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TÓPICO: Notícias envolvendo motos.

Notícias envolvendo motos. 05 Mar 2011 16:32 #1921

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Notícias envolvendo motos. 05 Mar 2011 17:15 #1922

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Sábado, 05 de Março de 2011 - 19h49 ( Atualizado em 05/03/2011 - 19h55 )

Motociclista de Ribeirão Preto refaz o percurso de Che Guevara
Trajeto foi baseado na história mostrada no filme ‘Diários de Motocicleta’, com Gabriel García Bernal


Maria Fernanda Rodrigues


Foto: Paulo Henrique César / Arquivo pessoal
Registro de viagem Paulo César no deserto do Atacama; cliqeu para ver mais fotos




O gosto por longas aventuras sobre duas rodas surgiu ainda na infância. Paulo Henrique César costumava ser carona constante na garupa da moto do pai em muitas de suas viagens. Aos 18 anos, resolveu comprar sua primeira motocicleta, uma Strada CBX 200, ano em que realizou sua primeira viagem pelo litoral do Rio de Janeiro e São Paulo, em um percurso de aproximadamente 2 mil quilômetros.


Mas, foi aos 23 anos que o analista de sistemas, nascido em Brasília e morador em Ribeirão Preto há dois anos, realizou o seu maior feito: percorrer, numa Yamaha Fazer LE 250, o mesmo caminho percorrido por Che Guevara pelos países ao Sul do continente, em 1952, ou pelo menos quase por completo.


A viagem do líder da revolução cubana foi relatada no filme "Diários de Motocicleta" (2004), com Gael García Bernal no papel de Che Guevara e direção do brasileiro Walter Salles. "Eu já tinha a ideia de realizar uma viagem pelo Chile antes mesmo do filme sobre o Che ser lançado, mas é claro que o filme foi bem inspirador e aguçou ainda mais essa minha ideia", diz Paulo César, ou PC, como é conhecido.


Ele conta que ao todo foram cinco anos de planejamento e à espera da melhor oportunidade para realizar o seu grande sonho. A certeza veio em outubro de 2010, após marcar as férias na empresa onde trabalha, e foi a partir dali que começou a reunir a documentação e os equipamentos necessários para camping e um bagageiro espaçoso o suficiente para armazenar alimentos e utensílios como fogareiro e panelas.


"O objetivo era acampar todos os dias e já sabia que os dias e noites seriam frios, então me preparei bem nesse quesito comprando equipamentos mais resistentes ao frio e à chuva. Foram precisos proteção para o motor da moto, bagageiro, barraca, fogareiro, recipientes especiais para armazenar alimentos e também um GPS", lembra o analista de sistemas.


Os relatos da viagem de Paulo César estão no blog http://motonapanamericana.wordpress.com/


23 dias[/b]


Documentos da moto providenciados, vacinas em dia, leis de trânsito do Mercosul em mãos. Já estava tudo pronto para a viagem, que teve início no dia 20 de dezembro do ano passado e terminou no dia 13 de janeiro.


Foram 23 dias de viagem, com partida de Ribeirão Preto a Foz do Iguaçu. A cidade paranaense foi a porta de entrada para terras argentinas. Na rota de oitos dias, fez paradas estratégicas em cidades como Posadas, Rosário, Santa Rosa, Neuquén, San Carlos de Bariloche e foi lá, por sinal, um dos lugares que ele julga mais interessantes de toda a viagem, como as planícies e a área da Patagônia argentina, que envolve a cidade de Bariloche, as Rutas (rodovias) 040 e dos Sete Lagos e vários parques nacionais.


"A Argentina foi uma surpresa com relação à receptividade. Conheci pessoas que me ajudaram em alguns problemas que tive com a moto ou quando não encontrava local para ficar. Os argentinos são pessoas muito hospitaleiras", afirma Paulo César. No Chile, país que percorreu durante dez dias, ele encontrou uma das paisagens naturais mais bonitas. "Um dos locais mais interessantes foi Chiloé, onde peguei um barco e fui até uma pequena ilha em que estavam vários pinguins", relata PC.


Clima e paisagens[/b]


Na estrada, durante os 23 dias de viagem, Paulo César conta que encontrou todo o tipo de clima, frios amenos e mais intensos, chuva e sol. Na Argentina, foi surpreendido por tempestades de chuva e vento. Surpresa também aconteceu ao passar entre as montanhas nevadas e, mesmo assim, com um sol forte que, segundo ele, era suficiente para queimar a pele.


Clima hostil e ventos fortes ele enfrentou no Deserto do Atacama e, na Bolívia, a aventura foi ainda mais intensa ao percorrer estradas não pavimentadas e desertas.


"A Bolívia realmente me surpreendeu em todos os lugares que passei. Uma região muito selvagem, onde vi muitos animais e paisagens que me deixaram chocado, principalmente porque não consegui encontrar muitas fotos desse país em minhas pesquisas", diz.
[/b]


Camping[/b]


O analista de sistemas lembra que quase todas as suas refeições foram feitas por ele mesmo, utilizando fogareiro. O cardápio variava entre feijoada, carne e mariscos enlatados. Para dormir, utilizou hotel apenas cinco dias, nos outros, ficou em campings, pesqueiros, quintal de moradores e até na praça central de Rufino, na Argentina.


Foi em um camping de Pucon, inclusive, que ele passou a virada do ano. "Passei o réveillon no camping, comemorando com uns vizinhos de barraca, eles estavam assando cordeiro e fazendo outras comidas da região", conta Paulo César, que garante: mesmo sem ter completado todo o percurso programado - ele teve que desistir da passagem pelo Peru - acredita que conseguiu atingir além de suas expectativas com a viagem.


"Aumentei o percurso no Sul e consequentemente tive que diminuir ao Norte. Porém, dos 12 mil quilômetros planejados, percorri 12,5 mil quilômetros, e gastei bem próximo dos R$ 3 mil que pretendia gastar. Sobraram apenas 100 reais. E dos quatro países que pretendia passar só não passei por Peru, que foi trocado pelo Paraguai", conclui.


Para PC essa viagem foi apenas o começo. Ele está em busca de patrocínio para sua próxima aventura, programada para 2012. Sobre uma bicicleta, pretende chegar até Ushuaia, a cidade argentina localizada no ponto mais ao Sul do Planeta.

Correa40607.8723148148
Viva e deixe viver.
INTRUDER 125, YS250, FZ6N,Bayou250 e Fourtrax420
www.youtube.com/user/Clipoteca/videos?view=0
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Notícias envolvendo motos. 05 Mar 2011 17:20 #1923

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Yamaha XT1200Z Super Ténéré 2012


À venda nas Concessionárias Autorizadas Yamaha na segunda quinzena de março, a Super Ténéré renasce com um novo padrão de excelência para continuar o mito


O sonho de cada motociclista é diferente, mas a máquina dos sonhos sempre é aquela que possibilita que você “Vá Além” de qualquer coisa que já vivenciou antes. Foi para isso que a Super Ténéré foi construída. É um puro sangue que leva o lendário espírito Ténéré além das estradas pavimentadas, para as montanhas ou viagens de longas distâncias.



Super Ténéré XT 1200 2012 (foto: divulgação)


O que está além da próxima serra? Pode ser um mundo verde ou um trecho árido de terra amarela sob um céu azul. Você poderá encontrar animais selvagens ou os sorrisos do povo local. Fora da cidade para o interior, a estrada à sua frente pode seguir reta como uma flecha ou sinuosa rumo às colinas. Seu caminho pode sair da rota pavimentada para estradas de terra e trilhas. Você pode querer viajar longas distâncias com um(a) amigo(a) na garupa. Ao conduzir a Ténéré, a aventura os espera e os únicos limites são o que você se atreve a sonhar. Esta é a máquina que agrega o sonho de aventura, transpondo fronteiras internacionais, onde quer que o seu sonho o leve.

O olhar do “Funcionalismo humano” e o espírito Ténéré

O design externo da Super Ténéré não é mera decoração. É design escultural baseado na interação entre o piloto e a máquina e a funcionalidade na estrada. O ideal é um design que estimule o condutor orientado a esportes da maneira que somente a Yamaha motos consegue, enquanto que simultaneamente oferece uma composição original de elementos e mecanismos que dão a impressão tanto de engenharia de funcionalidade quanto estética. A Yamaha chama isso de “Funcionalismo humano” e é um estilo que incorpora o espírito Ténéré.
Motor Compacto para Viagens Intercontinentais. Design compacto inovador que se prova em estradas de terra e serras


O sistema de lubrificação é do tipo cárter seco que possibilita a maior distância mínima do solo desejada para performance em estradas de terra. A bomba d’água e balanceiro dianteiro compartilham o mesmo eixo e um desenho inovador é usado onde a bomba de óleo sai do eixo balanceiro dianteiro contribuindo para um propulsor compacto. O desenho do reservatório de óleo do carter seco torna possível a concepção de um chassis mais compacto e melhor centralização das massas, enquanto também oferece generosos 205 mm de vão livre do solo. É claro que a melhor centralização da massa da máquina significa condução mais leve e fáceis manobras em estradas sinuosas, aumentando o prazer na condução em uma variedade de diferentes ambientes.

O novo motor de virabrequim de 270 graus


Super Ténéré XT 1200 2012 (foto: divulgação)


Pode ser um tanto complicado dizer que a adoção de um intervalo de virabrequim de 270 graus tem o único propósito de melhorar a tração. Na verdade, nesse modelo, o virabrequim de 270 graus não só fornece a forte tração inerente a esse formato, como também uma sensação suave que se aproxima daquela de um motor com virabrequim de 360 graus. A combinação das configurações YCC-T especiais e a otimização do sistema de transmissão com seu eixo cardan conferem uma personalidade totalmente nova ao desempenho desse motor com virabrequim de 270 graus. Essa nova personalidade é tipificada por “abundante tração” do tipo que permite que o condutor acelere com prazerosa potência em marcha alta sem reduzir ao conduzir em estradas secundárias.

Explicação de “torque”

Torque é uma força de dois componentes, a força criada pela combustão, chamada de “torque de combustão”, e a força criada pelo movimento reciprocante do pistão, chamada de “torque inercial”, que juntas constituem o torque total criado pelo motor, chamado de “torque composto”. O que geralmente é chamado de torque, na verdade, é esse “torque composto”. O “torque de combustão” é aquele resultante da combustão e é diretamente relacionado à aceleração do condutor. Por outro lado, o “torque inercial” depende da rpm do motor e é criado


pelas revoluções do virabrequim. Portanto, não é diretamente relacionado à aceleração do condutor.


Com um motor de virabrequim de 270 graus de 2 cilindros em linha, o desnível de 90 graus (1/4 de evolução) entre os movimentos das duas bielas reduz o torque inercial a quase zero. Isso confere ao torque composto e ao torque de combustão valores virtualmente iguais. Consequentemente, isso contribui a uma resposta mais linear à aceleração do condutor e características superiores de tração.

Pontos de Desenvolvimento

O apelo do motor de virabrequim de 360 graus de 2 cilindros convencional é seu desempenho suave, enquanto que um motor de virabrequim de 270 graus de 2 cilindros tem a vantagem de maior tração. O novo motor da Super Ténéré foi projetado para fornecer a tração de um virabrequim de 270 graus enquanto adiciona um novo potencial de suavidade parecido com aquele do virabrequim de 360 graus. Isto é possível por um desenho que combina um afinado equilíbrio das configurações do YCC-T especialmente customizada para o virabrequim de 270 graus e o desenho do sistema de transmissão com seu eixo cardan otimizado com engrenagem hipóide para fornecer melhores características de amortecimento.

Características da Super Ténéré
Modo selecionar função adotada

Este modelo vem equipado com a função “YAMAHA D-MODE” que permite ao condutor selecione modos de pilotagem para se adequar a uma maior gama de condições de condução. Esse recurso é possibilitado pelo YCC-T (Yamaha Chip Controlled Throttle/ Chip de Aceleração Controlada) para otimizar a abertura da válvula da borboleta.


Este dispositivo de seleção de modo permite que o piloto escolha o “S Mode”, que faz a sintonia fina da regulagem e resposta do motor para fornecer uma condução mais esportiva, e o “T Mode”, criado para proporcionar facilidade de utilização em viagens ou voltas na cidade, oferecendo, assim, opções para acomodar diferentes preferências e condições de condução. Os dois modos podem ser selecionados por meio de uma chave no guidão e o modo atual de funcionamento pode facilmente ser visualizado em um display no painel de instrumentos.

Controle de tração para uma moto de aventura

Condutores querem curtir o desempenho de alta cilindrada em estradas de terra também. Mas com certeza não faria sentido se ter boa performance em estradas de terra tirasse o prazer e emoção de ter desempenho de alta performance na ponta dos dedos. É por isso que este modelo adota tecnologia de controle de tração. Essa função é embutida no sistema YCC-T (Yamaha Chip Controlled Throttle). Informações dos sensores de velocidade das rodas da frente e de trás são utilizadas para detectar o giro da roda traseira e, então, são processadas instantaneamente pelo ECU e sinais são enviados para regular o YCC-T, tempo de ignição e injeção de combustível de maneira abrangente. Isso ajuda a otimizar a tração na roda traseira, minimizar os efeitos negativos no desempenho da máquina, especialmente durante a aceleração em superfícies com baixa tração, e fornecer melhor dirigibilidade em geral. O sistema também inclui uma escolha de dois modos operacionais, “TCS1” e “TCS2,” bem como uma posição “Off ” (desligada).

ABS com controle linear

Um sistema ABS linear (com capacidade de infinitos ajustes variáveis da pressão hidráulica) é adotado para dar suporte à frenagem do condutor em momentos quando frenagens bruscas devem ser feitas ou ao encontrar mudanças repentinas na superfície das vias. Informações dos sensores nas rodas dianteira e traseira sobre a rpm da roda são utilizadas para calcular a velocidade da roda e taxa de desaceleração, velocidade e patinagem em tempo real. Quando a tendência de travar é detectada a partir desses dados, sinais são enviados para a unidade de controle hidráulico para reduzir a pressão hidráulica ao ocorrer o travamento e aumentar novamente a pressão hidráulica ao se resolver a tendência de travamento. A repetição desse processo possibilita a frenagem sem travar a roda.

Sistema Unificado de Freios (sistema unificado de freio dianteiro e traseiro) ajuda o condutor em momentos como condução em pé

Com certeza, existem momentos, como ao conduzir em pé ou em viagens de longa distância, quando o piloto deseja se ver livre da necessidade de usar o freio traseiro. É aí que o Sistema Unificado de Freios é um recurso bem-vindo. Quando o piloto apertar o freio da frente, o sistema detecta a força aplicada, a velocidade e a carga que se está carregando e ativa um nível apropriado de frenagem da roda traseira por meio de um sistema de controle elétrico. E, para evitar a interferência com o trabalho de frenagem do condutor, o sistema foi projetado para que a função do Sistema Unificado de Freios seja cancelada nos momentos quando o freio traseiro for ativado antes do freio da frente.

Garfo dianteiro com tubos internos de 43 mm de diâmetro

Para fornecer dirigibilidade natural em tudo, de viagens de longas distâncias à condução em estradas de terra e serras, a suspensão dianteira tipo telescópica invertida com tubos internos de 43 mm de diâmetro é adotada. Essa suspensão é totalmente ajustável para pré-carga e amortecimento de forças de compressão e ressaltos. A suspensão traseira é mono-amortecida com link. É ajustável para pré-carga e força de amortecimento de ressaltos. Adicionalmente, para facilitar o ajuste da suspensão para acomodar diversas condições de condução, o mecanismo de ajuste inicial de carga foi projetado para que ajustes possam facilmente ser efetuados sem a necessidade de qualquer ferramenta.

Radiador montado na lateral que contribui para o desempenho ao conduzir

Um radiador montado no lado esquerdo dotado de um desenho que fornece o desempenho de refrigeração necessária, ajuda a possibilitar uma distância entre eixos curta e contribui para a centralização da massa. Isso significa melhor dirigibilidade e performance, em uma variedade de condições de condução. O radiador é do tipo compacto de duas vias com capacidade para 2.1 litros. O fluxo de ar percorre os espaços internos para o radiador e, então, é liberado pelo lado. Isso reduz o efeito do calor do motor no espaço do piloto. Do lado oposto (direito) da Super Ténéré, os componentes elétricos são agrupados em um desenho que considera a facilidade de manutenção.

Tanque de combustível de 23 litros

O posicionamento baixo em relação ao centro de gravidade minimiza o efeito de mudanças no nível de combustível na sensação de pilotagem.

O quadro é projetado para ter características otimizadas de condução

Esse modelo foi projetado para fornecer performance independentemente do tipo de carga, com as configurações base definidas para um condutor, mas com a capacidade de acomodar um passageiro e diferentes quantidades de bagagem. Um fator importante para obter esse resultado é o novo desenho do quadro. Ele usa aço com um conteúdo de carbono precisamente controlado para fornecer um bom equilíbrio entre resistência e flexibilidade que contribui para uma sensação de condução suave e fornece boa dirigibilidade. O quadro traseiro é feito em tubos de alumínio leve, enquanto que o longo garfo traseiro de 580 mm é fabricado através do método de moldagem de baixa pressão para um superior equilíbrio entre resistência e rigidez.

Pedaleira encaixada com inserção de borracha oca

O acolchoamento de borracha achata quando o piloto fica em pé na pedaleira para garantir um melhor contato com a sola da bota e firmeza na máquina.

Suspensão mono-amortecida com link

Uma suspensão mono-amortecida com link é usada. É ajustável para pré-carga e retorno. O mecanismo de ajuste de pré-carga foi projetado para que ajustes possam ser feitos facilmente sem utilizar qualquer ferramenta.

Bagageiro triplo (multifuncional)

O “bagageiro triplo (multifuncional)” em resina plástica que vem de fábrica foi projetado para acomodar uma grande variedade de utilizações. O usuário pode escolher de três tipos de utilizações: 1) Forma padrão, 2) com um baú traseiro (opção) que pode ser montado sem qualquer dispositivo adicional de acoplamento e 3) como uma superfície de bagageiro plana removendo a garupa.

Escapamento curto 2-em-1 elíptico com catalisador de 3-vias

O escapamento elíptico de seção transversal curta 2-em-1 contribui para um design mais fino da carenagem e melhor centralização das massas. Com uma estrutura de expansão em 2 estágios, ele produz um barulho rítmico de exaustão a partir dos intervalos de combustão de 270-graus/450-graus. Um catalisador tipo colméia posicionado no ponto onde os dois escapamentos se encontram funciona em combinação com o sistema de injeção de combustível aumentado por sensor de O2 para limpar os componentes de CO, HC, NOx da exaustão e conseguir um excelente desempenho ambiental. Um sensor de O2 é encaixado para cada um dos dois cilindros para monitorar as condições de combustão em sincronia com o pulso de exaustão do motor com virabrequim de 270-graus para informações altamente precisas.

Motor de 2 cilindros em linha de 4 tempos refrigerado por radiador para muita tração

O motor de injeção eletrônica de 1.199cc com um balanceiro primário de 2 eixos tem uma taxa de compressão de 11.0:1 e produz a potência máxima de 110 cv a 7.250 rpm. Os cilindros têm uma inclinação para frente de 26 graus, a admissão tem um limpador de ar hemisférico e a injeção de combustível usa um injetor com 12 furos que injeta combustível finamente atomizado na câmara de combustão alta pressão. A câmara de combustão de duas velas encurta a distância exigida de difusão de chama e acelera o tempo de combustão, contribuindo, assim, a um excelente caráter de torque. O pistão é feito em alumínio forjado mais forte devido à sua estrutura metalúrgica mais densa e, portanto, pode ser mais leve para reduzir a vibração. As bielas são carburizadas para alcançar um alto teor de carbono na área da superfície para aumentar a confiabilidade. O design compacto do motor e entrada de corrente descendente ajudam a possibilitar uma distância otimizada entre os eixos e outras dimensões do chassis similares contribuem para um excelente desempenho de condução.

Opcionais

BAGAGEM

Baús laterais

Baús laterais resistentes e robustos com o familiar estilo Ténéré


Sistema operacional com um chave (fechaduras para baús laterais e superior) * Capacidade (esquerdo: 29 litros – direito: 32 litros)

Kit de Fixação de Baú Lateral

Precisa de fixadores de baú lateral para montar os baús

Baú traseiro

Capacidade para armazenar um capacete de rosto inteiro (30 litros)


Sistema operacional com uma chave


Baús laterais combinando

Bolsas Internas para Baús Laterais




Essas bolsas internas foram desenvolvidas para complementar a estilização dos baús laterais Ténéré. Fáceis de carregar devido às alças grandes (que podem ser escondidas dentro do compartimento, veja as fotos) Alça de ombro removível e opção para expandir o volume da bolsa
Bolsas Internas para Baú Traseiro
A bolsa interna para o baú traseiro também vem com alças grandes (que também podem ser escondidas no compartimento, veja as fotos)


Alça de ombro removível


Grande abertura que facilita colocar e remover seus pertences

Bolsa de Tanque

Resistente bolsa grande de tanque (20 litros / 25 litros) para levar toda sua bagagem adicional, fácil de montar e desmontar e fácil de carregar com alça de obro adicional. Expansível para aumentar o volume quando necessário


O fundo anti-derrapante e o forte imã garantem um encaixe seguro. A bolsa pequena é removível e fácil de acoplar ao seu cinto. Inclui capa de chuva


FARÓIS

Protetor de Farol

Placa de policarbonato de 3 mm para proteger seu farol contra o impacto de pequenas pedras


Aumenta a aparência de aventura da moto.

Kit de Luz de Neblina

Conjunto de lâmpadas de neblina 2 PIAA de 55 Watt cada


Podem ser montadas na unidade diretamente ou no protetor do motor


PROTEÇÃO E CONFORTO

Defletores de vento

Defletores laterais de vento de revestimento resistente em policarbonato de 4 mm


Fornece melhor proteção contra o vento para viagens ainda mais confortáveis

Placa Protetora

Placa protetora forte de alumínio com 3 mm de espessura para substituir a placa protetora padrão de plástico

Protetor de Motor

Fortes e espessos tubos metálicos


Revestimento em estilo Black powder


Minimiza os danos à sua moto caso ela caia acidentalmente


Pode segurar o kit original de luz de neblina

Bolha alta

Bolha de policarbonato com revestimento resistente de 4 mm para fornecer melhor proteção contra o vento para viagens ainda mais confortáveis


Vem com aprovação WVTA


Pode substituir a bolha original


CONFORTO E CONVENIÊNCIA

Kit Aquecedor de Manopla

Para mão mais quentes em dias mais frios e maior conforto de condução


Equipado com função de desligamento automático para proteger sua bateria quando a carga estiver baixa

Capa de Tanque Super Ténéré

Novo design para enfatizar a aparência de aventura da sua moto

Banco Baixo

35 mm mais baixo que o banco original


Mais estreito Para melhor acessibilidade ao chão


Mesmo design que o banco original




Especificações técnicas: XT1200Z Super Ténéré
Motor

Tipo refrigeração líquida, 4 tempos, DOHC, 2 cilindros em linha, 4 válvulas, injeção de combustível, dupla ignição


Cilindrada 1199cc


Diâmetro x curso 98 x 79.5 mm


Taxa de compressão 11.0:1


Potência máxima 110 cv a 7.250 rpm


Torque máximo 11.6 kgf.m a 6.000 rpm


Sistema de lubrificação Cárter seco


Sistema de combustível Injeção de eletrônica


Tipo de embreagem multidisco banhado a óleo


Sistema de ignição Elétrica


Sistema de transmissão Permanentemente engrenada, 6 velocidades


Transmissão final Cardan

Chassis

Quadro: Backbone em aço


Suspensão dianteira: Garfo telescópico, tubo de 43 mm, pré-carga ajustável, amortecimento de compressão e retorno


Curso da roda dianteira: 190 mm


Suspensão traseira: Mono-amortecedor, ajustável para pré-carga e retorno


Curso da roda traseira: 190 mm


Freio dianteiro discos duplos: hidráulicos tipo “wave” de 310 mm ABS/ Sistema de Frenagem Unificado


Freio traseiro: Disco hidráulico tipo “wave” de 282 mm


Pneu dianteiro: 110/80R19M/C 59V


Pneu traseiro: 150/70R17M/C 69V

Dimensões

Comprimento total: 2,255 mm


Largura total: 980 mm


Altura total: 1.410 mm


Altura do assento: Ajustável 845-870 mm


Distância entre eixos: 1.540 mm


Distância mínima do solo: 205 mm


Peso total (ordem de marcha): 261 kg


Capacidade do tanque de comb.: 23 litros


Quantidade de óleo: 4,2 litros


Cor: Azul Viper


Preço: R$ 59.800,00. Preço público sugerido, posto Guarulhos, São Paulo.

Projetos dos anos 80 mostram a longa evolução dos modelos da série Ténéré




A Herança Ténéré – história


Em meados dos anos 70, a tecnologia 4 tempos do motor Yamaha acabava de dar um grande passo à frente. Nessa época, os fabricantes japoneses se dedicavam ao desenvolvimento de modelos multi-cilíndricos com entrega de alta potência. A Yamaha também estava respondendo às expectativas do mercado através da apresentação de modelos de 4 tempos, como o modelo XS750 DOHC refrigerado a ar de 3 cilindros em linha, o modelo XS500 DOHC de dois cilindros em linha e 4 válvulas e seus modelos da série RD de 2 tempos, um depois do outro.


Entretanto, ao mesmo tempo, a Yamaha Motor embarcava em uma aventura totalmente nova envolvendo um tipo de motocicleta completamente diferente daqueles principais modelos. Era a XT500 impulsionada por um motor refrigerado a ar de um cilindro de 500cc 4 tempos que contrastava fortemente com os modelos multi-cilíndricos de alta potência da época. A XT500 foi desenvolvida em um projeto iniciado em paralelo com o desenvolvimento de um modelo de competição para os Enduros que eram tão populares nos EUA naquela época. Foi revelada no salão da motocicleta de Tóquio em 1975 e lançada como modelo de exportação em 1976 para ser altamente aclamada, na Colômbia na América do Sul onde foi chamada da Rolls Royce das motocicletas.


O motor da XT500 com seu desenvolvimento de potência uniforme oferecia um tipo completamente diferente de experiência de condução em relação aos modelos multi-cilíndricos. Proprietários na França e Itália usavam suas XT500s para entrar em ralis de praia e no Norte da África. No motociclismo na selva e deserto, onde um torque poderoso era constantemente exigido, a XT500 fornecia desempenho que se encaixava perfeitamente às necessidades.


Ao final dos anos 70, a XT500 registrou um grande feito que entraria para a história. Em 1979, um rali que ia de Paris atravessando o continente africano e terminava após mais ou menos 10.000 km na praia de Dakar foi promovido pela primeira vez. No início, poucos fabricantes de automóveis e motocicletas se interessavam pelo novo rali, mas a importadora Yamaha da França, a Sonauto (Posteriormente Yamaha Motor France), liderada por Jean-Claude Olivier, ativamente apoiava indivíduos entrando no rali. Com esse apoio, Cyril Neveu venceu os dois primeiros ralis Paris-Dakar (1979 e 1980) com uma XT500 modificada.


E não foi somente a condução de Neveu que atraiu atenção. O enorme número de participantes pilotando XT500s nos primeiros ralis Dakar, bem como o apelo e confiabilidade de aventura ao pilotar essas máquinas Yamaha ficaram conhecidos mundialmente.


Em 1983, quatro anos depois da sua primeira vitória em Dakar, a XT500 evoluiu para o modelo de produção “XT600Z Ténéré.” O nome Ténéré, e claro, veio do nome do deserto no Niger pelo qual passava o trajeto do Rali Dakar. Equipado com um tanque de combustível de 30 litros, um grande bagageiro e assento com acolchoamento mais profundo, radiador de óleo e freio dianteiro a disco, esse modelo ficou popular como uma incorporação do sonho de pilotar no Rali Dakar. Essa XT600Z Ténéré rapidamente ganhou seguidores devotos nos países europeus e, claro, foi a motocicleta base para um crescente número de pilotos participando no Rali Dakar.


A partir de 1981, o Rali Dakar começou a ser organizado pela FIA/FIM e cresceu para o status de uma corrida de aventura de classe mundial com um número crescente de inscrições e envolvimento de várias montadoras do mercado automobilístico. Consequentemente, com o passar dos anos se tornou uma corrida mais rápida e competitiva. Naquela época, a Yamaha Motor respondeu à solicitação de seu distribuidor Sonauto e o grupo de desenvolvimento de modelos de produção desenvolveu máquinas para o Rali Dakar. As tecnologias ganhas com aquele projeto foram usadas nos modelos de produção que a Yamaha lançou.


Essa utilização de tecnologias foi resultado de um projeto que começou quietamente ao final de 1987. Foi um projeto para desenvolver um novo modelo de produção com um maior potencial para performance de alta velocidade no deserto e o modelo resultante foi o XTZ750 Super Ténéré. Seu protótipo foi revelado pela primeira vez no Salão da Motocicleta de Paris em 1988, com um motor de dois cilindros em linha de 4 tempos com refrigeração líquida com um intervalo de virabrequim de 360 graus montado em um quadro baseado em tecnologias da motocicleta de fábrica do Rali Dakar e o tipo de funcionalidade exigida em rali no deserto. É claro que ela também supria as demandas de desempenho em estradas pavimentadas e de terra quando foi lançada como modelo de produção em massa em 1989. Esse foi o modelo que verdadeiramente colocou o sonho de correr no Rali Dakar ao alcance de muito mais pilotos.


A Ténéré de um cilindro continuou sendo desenvolvida ao mesmo tempo. A XTZ660 Ténéré movida a um motor de 5 válvulas, um cilindro SOHC com refrigeração líquida foi lançada como modelo de produção em massa em 1991. Esse formato de 5 válvulas com radiador era o mesmo das máquinas Dakar de fábrica da Yamaha de 1988 e 1989.


Após isso, não haveria nenhum modelo de produção Ténéré, até ser ressuscitada com o modelo XT660Z Ténéré em 2008. Pegando o modelo XT660R lançado em 2004 com um motor de injeção eletrônica de 4 válvulas, 4 tempos com refrigeração líquida como base, essa versão incluía um tanque de combustível de 23 litros e peças especiais do exterior e reascendeu o sonho de pilotagem de aventura no coração de muitos pilotos, ganhando popularidade com mais seguidores.

Estréia da Máquina de Fábrica Ténéré

Depois que o Rali Dakar se tornou uma corrida oficial da FIA/FIM em 1981, as montadoras de carros e motocicletas começaram a entrar no rali com máquinas de fábrica seguidamente. Muitos participantes particulares continuaram se inscrevendo com modelos modificados de modelos de produção como as XT500 e XT600Z Ténéré, mas, ao mesmo tempo, o grupo de desenvolvimento de modelos de produção em massa da Yamaha Motor também desenvolveu máquinas especificamente para o Rali Dakar baseadas nos seus modelos de produção em massa mediante solicitação da Sonauto e outros. Isso levou ao lançamento da XT600 Ténéré em 1985. Essa foi a primeira vez que o nome Ténéré foi usado para uma máquina desenvolvida pela Yamaha Motor no Japão especificamente para o Rali Dakar. Ela tinha um tanque de combustível de 51 litros dividido em um tanque principal e dois sub-tanques posicionados separadamente no lado direito e esquerdo da máquina. J.C. Olivier (há muitos anos presidente da Yamaha Motor França) pilotou essa máquina para chegar em 2o no Rali Dakar. Outros pilotos Ténéré completaram os primeiros quatro no Rali.


O ano seguinte, 1986, viu o lançamento da FZ750 Ténéré com motor de 4 cilindros e, então, a YZE660 Ténéré de um cilindro e a YZE920 Ténéré de 4 cilindros em 1987. Então, 1988 viu o nascimento da YZE750 Ténéré (OW93 / a primeira a ser desenvolvida pela equipe de desenvolvimento de corrida da Yamaha) movida a um motor de 5 válvulas, dupla ignição, um cilindro e refrigeração líquida. Essa e as máquinas Ténéré que viriam se tornaram símbolos amplamente conhecidos do espírito competitivo da Yamaha e seu sucesso no Rali Dakar.


Em 1990, um modelo YZE750T Super Ténéré de 2 cilindros desenvolvido pelo departamento de corridas da Yamaha foi apresentado. Era movido a uma versão do motor XTZ750 Super Ténéré de produção em massa aumentado para 802.5cc para conseguir desempenho extra de velocidade. Em 1991, uma versão ainda mais desenvolvida (0WC5) desse modelo foi introduzida. A equipe da Sonauto e a equipe Yamaha Itália juntas inscreveram oito dessas motocicletas no Dakar e ganharam as primeiras três posições, trazendo para a Yamaha sua primeira vitória no Dakar em dez anos. O vencedor, Stefan Peterhansel, com uma YZE750T Super Ténéré, venceria mais três ralis Dakar em seguida até 1993, quando venceu com uma YZE850T Super Ténéré.


O ano seguinte, 1994, testemunhou uma alteração nas regras do Rali Dakar proibindo a utilização de máquinas de fábrica, o que levou a Yamaha a se retirar do rali naquele ano.


Depois disso, a Yamaha desenvolveu o modelo de produção XTZ850R especificamente para rali e forneceu para equipes para serem usadas no rali Dakar de 1995. Essa máquina foi desenvolvida para cumprir o novo regulamento do Dakar que regia que as máquinas fornecidas pelas várias montadoras tinham que ser modelos de produção que haviam vendido pelo menos 15 unidades no mercado geral. Esse modelo foi vendido por aproximadamente 140.000 francos. Peterhansel pilotaria essa máquina para a sua quarta vitória pessoal do Dakar naquele ano. Para 1996, aquele modelo foi substituído pela XTZ850TRX com um virabrequim de 270 graus que fortaleceu ainda mais a competitividade da equipe e forneceu apoio particular ao mesmo tempo. Depois disso, pilotos Yamaha venceram quatro ralis Dakar consecutivos até 1998. Depois desse 20o ano da competição Dakar, a Yamaha parou de participar do Dakar com impressionantes 9 vitórias nos 19 ralis em que competiu.


Dessa forma, o nome Ténéré veio a ser usado em muitas motocicletas de fábrica depois da estréia do modelo de produção em massa XT600Z Ténéré de 1983. Por trás desse nome estava a filosofia da Yamaha de perseguir o sonho de pilotagem de aventura que conquistou o coração de muitos motociclistas com brilhantismo.


Uma das tecnologias nascidas dessa tradição de contínuo desenvolvimento da Ténéré que não pode ser ignorada é o motor com virabrequim de 270 graus. Esse motor foi pesquisado e desenvolvido como um formato ideal para produzir o tipo de tração fenomenal necessária para conquistar as areias do deserto onde o Rali Dakar era disp**ado. Esse formato foi o resultado de extensa análise do desempenho das motocicletas de fábrica YZE750T Super Ténéré e YZE850T.


O excelente desempenho de tração desse motor nos desertos também traduzia em excelente tração no asfalto do dia a dia também. Esse fato logo levou à sua utilização no modelo esportivo para estradas TRX850 lançado em 1995. Depois disso, também foi adotado nos modelos da série TDM. E, com as máquinas Dakar de fábrica, o formato de virabrequim de 270 graus foi adotado na XTZ850TRX de 1996 mencionada anteriormente e conduziu Edi Orioli e Stefan Peterhansel a vitórias no Dakar em 1997 e 1998.



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Notícias envolvendo motos. 05 Mar 2011 17:35 #1924

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Motos REGAL RAPTOR, agora com dois anos de garantia

Modelos 2011 são comercializados com dois anos de garantia de fábrica.

Seguindo uma política diferenciada e buscando inovações para tornar-se mais competitiva no concorrido mercado de motocicletas brasileiro, a TECMOTO - Empresa de Tecnologia em Motocicletas Ltda informa que a partir de 2011 todos os modelos de motocicletas da marca Regal Raptor passam a contar com 2 (dois) anos de garantia estendida.
A equipe de engenharia da TECMOTO iniciou, no ano passado, um projeto para analisar criteriosamente a performance dos produtos da empresa. Na primeira etapa do projeto, que durou cinco meses, os engenheiros avaliaram os produtos da REGAL RAPTOR comercializados em 2009 e 2010. Finalizados os testes e em reconhecimento ao excelente desempenho, atendendo de forma excepcional os requisitos do mercado brasileiro, a TECMOTO inovou mais uma vez aumentando a garantia de fábrica para 2 (dois) anos, dos já conceituados modelos, BLACK JACK (320cc), GHOST (320cc), SPYDER (320cc) e FENIX GOLD (250cc).
Informamos ainda que para o atendimento destes 2 (dois) anos de garantia a TECMOTO aumentou em 100% o estoque de peças de reposição de todos os modelos da linha REGAL RAPTOR e para acompanhar este crescimento a empresa planeja ampliar significativamente sua rede de revendedores no Brasil. O investimento inicial necessário para abertura de uma revenda REGAL RAPTOR é de, aproximadamente R$ 400 mil, sendo que o retorno do investimento acontece normalmente entre 12 e 20 meses após o inicio da operação.

A marca REGAL RAPTOR de origem chinesa, representada no Brasil pela TECMOTO, conta com a inspiração de customizadores na Espanha e na costa dos Estados Unidos para desenvolver suas motocicletas. No Brasil atualmente são comercializados 4 modelos, a Spyder, modelo chopper de 320cc, a Fenix Gold, modelo custom de 250cc, a Black Jack, estilo bobber de 320cc e a Ghost, uma custom esportiva de 320cc. Todos apresentam excelente relação custo benefício.
BLACK JACK: no estilo Bobber, atrai os amantes das motos custom- A motocicleta BLACK JACK, produzida pela marca REGAL RAPTOR, apresenta um estilo diferenciado, o modelo pertence ao chamado segmento bobber, pouco conhecido no mercado brasileiro, que reúne motocicletas despojadas de tudo que não seja essencial, como assento do garupa e pára-lamas, e apresentam características exclusivas, como quadro rígido sem suspensão traseira (hard tail), guidão com altura elevada e tanque de combustível pequeno e numa posição mais elevada do que o normal.
O modelo BLACK JACK segue este estilo à risca, o que também inclui detalhes como ângulo de cáster maior do que os modelos custom, molas sob o banco individual para compensar em parte o desconforto causado pela ausência do amortecedor traseiro, cromados e um estilo único, que lembra uma "custom retrô".
A motocicleta BLACK JACK é equipada com motor de 320 cc e 23 cv de potência (a 8.000 rpm). Com dois cilindros em linha, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas no cabeçote e refrigeração líquida auxiliada por ventoinha.
Outro atrativo deste modelo é o preço, o modelo está disponível nas lojas REGAL RAPTOR, com o preço sugerido de R$ 15.580,00 (preço SP, sem frete e sem seguro).
Spyder, a motocicleta que é destaque na estrada- Modelo tem características do estilo americano chopper- A motocicleta Spyder da REGAL RAPTOR é o centro das atenções por onde passa. Tudo isto por conta do seu design moderno que segue as características de uma motocicleta no estilo americano chopper - garfo dianteiro longo, detalhes cromados, comando avançado, chave de contato no tanque e tanque em forma de gota com flames prateadas. O seu diferencial está no assento e encosto para a garupa que a tornam ideal para passeios ou viagens a dois. Geralmente os modelos chopper não possuem este espaço para a garupa.
Além de confortável e charmosa, esta motocicleta de 320 cc conta com um motor bicilindrico de quatro tempos, refrigeração liquida auxiliada por ventoinha, potência máxima que vai de 22,8 cv a 8.000 rpm.
Conta ainda com transmissão de cinco velocidades, partida elétrica, além de sistema de freios a disco duplo 300 mm( wave) na dianteira e a disco simples na traseira. Sua suspensão dianteira é a garfo telescópico e a traseira a braço oscilante com duplo amortecimento, soft tail, localizados na parte inferior do chassi, garantindo a absorção de impactos causados por irregularidades do solo.
Diponível no Brasil nas lojas REGAL RAPTOR na cor preta e prata a Spyder tem preço público sugerido de R$ 15.580,00 (São Paulo - sem frete e sem seguro).
Fenix Gold, uma custom feita para as estradas e também para a cidade- Considerada uma das motocicletas custom mais bonitas à venda no mercado brasileiro, a Fenix Gold é um modelo ideal para os motociclistas que desejam um veículo para uso na cidade e na estrada. O modelo 2011 da Fenix Gold traz novos grafismos, rodas com design diferenciado e nova posição do velocímetro, que antes era instalado no tanque, agora está localizado na mesa da suspensão dianteira, facilitando a visão. A Fenix Gold é equipada com motor de 233 cc e 19 cv de potência (a 8.000 rpm), produzido pela REGAL RAPTOR. Com dois cilindros em linha, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas no cabeçote e refrigeração líquida auxiliada por ventoinha. A suspensão dianteira de garfo telescópico e a traseira de braço oscilante com duplo amortecimento são outros diferenciais que contribuem para o conforto do motociclista. Os freios são a disco e ventilados tanto na roda dianteira quanto na traseira.
Econômica, a Fenix Gold apresenta um consumo médio de 23 km/litro e oferece boa autonomia, graças ao seu tanque de combustível com 12,5 litros (incluindo a reserva).
Seguindo o estilo clássico da linha custom, a Fenix Gold possui detalhes cromados e um grafismo atraente que dá um toque de modernidade à motocicleta. O modelo dispõe de sistema de partida elétrica, transmissão com cinco marchas e ignição por descarga capacitiva (CDI). Seu guidão T-bar, além de elegante, contribui para tornar o modelo fácil de ser pilotado em trechos urbanos. Seu peso (156 kg) e altura do assento (690 mm), ideal para um modelo custom, também ajudam a fazer da Fenix Gold uma motocicleta ágil de ser pilotada em qualquer situação.
Diponível no Brasil nas lojas REGAL RAPTOR na cor preta, o modelo tem preço sugerido de R$ 12.480,00. (São Paulo - sem frete e sem seguro).
Ghost: uma custom com estilo esportivo- Uma motocicleta custom com estilo mais esportivo. Assim é a Ghost 320cc. O modelo ganhou diversas inovações para diferenciá-lo de uma custom tradicional e, ao mesmo tempo, para lhe conferir um toque de esportividade.
Os tradicionais cromados deram lugar a um acabamento em preto fosco em vários componentes. O pára-lama traseiro é mais largo que o normal. As rodas são de liga leve. A pintura recebeu acabamento com faixas esportivas.
A Ghost é equipada com o mesmo conjunto mecânico da Spyder 2010: um motor com 320 cc e 23 cv de potência (a 8.000 rpm), produzido pela REGAL RAPTOR. Com dois cilindros em linha, duas válvulas por cilindro, comando de válvulas no cabeçote e refrigeração líquida auxiliada por ventoinha.
Um dos pontos mais atraentes do seu visual, no entanto, é a suspensão dianteira, invertida e com as bengalas pintadas nas cores dourada ou preta. Além de bonita, a suspensão invertida garante ao modelo mais segurança e confiabilidade. O sistema também oferece mais maneabilidade ao piloto.
.[Diponível no Brasil nas lojas REGAL RAPTOR , a Ghost 320cc tem preço sugerido de R$ 15.780,00 (São Paulo - sem frete e sem seguro)].
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Notícias envolvendo motos. 10 Mar 2011 10:29 #1925

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É o 'motopoint'




Quem passa pela Praça Varnhagen às quintas-feiras à noite já se habituou a ver o espaço tomado por motocicletas — e motociclistas. Isso porque, desde 2004, o lugar se tornou point de um encontro semanal de motoclubes, autorizado pela prefeitura. No princípio, a reunião era apenas de um grupo, intitulado de CBzeiros do Rio de Janeiro, com quatro ou cinco pessoas — que iam até a praça com o objetivo de trocar informações sobre as possantes, mecânica, acessórios, rotas de viagem e, é claro, jogar conversa fora. Hoje, a brincadeira cresceu, e os “Amigos da Praça Varnhagen” reúnem, a cada edição, cerca de cem motos e integrantes de 17 motoclubes diferentes. Mas o propósito ainda continua o mesmo: dividir, entre os amigos, a paixão sobre duas rodas.


Eles só se referem aos colegas pelo sobrenome e adoram se vestir de preto. Caveiras são consideradas o símbolo perfeito. Mas os motociclistas (jamais os chamem de motoqueiros, pois o termo é considerado pejorativo pela classe) juram de pés juntos que, dos bad boys, eles só têm o visual — incompreendido por leigos e por grande parte da população.


— Hoje em dia o preconceito em relação a nós já melhorou muito, mas ainda causamos estranhamento porque a maioria das pessoas não entende a maneira como nos vestimos — conta Roberto Kawahara, presidente do motoclube CBzeiros.


De acordo com os motociclistas, as roupas que usam têm razões simples, e não significam rebeldia ou agressividade:


— Preto é a cor que menos suja na estrada. Como viajamos muito, vestir camisas claras seria um pecado. Em relação às caveiras, elas são o maior símbolo da igualdade, que é um dos preceitos do motociclismo. Todos nós um dia viraremos caveira — explica Kawahara.


Por trás do visual “dark” e das motos imponentes, na verdade, está uma galera super do bem. Nos encontros na Varnhagen — ou em outros eventos de moto — eles estão sempre engajados em ações sociais. No temporal que atingiu a região serrana em janeiro, por exemplo, os motociclistas usaram as reuniões de quinta-feira na praça para angariar donativos para as vítimas das chuvas.


— Nós também éramos parceiros do movimento Gabriela Sou da Paz. Em 2009, fizemos uma “motociata” pela paz, de Copacabana à Tijuca, com 600 motos — lembra Cláudio Conteville, presidente fundador do Moto Sapiens M.C.





Leia a matéria na íntegra na edição desta quinta-feira do GLOBO-Tijuca!





em tempo:
e o Motonline estava representado.

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Notícias envolvendo motos. 10 Mar 2011 11:39 #1926

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Não sabia onde postar, então vai aqui: kawasakis em promoção, er6n a 22990 e mais:

emkt.unionmotorcycles.com.br/emkt/tracer/?1,411037,31 1098d9,e1ee
Anterior: Mercedes coletiva. Atual: Fazer 2011/12 :)
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Notícias envolvendo motos. 10 Mar 2011 15:16 #1927

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Interessantes matérias. Precisamos de mais revendas tanto da KAWA quanto da RAPTOR.


Quanto a TÉRÉZONA, acho mais próximo a TÉRÉZA.
Movimentando o MOTONLINE desde Sexta-Feira, 14 Agosto 2009 as 13:35

Sô minêru uai sô!!!
Caboclo du bão.
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Notícias envolvendo motos. 10 Mar 2011 20:00 #1928

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Agora à tarde no programa Band/Datena, o helicóptero acompanhou a polícia à caça de ladrões que haviam roubado uma kawa z750 verde... e conseguiram encurralar os caras sendo que abandonaram a moto e até quando estava assistindo entavam à busca dos dois ladrãoes !


O comandante do Helic. dizia que dias atrás, conseguiram recuperar e prender os ladrãos que empreendiam fuga em uma R1 !
Sempre na boa / sempre de moto - Biker since 1975.
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Notícias envolvendo motos. 12 Mar 2011 11:57 #1929

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Notícias envolvendo motos. 12 Mar 2011 13:01 #1930

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Entre os dias 14 a 17 de abril, em São Lourenço – Minas Gerais, acontece a 25ª edição do Megacycle.
O melhor evento motociclístico do Hemisfério Sul receberá grandes líderes do mercado e motociclistas
de todo o Brasil.


Ao longo dos anos a feira se consolidou como o principal ponto nacional de entretenimento, negócios e lançamentos da área de motocicletas. Quando analisamos os números que envolvem o evento, a constatação fica evidente: o Megacycle é o ponto de encontro de motociclistas. Na última edição mais de 15 mil motociclistas, 40 mil pessoas e 600 motoclubes visitaram o Megacycle. Lá o público tem a oportunidade de encontrar amigos, ver as motos mais bonitas do Brasil, se divertir, curtir os shows e pegar uma estrada maravilhosa.


Para 2011 o evento contará com novas atrações.
Concursos que terão como prêmio uma motocicleta zero km, pista de quadriciclo, motocross, bar temático, mercado de pulgas, Prêmio Megacycle para Motoclubes, além de apresentar os últimos lançamentos em motos, peças, acessórios, serviços, vestuário e customização. O Megacycle também contará com praça de alimentação, gincanas, shows acrobáticos e musicais e a pista de arrancada.


A grande sensação em 2011, no Megacycle, será a interatividade.
Filme mostrando a história desta paixão, através de um documentário. O motociclista, que já participou de alguma edição, poderá ajudar a criá-lo.


Começa em janeiro/2011 a funcionar a central interativa para os visitantes do Megacycle enviarem filmes e fotos que serão editadas para a história do evento. Ela será instalada no site www.megacycle.com.br. Após a coleta de todos os dados, com depoimentos de grandes nomes do motociclismo e peças do acervo Megacycle. O público terá a oportunidade de ver os vídeos e narrações especiais, vivenciar a história da motocicleta e a trajetória do Megacycle, nos quatro dias de festa.


A ESTAÇÃO MEGACYCLE, nome do filme, propõe uma viagem. Uma junção entre diversão, tecnologia e história, que promete emocionar os visitantes.


Aos motociclistas, o Megacycle é uma ótima opção de roteiro cultural pelo Circuito das Aguas.
Pegando carona no evento, é possível fazer um ótimo passeio turístico-cultural do Roteiro da Estrada Real. Mapas e informações também estarão disponíveis no site www.megacycle.com.br.


Aulas de pilotagem gratuitas, além de testes de dinamômetro, garantem a segurança e a diversão de todos.


25 mil motociclistas é o número da 25ª edição
A Megacycle eventos espera reunir 25 mil motociclistas para comemorar em grande estilo o seu 25º evento. Todo motociclista que estiver na cidade terá um número, consecutivo, para a contagem das 25 mil motos. Ajude a propagar a nossa história, convide seus amigos, seu grupo.


Pista de Arrancada, com reta de 1,3 km



O aeroporto de São Lourenço é palco de uma incrível competição de arrancadas para motocicletas. Durante os dias do evento, os amantes de velocidade e motos, além do público podem curtir a inédita atração que o Megacycle proporcina. São 7 categorias, em disp**a estão as Harley-Davidson e as Speed. Os treinos ocorrem pela manhã e as 13h começam as arrancadas. Com sistema informatizado de cronometragem o público fica informado do tempo total, o tempo de reação e a velocidade final de cada piloto.


Participe da celebração nacional da paixão por motocicletas!
Siga-nos no Twitter e Facebook e participe de sorteios de ingressos.


Data: de 14 a 17 de abril de 2011
Horário: a partir das 10h
Local: Parque Municipal Ilha Antonio Dutra – Centro
Pacote para entrada no evento: a partir de R$ 10,00


Megacycle – São Lourenço, MG


VEJA AS FOTOS DA ULTIMA EDIÇÃO REALIZADA


Fotos em alta resolução ou outras informações:
Assessoria de Imprensa Megacycle
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Notícias envolvendo motos. 12 Mar 2011 20:12 #1931

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Notícias envolvendo motos. 12 Mar 2011 21:13 #1932

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Notícias envolvendo motos. 12 Mar 2011 21:35 #1933

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Viagem para o futuro com a nova BMW K 1600 GT

11/03/2011 - Texto: Arthur Caldeira/Agência INFOMOTO, da Cidade do Cabo (África do Sul)* / Fotos: Alberto Martinez/BMW e Daniel Kraus/BMW / Fonte: iCarros


FOTOS










Podia passar mais tempo no confortável banco, sem ligar a nova BMW K 1600 GT. Afinal, o painel e os comandos nos punhos mais se parecem com os instrumentos de um avião, tantas são as informações e botões disponíveis. Mas já eram oito horas da manhã e a pontualidade germânica exigia que eu escolhesse a rota predefinida no sistema de navegação embutido e partisse para uma viagem teste de exatos 286 km pelos arredores da Cidade do Cabo, na África do Sul, com a nova grã-turismo da BMW.

Entorpecido pelo fuso horário de cinco horas a mais e também pela visão de 30 unidades da enorme K 1600 GT, todas na cor vinho, prontas para pegar a estrada, girei a chave da moto e fiquei hipnotizado por alguns segundos. Uma animação faz surgir um numeral seis na tela de cristal líquido TFT, denunciando logo de cara um dos principais atrativos da nova moto: o motor de seis cilindros em linha e 1649 cm³ de capacidade.

“Nossa experiência em motores com essa arquitetura em automóveis foi fundamental para desenvolvermos esse propulsor inédito em nossas motocicletas”, confessou o vice-presidente executivo de desenvolvimento e novos modelos da BMW, Dr. Christian Landerl. Todo o know-how da marca alemã foi utilizado para construir um motor de seis cilindros bastante estreito (555 mm de largura) e leve (102,6 kg).

Assim que entra em funcionamento, em baixas rotações, as duas ponteiras de escapamento com três saídas cada emitem um som agudo, quase um assovio que instiga a acelerar. Foi o que fiz. Seguindo as indicações do GPS, comecei a contornar as curvas de Franschhoek Pass, uma serra de pedra com um visual arrebatador.

Babuínos na estrada

Todo o aparato tecnológico do modelo pode ser conferido na pequena tela colorida, que tem a mesma tecnologia de aparelhos celulares, e controlado por meio de um inteligente seletor rotativo localizado no punho esquerdo.

As informações do comp**ador de bordo; ajuste eletrônico da suspensão em três modos (ESA); configuração do sistema de navegação; aquecimento de bancos e manoplas; configurações... Ou seja, tudo está no painel. Ou quase tudo... Menos a família de macacos babuínos que decidiu cruzar a estrada bem na minha frente. Um indicativo que tanto a motocicleta quanto a viagem de moto pela África do Sul reservava boas surpresas.

Junto com os babuínos, a estrada sinuosa mostrou as qualidades dinâmicas da nova BMW. Para suas dimensões avantajadas – 2,324 m de comprimento e peso em torno dos 320 kg – a K 1600 GT demonstra agilidade em mudanças de direção e bastante disposição para contornar curvas. Na bela serra, com cotovelos de 90°, as pedaleiras chegaram a raspar no chão sem abusar da moto. Mal se nota o elevado peso e as malas laterais de série.

Todo o projeto, do compacto motor montado transversalmente ao chassi construído em liga leve, teve como objetivo centralizar a massa e reduzir o centro de gravidade. Em conjunto com as suspensões eletronicamente ajustáveis – sistema Duolever na dianteira e Paralever com um monobraço que traz o eixo-cardã embutido – faz da GT uma motocicleta bastante estável e ao mesmo tempo confortável. Qualidade indispensável para a proposta touring do modelo.

Com uma posição de pilotagem mais dinâmica, com pedaleiras mais altas e guidão menor que a GTL (versão mais luxuosa), o motociclista vai bem encaixado na K 1600 GT e sentindo-se com total controle da enorme motocicleta. Isso tudo sem deixar de lado o conforto.
Conforto aumentado pelo parabrisa regulável. Ao toque de um botão pode-se tanto desviar o vento ou direcioná-lo para você. Na tarefa de amenizar os 32° C do verão sul-africano, ainda contava com dois defletores móveis na lateral da carenagem.

Baleia à vista

Após a serra, a paisagem continuava bela, porém a estrada ficava mais reta, cortando uma bela planície em direção ao litoral. Na primeira intersecção, o GPS apontava a direção correta, mas minha cabeça ainda não estava totalmente acostumada a pilotar na esquerda, na “mão” inglesa do trânsito sul-africano.

Depois de quase entrar na contramão, aproveitei a enorme reta à frente para, enfim, experimentar o motor. Com o conta-giros de leitura analógica marcando 10.000 giros queria ter a sensação de, pela primeira vez, ver as rotações alcançarem a faixa vermelha que começa as 9.000 rpm.

A aceleração não é impressionante como em uma superesportiva, mas também não deixa nada a desejar. Os giros crescem rapidamente e o ronco do motor aumenta e torna-se indescritivelmente encantador. O assovio fica mais alto e o som se parece muito com um automóvel BMW de seis cilindros, porém mais agudo.

Com potência máxima de 160 cavalos a 7.750 rpm, o propulsor impressiona também pela sua docilidade. Com três modos de gerenciamento – Rain, Road e Dynamic – selecionáveis por um botão no punho direito, o funcionamento do motor é bastante suave e linear: nada de respostas bruscas ou trancos nem mesmo no modo “Dynamic”, quando as respostas ao acelerador são mais instantâneas. A opção “Road”, diríamos, é a normal; enquanto no modo “Rain”, a entrega de potência é mais suave e a curva de torque mais “plana”, ideal para pista molhada. Os modos ainda atuam sobre o controle de tração (Dynamic Traction Control) alterando seu funcionamento.

Apesar de dócil, os 160 cv do motor são suficientes para manter velocidades de 140, 160, 180 km/h. Ou até mesmo para se atingir 220 km/h – apesar de funcionários da BMW afirmarem que os jornalistas ingleses foram os recordistas de velocidade com 243 km/h! Marca dedurada pelo GPS.

Depois de uma centena de quilômetros, chegamos a primeira parada do dia: um restaurante a beira da Baía de Walker, famoso ponto de observação de baleias no Oceano Atlântico na África do Sul. As baleias não apareceram, mas fiquei impressionado pelas qualidades do propulsor.

Confesso nunca ter antes pilotado uma moto com seis cilindros em linha – a Honda Gold Wing GL 1800 tem motor com meia dúzia de cilindros opostos. Para se ter uma idéia de seu comportamento o torque máximo de 17,85 kgf.m a 5.250 rpm faz a GT chegar a 100 km/h em 3,4 segundos, de acordo com a fábrica.

Mas o mais importante é que 70% de toda essa força já aparece a 1.500 rpm. Com isso, nem é preciso se preocupar em reduzir as marchas no suave câmbio de seis velocidades, basta girar o acelerador e colocar a central eletrônica e os pistões para trabalharem.

À beira mar

Mesmo suando sob o sol africano, era hora de vestir luva, jaqueta e capacete para encarar os 180 km restantes. E mesmo no anda e para nas ruas do balneário de Hermanus o calor proveniente do motor não incomodava. Prova de que o sistema de refrigeração e dissipação do calor do motor funcionava bem.

Seguindo por uma bela estrada à beira mar, o vento ajudava a refrescar e a perceber que a aerodinâmica do conjunto também foi bastante estudada pela BMW. Mesmo com as fortes rajadas laterais, a K 1600 GT mantinha-se em linha reta e permitia admirar a paisagem.

Oportunidade para testar as maravilhas eletrônicas dessa grã-turismo bávara. O menu é bastante intuitivo e fácil de controlar. O consumo instantâneo informado era de 5,9 litros para cada 100 km, ou seja, média de 16,9 km/litro. Com tanque de 24 litros, a autonomia da GT supera os 400 km – mas nem precisei fazer contas, afinal o comp**ador de bordo também traz esse dado.

É possível também alterar a o retorno e compressão das suspensões, nos modos Normal, Sport, Comfort; assim como a pré carga da mola para piloto; piloto e bagagem e piloto e garupa. Achei o modo confortável, macio demais; e Sport muito rígido, mas bom nas curvas e serras. Optei pela configuração normal.

Foi a ideal para rodar com conforto de sobra até alcançar a Baía de Gordon, de onde dava para avistar a bela Cidade do Cabo. Distraído pela paisagem e pela eletr
ônica da K 1600 GT, perdi uma entrada que me levaria de volta a Franschhoek.

Sem problemas, o sistema de navegação da Garmim recalculou a rota e me indicou um retorno. O saldo foi “apenas” 30 km a mais na viagem. O que, confesso, foi um prazer.

Excelência germânica

Com 318 km indicados no hodômetro parcial, cheguei ao destino final. Com gasolina sobrando no tanque e a certeza de que a empresa alemã fez um excelente trabalho em sua nova grã-turismo.

Baseada na Concept 6, apresentada no Salão de Milão em 2009, a K 1600 GT, e sua irmã GTL, vem preencher uma lacuna no line-up da BMW. Afinal, desde que a K 1200 LT (que tinha motor de quatro cilindros) foi aposentada há dois anos, a fábrica alemã não tinha um moto de primeira classe.

Depois de rodar com a K 1600 GT em seu habitat natural, a estrada, posso afirmar que o novo modelo nada tem a ver com sua antecessora: é mais leve, mais rápida e mais baixa (o assento fica a 810 mm do solo). Pesada e com um alto centro de gravidade a K 1200 LT era difícil de manobrar. Oferecia muito luxo, mas pouca emoção. “Defeito” compensado com honra pela nova 1600 GT.

A BMW fez uma moto gostosa de pilotar, ágil e confortável, sem deixar de lado muita tecnologia embarcada e mimos para o piloto. Não é simplesmente a primeira moto com motor de seis cilindros em linha da marca alemã. Os modelos apontam o futuro das motocicletas grã-turismo e definem novos parâmetros para o segmento.

Além de trazer sistema de navegação embutido, controle de tração e freios ABS, é a primeira moto equipada com faróis direcionais (opcionais na GT). Um inteligente sistema que compensa o peso de piloto e bagagem, além de corrigir a direção do facho de luz de xenônio nas curvas. Apesar de ter rodado apenas durante o dia, os engenheiros fizeram uma didática explicação do seu funcionamento à noite. O sistema deverá contribuir muito para a segurança do motociclista.

Além de ampliar sua gama com dois modelos – K 1600 GT e GTL –, a BMW também ataca a concorrência. Pois seu motor de seis cilindros e grande capacidade vem brigar de frente com a Honda Gold Wing GL 1800. Questionado se o modelo Honda estava na mira dos engenheiros alemães ao projetaram a linha K 1600, o gerente de projeto da BMW Motorrad, Gerhard Müller, desconversa: “motos touring estão no nosso DNA. Nossos clientes esperam uma moto assim da BMW. Acreditamos que os pilotos de Gold Wing, e até mesmo das Harley-Davidson Ultra Electra Glide, poderão gostar da K 1600 GTL”.

Resta esperar os dois modelos K 1600 GT e GTL chegarem ao Brasil. A previsão é de que ambos estejam disponíveis a partir de junho em apenas um pacote: a GT com toda a eletrônica embarcada, porém sem sistema de navegação, deverá custar R$ 99.500; enquanto a GTL com todo o que se tem direito, vai ter preço de R$ 108.500.


Ficha técnica
BMW K 1600 GT

Motor Seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e refrigeração líquida
Capacidade cúbica 1649 cm³
Diâmetro x curso 72 mm x 67,5 mm
Taxa de compressão 12,2: 1
Potência máxima 160 cv a 7.750 rpm
Torque máximo 17,85 kgf.m a 5.250 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Eixo-cardã
Alimentação Injeção eletrônica BMS-X
Partida Elétrica
Quadro Do tipo ponte construído em liga-leve
Suspensão dianteira Duolever com dois braços longitudinais e um conjunto mola-amortecedor com 115 mm de curso – eletronicamente ajustável
Suspensão traseira Paralever com monobraço traseiro e mola-amortecedor central com 135 mm de curso – eletronicamente ajustável
Freio dianteiro Disco duplo de 320 mm de diâmetro com pinça de fixação radial de quatro pistões com sistema ABS
Freio traseiro Disco simples de 320 mm de diâmetro com pinça de dois pistões fixos e sistema ABS
Pneus Metzeler Roadtec Z8 120/70-ZR 17 (diant.)/ 190/55- ZR17 (tras.)
Comprimento 2.324 mm
Largura 1000 mm
Distância entre-eixos 1618 mm
Distância do solo não disponível
Altura do assento 810 - 830 mm
Peso em ordem de marcha (90% do combustível) 319 kg
Tanque de combustível 24 litros
Preço sugerido R$ 99.500



• O jornalista viajou a convite da BMW
• INFOMOTO usou Luvas Dainese; Jaqueta Dainese Racing D-Dry e Capacete AGV Longway II
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Notícias envolvendo motos. 13 Mar 2011 10:41 #1934

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Motociclista é baleado em cruzamento de
shopping na zona leste de São Paulo

Crime ocorreu, na madrugada deste sábado, na avenida Aricanduva

Da Agência Record



Um motociclista foi baleado durante uma tentativa de assalto na altura do número 5.000 da avenida Aricanduva, no cruzamento que leva ao Shopping Aricanduva, na zona leste de São Paulo. O crime ocorreu por volta da 0h deste sábado (12).

Segundo a Polícia Militar, dois bandidos em uma motocicleta abordaram a vítima no cruzamento com a intenção de roubar a moto. O homem teria resistido ao assalto e recebeu dois tiros ao tentar fugir.

Ele foi levado pelo policiamento ao pronto-socorro Santa Marcelina, em Itaquera, e não corre risco de morrer.

Até a publicação desta notícia, os criminosos continuavam foragidos. O caso foi registrado no 66º Distrito Policial, da Vila Aricanduva.



publicado em 12/03/2011 às 06h51:
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Notícias envolvendo motos. 13 Mar 2011 10:44 #1935

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Domingo, 13/03/2011, 03h14

Motoqueiro é esmagado de propósito


O que era apenas mais uma discussão banal de trânsito acabou de forma trágica para o motoqueiro Luiz Rafael Lobato Pereira, 28 anos.

Ele foi atropelado propositadamente pelo motorista de um caminhão na rodovia Augusto Montenegro, na madrugada de ontem. Luiz acabou morto depois de ser esmagado pelo caminhão. O motorista fugiu, mas a placa do veículo foi anotada por uma testemunha.

O atropelamento fatal ocorreu por volta das 2h de ontem, cerca de 150 metros da rotatória do Entroncamento. De acordo com testemunhas do acidente, Luiz passou pelo local pilotando sua moto e discutindo com o motorista de um caminhão de cor azul e carroceria branca. A vítima gesticulava com o motorista.

Acredita-se que anteriormente o motorista do caminhão tenha fechado a passagem para o motoqueiro o que teria gerado a discussão.

Infelizmente, a situação não ficou somente no bate-boca. Testemunhas relataram que Luiz passou à frente do caminhão e o condutor do veículo acelerou e acabou batendo na traseira da moto. O impacto foi suficiente para fazer com que Luiz perdesse o controle da motocicleta.

“A moto caiu para o lado do canteiro e o rapaz para o lado da pista. O caminhão passou por cima dele e arrastou o corpo para frente. Ele estava de capacete, mas o caminhão passou por cima dele. Depois o motorista acelerou e foi embora”, relatou o segurança Antonio Silveira Lopes, de 43 anos.

FUGA

O motorista causador do acidente, ao ver que havia atropelado a vítima, acelerou o veículo e fugiu sem prestar socorro. Um taxista que estava estacionado perto do local do crime e que também testemunhou o atropelamento percebeu que o caminhão não ia parar.

Ele decidiu seguir o caminhão e conseguiu anotar a placa do veículo: JUS-1639. A informação foi repassada aos policiais militares da 5ª ZPol que foram acionados após o acidente fatal.

O caso foi comunicado à seccional da Marambaia e em seguida a Central de Flagrantes, da seccional de São Brás. Foi solicitada a remoção do corpo da vítima e perícia do local ao Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC). Até o início da manhã de ontem, o motorista do caminhão que matou Luiz Rafael não havia sido localizado. Caso seja preso, o condutor do veículo vai responder pelo crime de homicídio doloso e por motivo fútil, o que agrava a pena, caso seja condenado. (Diário do Pará)
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