Análises escritas por Joao Eurico de Aguiar Lima

5 resultados - mostrando 1 - 5
 
Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
7.0
Joao Eurico de Aguiar Lima Analisado por Joao Eurico de Aguiar Lima    04 de Fevereiro de 2014
Analista Top 50  -  

A moto é muito boa e muito versátil. Muito confortável, econômica e gostosa de pilotar. Na estrada é uma delícia. Anda com folga a 120km/h (não precisa mais do que isso) e se precisar é só acelerar que ela rapidinho vai aos 160km/h sem precisar trocar marcha e ainda tem mais fôlego para ir-se embora aos 200km/h. O painel é muito prático e visivel, fácil de usar. Só falta a informação da autonomia. Os dados de consumo em litros a cada 100 km podem ser apresentados em km/l que é mais usado aqui no Brasil. Pede na revenda que eles reconfiguram.
Chama atenção por onde passa, se destaca.
O motor vibra um pouco e é preciso manter apertados os parafusos. Os que fixam as carenagens laterais precisam ser examinados frequentemente para evitar aborrecimento. As laternas de led não queimam e aguentam rojam mas a lâmpada do farol baixo já queimou uma vez comigo. A moto não dá defeito, ainda bem, porque se der o conserto é caro.

Eu recomendo!
Prós
Esta é a minha segunda avaliação da F800 GS depois de mais de um ano de uso. A moto tem vários pontos positivos
- Desempenho do motor em todas as faixas de giro. Ele tem torque em baixa rotação e acelera bem até os 200km/h
- Suspensão - Perfeita. É confortável na cidade, é estável na estrada e aguenta muita buraqueira nas estradas de terra e nas trilhas.
- Dirigibilidade - A moto é muito fácil de dirigir
- Conforto - Bastante razoável para a proposta da moto. Um parabrisa maior resolve o problema do vento nos peitos.
- Economia - Para a categoria, é uma das mais econômicas. Em algumas circunstâncias ela é mais econômica que a XT 660 R
- O ronco do motor é uma delícia
- O ABS no asfalto e na estrada é mesmo uma tranquilidade
Contras
- O preço das peças é caro e as revendas BMW tem pouco estoque de peças e acessórios. Por exemplo, protetores de mão, protetores de motor, crash guards, bauletos. Tudo isso eu comprei fora das lojas BMW
- Levei um tombo leve, quebrou o retrovisor direito (muito frágil e ordinário, o da XT é muito superior). Me cobraram 300 reais. Encontrei para vender no site da China por 72 reais .. O PAR ! Igualzinho.
- Os comandos de pisca são ridículos. Muito ruins, anti-ergonômicos, confusos. Quando você começa a se acostumar percebe que está a beira de ter uma tendenite. O comando é tão ruim que a partir de 2013 a BMW usa outro tipo de comando mais "normal"
- Ela vibra um bocadinho mais do que as 4 cilindros. Mas qual não vibra ?
- O preço dela é muito alto. A Triumph Tiger 800 XC é mais barata (bem mais barata) e é pau a pau com ela.
- O ABS na trilha não vale nada. Melhor desligar.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
6.700 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Alto
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
6.0
Joao Eurico de Aguiar Lima Analisado por Joao Eurico de Aguiar Lima    16 de Novembro de 2012
Analista Top 50  -  

Até o momento é de longe a melhor moto que já pilotei na minha vida. Ela tem o desempenho de uma esportiva civilizada utilizável em vias públicas. Tem o conforto de uma moto de uso misto. Tem bom equipamento e o estilo é marcante chamando a atenção por onde passa. Vem muito bem equipada e precisa de poucos acessórios adicionais. Na categoria agora enfrenta a Tiger 800 XC que é muito boa e é 10% mais barata além de ter 3 cilindros que deve ser uma delícia. Mesmo assim, a F 800 GS se garante melhor em alguns aspectos. Recomendo fortemente. Estou muito satisfeito com a minha negona.

Eu recomendo!
Prós
A melhor característica dessa moto é o motor. Ele tem torque em baixa rotação e empurra a moto com força desde muito cedo. Por ser bicilindrico ele não vibra tanto quanto as motos mono (XT 660 e Ténéré). Ainda assim tem potência de sobra e gira alto, acelarando com suavidade até velocidades que vão além da prudência. Tem sempre respostas rápidas e está a disposição em qualquer combinação de velocidade/giro.

O consumo é baixo, considerando o tamanho e a força do motor. O câmbio é macio e de engates rápidos embora eu ache que a primeira é muito longa. Na cidade essa primeira é uma delícia mas na trilha (ainda não tive chance de usá-la) talvez uma marcha mais reduzida seja útil. Não sei.

A moto é muito bem equipada, tem ABS, computador de bordo, um farol que parece um dia. É confortável e altona de modo que não se intimida com buracos, beiras de calçada e passa por bueiros que nem sente. Leva garupa sem notar. É super estável, faz curvas muito bem, fácil de pilotar. Os pneus para uso na cidade são excelentes. Imagino que na trilha devem ser ruins. O acabamento é superior, como é de se esperar de uma BMW.

A suspensão é regulável e tem tanta opção que um cerumano (ser humano) terá dificuldade de experimentar todas as possibilidades ao longo da sua vida. No fim, Pode-se regular facilmente a suspensão para conforto, estabilidade, versatilidade.

O ronco do escape de aço inoxidável é fantástico, tem personalidade e
Contras
O principal defeito da moto é o preço. É muito cara e agora ficou ainda mais cara porque a Triumph lançou a Tiger 800xc por 4 mil reais a menos. Ou seja, de cara demais, se baixasse para 40 mil ficaria apenas muito cara. Mas moto no Brasil é assim mesmo.

Os comandos do pisca são ridículos. Uma complicação danada e requer uma adaptação. Para ligar a seta para a direita aperta um botão no punho direito. Para ligar para a esquerda, aperta um botão simétrico no punho esquerdo. Para desligar, aperta-se um terceiro botão no punho direito. FUnciona mas o sistema tradicional é bem mais prático e no modelo 2013 vai ser assim. Tomara que dê para trocar.

Por falar em ridículo, a buzina é pior do que de ciclomotor de 50cc importado da China. Faz até vergonha acionar a buzina no trânsito.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
400 Km
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Street
 
Satisfação Geral 
 
7.0
 
Visual 
 
7.0
Conforto 
 
5.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
7.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Joao Eurico de Aguiar Lima Analisado por Joao Eurico de Aguiar Lima    28 de Maio de 2012
Analista Top 50  -  

A CB 500 é uma das motos mais versáteis que a Honda vendeu no Brasil. Na época era uma das poucas alternativas para quem queria sair das 125/250 sem morrer nas caríssimas 4 cilindros importadas. Sua única rival era (ainda é) a Suzuki GS 500. A moto é razoavelmente confortável, estável, econômica, tem boa potência. É uma delícia de pilotar e tem um desempenho muito honesto. Nas rodovias, poucos veículos andam mais rápido do que ela. O motor é muito robusto, valente e não dá problema. Os carburadores são honestos e por serem apenas 2 dão menos trabalho para regular do que 4. Melhor do que isso só com injeção eletrônica. Ela é bem equipada embora falte alguns detalhes como por exemplo o medidor de combustível. É estreitinha e anda muito bem na cidade. Na estrada tem um desempenho muito bom mas sem carenagem acaba se tornando cansativa por causa do vento nos peitos do piloto. Uma solução razoável é colocar uma bolha Givi, que foi o que eu fiz. A moto ficou muito melhor para encarar a estrada.

Eu recomendo!
Prós
Estilo, versatilidade, simplicidade, dirigibilidade.
Contras
Supensão traseira, consumo

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2001
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
10.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Normal
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
7.0
 
Visual 
 
7.0
Conforto 
 
5.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
4.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Joao Eurico de Aguiar Lima Analisado por Joao Eurico de Aguiar Lima    17 de Maio de 2012
Analista Top 50  -  

Durante anos a DT 180 foi a rainha das trilhas dando muito couro nas XL 250 da Honda. A moto era barata, fácil de manter, resistente, valente. Como era super leve, na trilha era uma delícia de pilotar. Nos enduros era a primeira colocada e ocupava as primeiras colocações, invariavelmente. No uso urbano era honesta, razoavelmente confortável e para a época era uma das melhores motos que havia. No reino das 125, a DT 180 N era muito maior e encorpada. Hoje em dia existem alternativas muito melhores e com mais presença mas na época era o Ó.

Eu recomendo!
Prós
Leve, fácil de pilotar, robusta, simples, valente, barata.
Contras
Consumo elevado, fumaça de 2t, suspensões passáveis

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
1986
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
Terra
Quilometragem
27.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
6.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
5.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Joao Eurico de Aguiar Lima Analisado por Joao Eurico de Aguiar Lima    17 de Maio de 2012
Analista Top 50  -  

A moto é fácil de pilotar, muito versátil. Pode ser usada para o dia-a-dia, para viajar, para fazer trilhas. É segura, tem muita força, desempenho excelente. Anda bem na estrada e na cidade e ainda encara umas trilhas. Na cidade faz 19km/l se andar na casquinha o que é um consumo elevado se comparado com a BMW G 650 GS que é da mesma categoria e é bem mais econômica. A moto vibra bastante e depois de muito tempo chega a ser cansativo. Não em conta-giros tampouco ABS, nem como opcional. A autonomia é pequena. A moto toda é muito robusta, não dá galho e a manutenção se resume a lubrificar/trocar corrente e freios. É uma delícia de pilotar.

Eu recomendo!
Prós
Facilidade de pilotar, torque/potência, versatilidade, robustez
Contras
Consumo elevado (a BMW G 650 GS tem a mesma potência e é bem mais econômica), vibração, não tem ABS

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2008
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
31.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Baixo
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5 resultados - mostrando 1 - 5
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