispor de IE
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- Estrada
Atualizado pela última vez: 10 de Setembro de 2012
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Há menos de 30 dias troquei minha 2008 por uma fabricação 2012 / modelo 2013, zero km. A minha anterior também foi 0km, rodei 50 mil km com ela.
[J. Toledo da Amazônia] A fábrica atrasou minha entrega em vários dias e quando recebi veio sem pré cadastro no detran (não pude fazer a documentação imediatamente, fiquei correndo o risco de tê-la apreendida), pra quem usa a moto no mínio por 35km/dia, é duro. A concessionária é boa de migués, daí não cheguei a arrumar briga com eles. O suporte da fábrica é absolutamente horrível, o pronto atendimento do sus sem médico e nem funcionários, dá de 10 à zero neles. Mandei e-mails p/ o atendimento da JTA (
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) com a reclamação, mas para eu conseguir receber pelo menos minimalista respostinha cretina "Estamos trabalhando no seu caso em conjunto com a concessionária e blablabla", tive que fazer um post no Reclame Aqui.
É uma empresa que despreza seus clientes, os quais, teoricamente, devem ser os que fornecem dinheiro para mantê-la funcionando, não? Prova desse descaso, é a resposta da JTA que consta no artigo recente, 03/09/2012, aqui no Moto Online sobre a Intruder 125, no qual a JTA "se reserva ao direito de não responder as reclamações dos clientes", pois somos subjetivos em relação aos problemas que tivemos com os produtos que compramos deles. Além disso, minha reclamação postada no Reclame Aqui, um site grande que muitos consultam a fim de pesquisa antes das compras, consta ainda como aberta, sendo que meu problema já está resolvido, o bendito pré cadastro já foi feito, mas realmente não estão nem aí com a imagem deles (cabe a empresa responder a minha reclamação e eu dar como encerrada ou não).
Enfim, desculpe todo meu ódio à essa empresa, vamos à moto, vou focar na comparação entre a 2013 que comprei agora, com a minha anterior, 2008:
[Encômodo c/ o freio dianteiro] Os freios dianteiros continuam raspando quando andam, ninguém sabe resolver. Na antiga justificavam que era a falta dos furos no disco, sem eles a pastilha ficava suja e fazia barulho. Podia até ser, quando eu limpava o barulho parava, mas agora com os benditos furos, o barulho aumentou. Já levei na revisão de mil km e saiu como entrou. Não voltei pra reclamar que eu sei que vou me estressar à toa. Bendito seja a comunidade do fórum do motonline que me ajuda a resolver meus problemas.
[Consumo] O consumo melhorou um pouquinho, de 39km/l para 42km/l na cidade+estrada. Na estrada apenas, ainda não medi com precisão, parece que faz alguns km a menos. Não sei como o pessoal consegue fazer ela render mais na rodovia, para eu mantê-la a 80km/h no trecho urbano aqui da Rondon, preciso mantê-la à aprox. 7,5mil rpm, ela vai gritando e pedindo arrego: nhénhénhénhénhénhé. A minha antiga, 2008, com o 1cv de potência à mais e com pinhão 16 (o original é 14), eu mantinha 80km/h em torno de 6,5 mil rpm, a moto gritava bem menos.
[Design] O novo logo no tanque ficou muito legal, mas creio que é possível comprar a parte e colocar na antigas. O painel, como já citei, ficou muito sport, na hora de comprar não achei tanto, mas com o passar do tempo andando com ela, me sinto montado numa yes. O sensor de combustível não é linear, quando encho o tanque, o ponteiro vai pra depois da letra 'F' no indicador, pra ele percorrer a letra F inteira, leva uns 120km, mas a linha que vem em seguida, que é muito maior que o F, leva só uns 60, 70km. Isso não atrapalha em nada na prática, mas são detalhesinhos que parece que comprei uma moto made in china. Outra coisa que não parecia tão diferente antes de eu comprar, é o escapamento, apesar da excelente e necessária proteção contra queimaduras, o escapamento está preto, o antigo era cromado, mais um ponto pra minha moto anterior.
[Conforto] O banco parece que ficou mais confortável, mas não posso afirmar com certeza, pode ser apenas os amortecedores novos que me causam essa impressão. Os botões ficaram mais ergonômicos, o afogador veio para o guidão, mas eu não sentia necessidade de nada disso, no máximo a seta que era dura e o sinal de luz alta que não tinha.
[Desempenho] Na minha 2008 eu trocava marcha nos 3 mil rpm, agora se eu trocar com menos de 5 mil, a moto quase estaciona, tenho que ficar esticando marcha, ainda bem que o consumo não piorou por causa disso, se não eu já tinha posto a moto à venda! Sim, o peso em cima da moto continua o mesmo: eu, 85kg + patroa 50kg = 135kg.
Nas subidas é notável a diminuição do desempenho, na minha antiga com o pinhão 16, que teoricamente perderia em arranque em relação ao original 14, eu conseguia subir com menos esforço. Eu preciso reduzir marcha, enrolar a manopla e ainda sim a resposta demora; não era assim com a minha antiga.
[Segurança] O foco do farol da 2013 melhorou muuito em relação à minha 2008. Durante a fase de amaciamento eu não podia ir pela estrada pela limitação dos 5 mil rpm durante os primeiros 800km, pra sair e chegar em casa eu tinha que utilizar umas "quebradas" que não tem iluminação, o farol da minha 2008 deixava muito a desejar, ficava muito receoso em andar por aquele caminho, mas o farol alto dessa nova me dá visão de longe, posso mudar o caminho a tempo se eu desconfiar de algo a frente.
A buzina parece mais baixa, pelo menos aos ouvidos de quem está em cima da moto. Aquela buzinadinha rápida (bi-bi) a alguns metros de um carro com motorista distraído, pra alertá-lo que você está ali, parece que está menos eficiente.
[Rede autorizada] Com a falta de inovação da JTA, tem concessionária fechando de repente. Eu estava indo na que eu tinha comprado a minha 2008, Aguiar Motos - Bauru - pra especular a troca pela 2013, quando cheguei lá, tinha uma placa de "Aluga-se", alguns dias antes eu tinha feito compra na oficina de lá. No fim troquei na concessionária Sotebra, o gerente de lá me disse que eles também foram supreendidos pelo fechamento repentino da concorrente, tinham vários clientes com revisão de mil km a fazer e não sabiam onde ir. Essa concessionária, a única Suzuki sobrevivente de Bauru, tem foco principal nas de alta cilindrada, como eles são os únicos, não devem fechar as portas assim de repente também, mas fico com medo de eu ficar a ver navios, como uma Sundown.
[Meu veredito] Eu defendia essa motinha com unhas e dentes, mas, com infelicidade, eu não recomendo mais pra ninguém, pelo menos o modelo 2013.
Tem alguns pontos positivos na nova sim, mas eu devia ter comprado essas peças à parte e ter trocado somente eles, não a moto toda e recomendo isso a quem estiver pensando em trocar pelo modelo atual.
Se você está com dinheiro e pensando em comprar sua primeira Intruder 2013 0km, recomendo economizar a grana ou pesquisar uma alternativa. Eu cheguei especular a Mirage 150 da kasinski, mas fiquei com medo de encontrar uma placa de aluga-se na única e pequena concessionária aqui em Bauru quando eu precisasse de peças.
Não sei se eu deveria ter dito tudo isso... é capaz de eu colocar a minha à venda e o futuro comprador ler isso daqui e desistir de comprar! rrsrs
Um conselho pra JTA, principalmente aos responsáveis pelo relacionamento com os clientes e pelas novidades nas motos pequenas: abre o Word, escolhe uma fonte bem grande e chamativa e imprime a frase "PASSA-SE O PONTO" num papel bem grande e cola na frente da fábrica, escritório, sei lá...
Ou, quem sabe pra nossa sorte, dá uma crise nessa JTA, ela fali e conseguimos um novo representante da Suzuki no Brasil, que nos trate com respeito e seja inovador.

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Saudades da minha.....

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Por ser uma moto tipo clássica, tem o assento mais baixo que as demais 125cc street, ideal para pessoas não muito altas.

Condição do Teste
- Urbano
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- Estrada

Estilo
Confiabilidade
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É uma moto pra quem quer um veiculo barato, que gaste pouco e que possa ter tranquilidade em poder ir, parar em qualquer lugar e vir de volta sem sustos, mais fácil te pararem para roubar sua carteira ou seu celular do que a moto, ótima moto!!!!

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Foi a primeira moto que eu comprei, tenho outras maiores e não consigo me desfazer dessa pequena. Muito bonita, vem bem equipada considerando a média do segmento. Tem boa ergonomia e acomoda bem um garupa. Com essa moto e já caí seis ou sete vezes. Tudo que precisei trocar até agora foram alguns piscas e espelho. O guidão eu troquei depois do quarto tombo, só por segurança, não queria desentortá-lo novamente. O chicote elétrico dela é chinês e muito frágil, minha lanterna traseira entrou em curto por causa disso. Fora isso, em manutenção nesses cinco anos, só o usual. Nunca me deixou na mão.
Na lista das manutenções em cinco anos de uso:
- Cabo do tacômetro: x2
- Cabo do velocímetro: x2
- Desmultiplicador: x1
- Disco de freio: x1
- Pastilha de freio dianteiro: x6
- Sapata do freio traseiro: x2
- Pneu dianteiro: x1
- Pneu traseiro: x2
- Lâmpada do farol: x2
- Lâmpada de posição dianteira: x1
- Lâmpada de posição traseira: x3
- Luz de freio: x3

Consumo
Manutenção simples
Visual
Equipamentos de série
Pouca durabilidade de algumas peças
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Tenho a minha há 2 anos e 2 meses. Comprei zero em 2010, porém a moto é 08/09, e já se foram 70 mil km sem nenhum problema mecânico (apenas 2 pequenos vazamentos em retentores que foram subtituídos sem necessidade de abrir o motor) e a moto ainda está andando muito bem (parece que melhor que nova), pois subi a serra da tamois a 60 km/h com garupa (peso total = 200 kg).
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Não é a moto ideal pra estrada, mas dentro de suas limitações ela já me levou longe, já fiz várias viagens acima de 250km e fui de boa, inclusive fui duas vezes com ela (2010 e 2011) a Alto Caparaó (380km de BH cumprindo o trajeto com 7 horas) Estou na minha segunda intruder, recomendo!!!

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Modelo do tipo que "... ou você ama, ou não gosta..." Mas, quem tem geralmente adora ! Moto de baixo custo, bem equipada, mas com preço de revenda pequeno. Se pretende fazer "investimento" compre outra marca. Esta, eu pretendo usar até acabar. Comprarei outra moto, de outra marca e cilindrada maior em breve, mas não pretendo me desfazer dela, para rodar na cidade.

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A moto é minha desde zero já tem sete anos, nesse tempo todo só agora com 5800 tive que retificar pistão e biela, mas até então só alegria. Viajei muito com muito peso em cima dela e nunca me deixou na mao. Nunca me descuidei da manutenção periódica também. Acho uma boa compra, na verdade gostei tanto que acabei comprando uma intruder 250 também, hoje tenho as duas.

Certa facilidade de achar peças no paralelo (não é facil igual honda, mas também não é bicho de sete cabeças como muitos dizem).
Moto completa.
Confortável.
Baixo custo para aquisição.
Moto muito resistente. (apesar de a minha eu ter tido que retificar pistaõ e biela por estar fumando com 5800km, antes disso fiz muitas viajens andando eu a patroa, e alforjes lotados, mantendo o giro alto por muito tempo, acho que por isso tive que fazer esse reparo tão cedo, mas a moto nunca subiu em um reboque em 7anos).
Os ladrões não gostam e por isso baixa taxa de roubo (ando despreocupado).
Moto leve o que facilita manobras no transito.
Moto baixa o que para minha estatura é uma grande vantagem, para quem é muito alto pode se tornar desvantagem.
Apesar de baixa a distancia livre do solo é razoável então nunca raspa no meio fio ou em quebra molas.
Baixo consumo (eu acho) a minha fas 32km/l apesar de ser uma 2004 carburada, se não me engano as mais novas são ainda mais economicas.
Baixo valor de revenda.
Perde muito o desempenho ao subir ladeiras.
Apesar de não ser impossível andar em estradas de terra com ela, não é das mais confortáveis nessas ocasiões, até porque não é o propósito dela.
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Procurava uma moto com estilo clássico e de qualidade, ae quando vi essa magrela, pensei, essa é a moto. Pesquisei com os amigos do Motonline e me informei da qualidade e robustez dessa maquininha. Logo comprei uma 0km 09/10, e é só alegria. A moto além de estilosa é muito robusta e de qualidade. Recomendo.

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Boa moto. Eu recomendo.

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Se você comprar uma Intruder 125, tenha em mente que você vai casar com a moto, porque para revender depois é um parto, ninguém quer a sua moto, nem mesmo as concessionárias Suzuki. Todo mundo vai desvalorizar a sua moto, por mais conservada que esteja.
Comprei a minha de um colega, com 15.000km e atualmente ela está com 26.000km.
É uma moto valente, apesar de possuí-la há três anos para lazer e residindo no interior, já fui para São Paulo-Capital umas 6 vezes (distância de 600km ida e volta), portanto, conheço bem a moto.
É confortável, econômica e resistente.
Quanto a parte elétrica, sempre apresenta um probleminha aqui e alí, coisas simples, mas que te toma um certo tempo, como por exemplo, queima de lâmpadas (principalmente a traseira) e gasto excessível de bateria. Não recomendo pilotar a noite, porque o farol é muito fraco, principalmente em rodovias.
Quanto a parte mecânica, a minha moto por exemplo, na rodovia quando chego perto dos 100 km/h, o motor começa a falhar e quando paro a moto, como por exemplo para abastecer, fica difícil de ligar a moto novamente, devido a alta temperatura do motor. Tenho que tentar uma três ou quatro vezes. Já mandei limpar o carburador, troquei a vela, bateria, mas essas falhas ainda persistem e se eu continuar insistindo, vou gastar mais dinheiro, até que o mecânico descubra o defeito. Sempre faço as manutenções regulares: troca de óleo, filtro, relação, freios e pneus.
Câmbio: Nunca deu problema.
Já tentei vendê-la uma vez e não consegui. Ficou três meses em uma concessionária Suzuki na minha cidade que depois acabou fechando. Agora estou tentando vender a moto novamente, para comprar uma 150cc. Pelo jeito, não vou conseguir sair da marca, porque somente algumas concessionárias Suzuki é que estão aceitando ficar com a minha moto a base de troca, mas pagam 40% a menos do que ela vale.
Portanto, devido a esses problemas eu não recomendo uma Intruder.

Sempre apresenta um probleminha aqui e ali, fazendo com que você perca a confiança na moto e marca.
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Comprei a minha moto assim que tirei a habilitação na categoria A (já tinha na categoria B). A qualidade da moto, reputação da marca, assim como seu baixo consumo e preço abaixo da maioria das outras motos da categoria, me fizeram optar pela Intruder.
Recomendo a todos que pensam em uma moto para utilizar no dia a dia como transporte, por sua versatilidade no trânsito e também para passeios de fim de semana.
Recomendo ainda, para motociclistas iniciantes, que estão pensando em adquirir a primeira moto.

Fácil manutenção;
Moto leve e de fácil dirigibilidade; (o que a torna uma excelente opção como primeira moto, que é o meu caso);
Indicador de marchas; (mesmo caso acima);
Confortável; (para pessoas de até média estatura)
Baixo consumo;
Apesar de não ser feita para estrada, dentro de suas limitações, aguenta tranquilo trajetos de curta a média distância.
Um pouco "instável" na estrada, por ser muito leve, porém, mesmo caso acima;
Um pouco fraca em subidas com garupa, mas nada que torne isso um fator decisivo para rejeitá-la;
Pode ser desconfortável para pessoas mais altas, por ser uma moto pequena;
Baixo valor de revenda, fazendo com que valha mais a pena mantê-la por muito tempo, ou já adquirir uma usada em bom estado.
Condição do Teste
- Urbano
- Estrada
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A Intruder me surpreendeu muito, quando comprei a moto não achei que seria possível realizar pequenas viagens com segurança devido a comentário que a moto tinha "dificuldades" para andar em estradas devido ao seu moto "fraco", depois de algum milhares de km rodados fiz minha primeira viajem para a praia, um trecho pequeno, cerca de 80km, a moto se comportou muito melhor do que eu esperava atingindo no caminha velocidades superiores a 120km/h (no velocímetro), claro que não conseguia manter essa velocidade por muito tempo, mas para uma ultrapassagem ou para sentir o vento um pouco mais forte era bem divertido, depois dessa viagem houveram outras para a praia e alguma para o interior (a maior com 170km na ida e + 170km na volta em um fim de semana) e em todas a Intruder deu conta com recado com folga.
Houveram problemas sim, mas todos causados ou por falta de informação de minha parte (essa é minha primeira moto) ou por mecânicos, que não sabem o que fazem, como o kit que relação que eu tive que trocar com 9k km rodados por não saber que tinha q ser lubrificado constantemente e na semana passada um vazamento de óleo provocado pelo parafuso do óleo do moto espanado por um mecânico de uma loja conhecidíssima na cidade onde moro em uma troca de óleo.
Em resumo, a moto é excelente. Uso todos os dias para ir e voltar do trabalho e para transporte nos fins de semana.

Resistente
Confortável
Econômica
Condição do Teste
- Urbano
- Estrada
Atualizado pela última vez: 18 de Novembro de 2012
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Sei que não é muito tempo, mas pretendo voltar a dar minha opinião depois de alguns milhares de km rodados. De qualque forma, acredito uma opinião com pouca quilometragem também ajudar. Eu tive problemas na concessionária por causa de um gerente com má vontade. Comprei a minha no financiamento e enquanto eu aguardava a liberação para dar entrada na documentação junto ao DETRAN, pedi ao gerente para mudar de cor. Ele foi bem rápido e desantencioso ao dizer que isso não seria possível, e ainda disse que a demora nessa liberação era culpa da Suzuki. Depois de vários retornos, decidi enviar uma mensagem pra Suzuki, e, p'ra minha surpresa, surtou efeito. A fábrica ligou para lá cobrando explicações e o gerente teve que dar lugar a outra pessoa para que limpasse esse mal entendido (e vários outros com outros clientes). Fiquei sabendo através do substituto que não só era muito possível trocar a cor quanto rápido, mesmo sendo um financiamento, e também fiquei sabendo que a culpa pela demora na liberação da documentação para registro no DETRAN era culpa do gerente enrolado. Ou seja, eu 'tava ficando com uma péssima impressão da Suzuki, mas a fábrica se mostrou atenta à minha insatisfação e o substituto idem, o que acabou por reverter essa má imagem e me fazer perceber que aquele atendimento desinteressado era um fato isolado relacionado a uma pessoa em particular.
Quando retirei a motocicleta e estava rodando, notei que havia um desalinhamento na moto. No outro dia levei lá e eles deram uma ajustada na mesa, ou na bengala (não lembro direito), e ficou tudo certinho. Estes foram os fatos ocorridos durante a compra do veículo. Cogitei comprar a "Yes" 150, mas eu teria que dar uma entrada 4 vezes maior para poder ter uma parcela no mesmo valor, o que estava fora das minhas condições. Se bem que o desenho geral da Intruder me agrada mais. Eu gosto, e talvez prefira—ainda vou descobrir isso direito—, a ciclística de uma 'street', mas a similaridade com a Yes realmente não me instiga. Pretendo trocá-la por outra após pagar metade, e espero que até lá eles tenha posto o motor 150 na Intruder, do contrário, que pelo menos tenham melhorado o desenho da 150, senão provavelmente vou partir para outra marca. Estou muito satisfeito e essa intenção de trocar por outra é apenas porque realmente não quero passar muito tempo com quaisquer moto 125 cc que seja. No geral, pelo preço e comparando com as outras opções na mesma categoria, me pareceu a melhor escolha.

– Bom desempenho a partir das 7.000 rpm;
– Apesar de utilizar uma lâmpada própria, menos popular e menos barata, ilumina razoável e no farol foca bem na baixa, mas ainda melhor na alta;
– O 'design' é muito agradável a harmonioso, mesmo para quem não é chegado a motocicletas;
– O visualizador do nível do óleo é muitíssimo conveniente.
– Excesso de vibração na faixa em torno das 6.000-6.500 rpm;
– Câmbio ríspido;
– Decalques das tampas laterais destoa do resto dos cromados da moto (são menos chamativos);
– Frente leve acima dos 80 km/h, com o guidão a bambolear às mínimas irregularidades, em especial nas curvas;
OBS: Quanto mais pesada a moto fica, mais esse bambolear diminui, e com garupa (no meu caso somando em torno dos 140 kg), praticamente desaparece e a moto fica bem firme.
– Posição das pedaleiras não combina com a posição do corpo; deveriam ser mais à frente;
– Marcador de combustível muito impreciso. Demora para começar a baixar, mas quando baixa, é bem rápido.
Condição do Teste
- Urbano
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Faz 3 anos que comprei a Trudy usada. Tive que consertar algumas peças devido a um acidente sofrido pela antiga dona. Até então a moto tem apresentado o mínimo de custo de manutenção. Praticamente só gastei o essencial: troca de óleo, gasolina e impostos..., troquei a bateria por causa do tempo de uso mesmo e + algumas personalizações, como as substituições abaixo:
- guidão original (que estava torto) por um da RX-180;
- farol dianteiro por farol de Brasília + faróis Philips Powervision;
- farol traseiro "marmitão" por um cruz de malta adaptado;
- pneu traseiro original por um City Demon 120/90 de Intruder 250;
- piscas antigos pelos redondos.
De fato a moto é realmente um trator, apesar de não ter o melhor visual original, oferece um excelente custo-benefício, principalmente para uso urbano.

- Ótimo consumo, na faixa de 35 km/litro para mais
- Funcionalidade do painel: conta-giros, marcador de combustível e afogador no guidão (2012)
- Preço
- Pouco visada para roubo
- Excelente dirigibilidade, muito ágil no trânsito
- Ótimo conforto para uso urbano
- Farol original muito ruim para uso noturno, é altamente recomendada sua substituição.
- Painel novo ficou muito "sport" e distoa do resto do conjunto. Não deveriam ter mudado.
- O visual original não agrada muito, mas nada que uma personalização não melhore!
Condição do Teste
- Urbano
- Estrada
excelente moto , tem freios a disco , partida elétrica, rodas de liga, tem estilo e não é visada por ladroes. muito boa para o uso urbano e pequeno trechos de estradas.

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Uma boa moto para uso diário, como ir ao trabalho ou a faculdade.
Não tem a mesma potência de outras 125, perde mesmo para sua irmã Yes 125, mas atende a necessidade de transporte.
Não é muito confortável se você tiver 1,80 de altura, mas não é insuportável.
Atinge uma velocidade aceitável na estrada.
Revisões e peças são caras como em qualquer concessionária, mas não tive dor de cabeça (pelo menos em Guarulhos sempre fui bem atendido), o chato é não encontrar muita coisa paralela, mas se não ocorrer algum acidente ou imprevisto, as peças que desgastam são encontradas na moto peças, como filtro de óleo, relação, cabos, etc.

Fácil de passar no corredor.
Silenciosa.
Estilo clássico (lembra motos dos anos 80, mas com acabamento mais arredondado).
Piscas relativamente resistentes.
Painel com conta giros e mostrador de marcha em posição de fácil leitura.
Espelhos resistentes.
Rodas bonitas
Bons amortecedorers.
Paralamas metálicos
Relativamente confortável para o garupa.
Chave de partida com posição de estacionamento, que libera a chave mas mantem as luzes acesas para sinalizar em paradas rápidas.
Comandos elétricos robustos.
Cambio macio
Embreagem leve
Cambio com boa diferença entre as marchas ajuda no desenvolvimento da velocidade.
Até o modelo 2011 a lanterna era horrível.
É difícil trocar algumas peças em casa pela primeira vez (parece que colam os parafusos).
Espelhos até o modelo 2011 não tinham visibilidade tão boa.
Peças originais caras e dificuldade para encontrar paralelas.
Pelo menos na 2008 o freio dianteiro deixa a desejar
Não é confortável para pessoas de estatura média.
Trava do guidon (2008) em posição onde é fácil quebrar a chave por esquece-la no miolo e virar o guidon.
Tanque pequeno
Manoplas desconfortáveis.
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- Estrada
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- Terra
- Estrada
Comprei para minha esposa aprender a andar de moto.
Mas ainda não criou coragem para tirar a carteira. de vez quando ando nela e gosto muito da dirigibilidade e pelo custo beneficio.
Considero uma excelente moto para que vai começar no mundo da moto. Além de baixo risco de roubo.
Acho que vou vende-lá ano que vem, se minha esposa não querer tira a carteira, vai deixar muita saudades pois gostei muito dela.
A minha esta com banco mais macio, para-brisa, protetor de motor e alfarge traseiro.

facil de dirigir no corredor
peças baratas
facil de manutenção
excelente na cidade
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Dizem que a manutenção de uma intruder é cara, na verdade quando nos dispomos a comprar peças originais pagamos caro em qualquer moto; Dizem que é ruim de revenda e desvaloriza muito, lenda , no nosso cenário econômico qualquer veículo usado desvaloriza em detrimento do novo; Dizem que moto é honda mas eu prefiro uma suzuki que eu sei que vai ser minha até qdo eu quiser já uma honda ....se os ladrões não levarem...

-Inquebrável
-´Não é visada;
-Completa
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- Urbano
- Terra
- Estrada
- Pista
eu comprei para ter mais economia ,já que tive apenas motos com cilindrada acima de 250CC mas não me arrependo ,estou muito satisfeito com a motocicleta

Condição do Teste
- Urbano
- Estrada
sou usuário inciante em motociclismo. testei algumas motos, diversas categorias e modelos e a que mais me agradou foi a Intruder 125. comprei uma usada com baixa quilometragem e estou gostando muito. para mim tem sido uma excelente escolha.

Condição do Teste
Atualizado pela última vez: 17 de Julho de 2012
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Ótima moto para trabalho, uso urbano e pequenos passeios.
Custo de manutenção baixo se comprar peças paralelas.
Resistente, não é a toa que os correios usam, mas fraca em subidas e ultrapassagens.
Indico para quem quer uma moto para uso urbano, trabalho ou passeios curtos, com conforto e fácil dirigibilidade.

Fácil de pilotar
Leve
Muito confortável
Baixíssima manutenção
Manutenção relativamente barata (retrovisor custa 55,00 um lado na concessionária, mas uns 15,00 as duas paralelas na rua)
Boa qualidade das peças (a cromagem da kansas enferrujou toda com 2 meses, a minha intreuder é 2008 e não tem ferrugem)
Moto bem resistente (não confunda resistência com força)
Freios precisam melhorar
Vibra bem, mas não incomoda
Não é bonita, precisa passar por reestilização
Condição do Teste
- Urbano
- Terra
- Estrada
colocar injeção eletrônica melhoraria o desempenho

Condição do Teste
- Urbano
- Terra
- Estrada
Há quem disgoste do seu estilo, mas eu prefiro o visual retrô. Dentre a categoria, creio que é a custom mais indicada para os que procuram uma moto para customizar.
Faço viagens sempre garupado, mais de 150kg com passagerios e bagagens, e ela desenvolve bem, para uma 125cc. Mas não espere muito.

Muito fácil de customizar.
Econômica.
Silenciosa.
Pouco visada pelos alheios.
Se estiver pensando em revenda, desista. Com certeza não é um investimento $$.
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Tive essa moto por 3 meses, e foi uma das melhores, claro que dentro do seus limites, pois é uma 125 cc, mas foi uma ótima opção para quem quer algo para o dia a dia, que fuja das características das gerais. Fiz até viagens com ela em torto de 1000 Km e se comportou muito bem!!! Não tenho mais, mas se fosse para ter novamente uma 125, com certeza seria ela! Mais do que recomendado para quem não quer uma normal!

Seu consumo é muito bom! Dá para chegar em 40 Km/l
Conforto na posição e seu banco
Uma das únicas no estilo da categoria
Ótima manutenção, se manter, não terá dor de cabeça
Bom rendimento para uma 125 cc
É uma boa opção para customizar, existem vários acessórios e possíveis para criar
Há uma gama boa de peças de outras motos que se adaptam bem a ela
Algumas peças caras e difíceis de encontrar dependendo de onde mora
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Boa moto para o perimetro urbano, andando bem no trânsito, porem perde um pouco nas retomadas devido a baixa cilindrada, mas que não quer uma moto para correr e sim para chegar , eu recomendo. O custo de manutenção é baixo, troquei na minha até agora oleo, vela, filtro de óleo e filtro de ar. Mas outras peças como manete de freio e de embreagem que preciso trocar, não estou achando no mercado paralelo, só mente original e a um preço caro para uma moto que tem um preço final baixo no mercado em relação as outras marcas. Mas no geral é uma boa moto, mas torço para que a SUZUKI troque o motor de 125c para 150cc mas mantendo o preço. Se isso acontecer, vai ficar estreito o mercado para as concorrentes.

Condição do Teste
As manutenções e revisões se feitas na concessionárias saem muto caro coisa de quase 200% a mais que em uma oficina normal.

O consumo é excelente também entre 30 km/l a 40 km/l, isso estando sempre com a manutenção em dia!
Eu recomendo com certeza!!!
A manutenção dela em si é barata, compatível com a categoria, mas, o preço do pneu traseiro original da Pirelli é absurdo, aqui em Americana-sp está 138$, muito cara para a categoria dela!
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Atualizado pela última vez: 28 de Fevereiro de 2013
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Sinto por não haver opção com motorização mais potente. Como 125 ainda é fraquinha

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Perfeita para ir e voltar do trabalho na cidade.

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Atualizado pela última vez: 12 de Maio de 2013
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não me arrependo de te-la comprado, porém deveria ter escolhido a Kasinski 150, a intruder 125 é uma ótima moto, eu faço pequenas viagens com ela cerca de 200km de distancia e me apaixonei por moto, pena que a modelo 250 americana não vai chegar no brazil pois tenho certeza que desbancaria todas as 250cc da categoria, enfim vale a pena para uma moto de primeira viagem. Vou vender a um amigo para migrar para a kasinski 250cc mais com dor no coração, quando ele não quiser mais eu talvez compre de volta rsrsrsrs. Eu recomendo.

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