Análises escritas por Douglas Studzinski de Souza

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Street
 
Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
7.0
Conforto 
 
7.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Douglas Studzinski de Souza Analisado por Douglas Studzinski de Souza    29 de Junho de 2012
Analista Top 500  -  

A moto é boa no geral. O pessoal que compra CG e fica perguntando o que fazer pra andar mais, deveria parar de perder tempo e ir logo para a velha CBX 200. O ponto mais marcante da moto é o custo benefício. Não há nada tão barato e versátil.

Eu recomendo!
Prós
A moto em geral é muito boa, se estiver bem conservada. O grande pró dessa moto é o fato de fazer praticamente tudo que uma 250 atual faz, mas custando 1/3 do valor de uma 250 nova e metade d valor de uma utilitária 125 (Isso nos modelos 2002, os últimos lançados). Em média, no sul do pais se encontra modelos bem cuidados entre R$ 3.000,00 até R$ 4.000,00. 4 mil apenas nos modelos MUITO INTEIROS. A minha 2002 custou R$ 3.500,00 há dois anos.

A performance é boa. É o tipo de moto que se sente a vontade em viagens, em torno do 100km/h indicados (Está a 7.000 RPM, na faixa de torque máximo e com pouca vibração). A moto aguenta rodar nos 120km/h indicados, mas ai se torna um pouco desconfortável. A minha média de consumo rodoviário é na faixa dos 28km/l, podendo passar dos 30km/l. Ainda falando em viagens, fiz algumas, sendo que fiz 1600km e 5 dias , com garupa a bagagem (passava dos 200kg de carga) e a moto foi de boa.

Velocidade final fica em 130km/h reais. No painel, passa dos 140km/h.

Na cidade a moto apresenta performance satisfatória: Aceita rodar a baixos giros, "esbanjando" torque em comparação as 125/150. O fato de a moto ser bem completa, com partida elétrica, pedaleiras do garupa suspensas e do motociclista dobráveis, práticos ganchos de amarração de bagagem tornam a sua utilização agradável. Basta lembrar que foi uns dos produtos da Honda que mais duraram na linha (de 1994 a 2002).

Outro pró é que a moto apresenta manutenção comparável as 125cc: fiz todo o motor da minha por 800 reais. As trocas de óleo não passam dos R$20,00. Os pneus são mais caros que os da 125, mas bem mais em conta que os dás 250: Os Pilot Sport da Michelin custa, R$ 80,00 o dianteiro e R$ 160,00 o traseiro. Ambos sem câmera. A Transmissão oscila entre 50 a 200 reais. Os amortecedores originais são caros, mas no mercado paralelo custam 120 reais o par, de marca renomada. Fora o fato que muitas peças são as mesmas da CG 125: Por exemplo, a bucha de balança e biela são as mesmas.

E basta lembrar que esse motor é um dos últimos"Old School" da Honda: Primo do OHV da Titan e Sobrinho do OHC Turuna, o bicho é forte. resistente.
Contras
A Strada tem umas características de projeto e defeitinhos chatos. O Mais clássico é a batida da corrente. Dizem que preenchendo a balança com Spray de Poliuretano (espuma) e tirando a proteção da coroa, o barulho cessa. Mas por experiencia própria, não recomendo tirar essa proteção, pois no caso de a corrente arrebentar ou escapar, esse item impede de a roda travar.

Outro ponto chato são as vibrações. Não chega a ser nada absurdo, mas longe de ser suave como as motos atuais. Em baixa rotação o motor suave, mas passando dos 7 mil giros, vibra mesmo.

Se você encara pisos ruins, interior, etc, não recomendo a Strada. A moto pela característica esportiva, é dura. Para falar a verdade, desaconselho o uso que qualquer pequena Naked Honda em trechos ruins (A Twister e a CB 300 tb são ruins na terra). Tem gente que usa, mas o conforto é ruim.

Alguns detalhes precisam ser vistos ao comprar a moto: Bóia de combustível, painel, esses detalhes... sai caro arrumar. Uma bóia de combustível só orginal e custa 180 mangos... Painel também é caro e se conseguir. Fora isso, a manutenção é muito barata.

A rodas são MUITO FORTES. Porém é preciso ver se não há um desgaste na roda traseira, se esta não oscila lateralmente, próximo a coroa.. Em algumas delas, há um desgaste naquela região. recomendo trocar o embuchamento da coroa logo, pois são fragéis (os mesmos da CG 125, para quase o dobro de torque)

E por ultimo... nos motores "meia sola", há tendência de baixar óleo... o motor da minha antes de fazer, em viagens, baixou consideravelmente (mais de meio litro)... é preciso estar de olho no nível de óleo... depois de feito, o motor da minha se apresenta sem esse problema.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2002
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
59.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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