Análises escritas por Pedro Piccoli

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Custom
 
Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Pedro Piccoli Analisado por Pedro Piccoli    20 de Abril de 2012
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Conjunto motor/câmbio excelente, comandos macios, engates meio duros mas precisos, motor mega resistente, nenhum vazamento de óleo em 6 anos de uso, uma leve perda de rendimento em temperaturas acima de 30/32 graus, podendo ser resolvido com um bom ajuste de carburação. Vibração do motor que se sente bem nos pedais e pouco no banco e no guidão. Pode-se minimizar com sapatos ou botas reforçados.
Macia e confortável, banco, suspensões, comandos. Entretanto, tudo muito firme, não solta nada, não bate nada, se bem cuidada ela não requer nem reaperto geral como ocorre em algumas motos.
A embreagem e o câmbio ficam suaves com motor em temperatura normal de funcionamento. Quando motor frio, os primeiros engates são duros.
Acima de 80 Km/h, pela leveza da moto e pela maciez das suspensões, ela pode "bambolear" bastante se a pavimentação for irregular. Apesar disso, agarra bem, inclusive em curvas. Recomendo em estradas ritmo de 80/90 Km/h reservando até 100 Km/h para ultrapassagens. Se desejar um ritmo mais forte, procure outra moto de mais potência.
Até o modelo 2006 que é o meu, a Intruder 125 tinha carburador à vácuo. A característica desse carburador é uma preguiça em subir de giro mas nada que comprometa o desempenho, basta acostumar. Pode ser minimizado com gasolina de alta octanagem (premium ou Podium). E acelerar progressivamente evitando o estilo on-off de aceleração que a meu ver não é bom para nenhuma moto. A Intruder 125 gosta de acelerações suaves, esperando o motor encher, até 6, 7, 8 mil RPM, giros onde ela anda muito bem para uma moto 125 de pouca potência.
A parte elétrica é impecável, em 6 anos só troquei duas lâmpadas do indicador de marchas. Bateria dura uns 3 anos.
É um modelo com uma virtude bem interessante: aceita personalização da mais simples à mais radical. Só depende da criatividade e do bolso do freguês.
Em compensação, no "pacote" vem a fraca assistência técnica da J. Toledo. É um tal de abre e fecha de lojas Suzuki que irrita. Neste mês de abril de 2012 estamos com somente uma concessionária para toda a Grande Porto Alegre, enquanto no ano passado tínhamos três. Achar peças originais não é mais difícil que as outras montadoras que muitas vezes a gente acha que é fácil mas muita coisa tem que encomendar. Contudo, depender de uma única loja faz a gente refém. No mercado paralelo se encontra com facilidade e a preço justo peças de vida útil como vela, bateria, pneus, cabos, relação secundária, lâmpadas e mais alguma coisa como guidão e espelhos. Mas quando se necessita de peça por encomenda, aí começa a dificuldade.
Menos mal que a moto é tão resistente e de tão fácil manutenção que faz meses que não entro na loja Suzuki. Faço quase tudo em casa como troca de óleo, lubrificação, troca de peças como bateria, cabos, vela, relação, etc.

Eu recomendo!
Prós
Macia e confortável
Mecânica robusta e confiável
Manutenção simples e fácil
Contras
Freios são apenas suficientes, teria que melhorar a eficiência porque no dimensionamento os freios estão bons
Vibração do motor incomoda um pouco, o motor já deveria ter o eixo balanceador
Falta injeção eletrônica: não há desculpa para isso, em pleno 2012 um motor não dispor de IE

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2006
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
29.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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