Análises escritas por Fábio Luiz Gasparin Teixeir

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Naked
 
Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
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Conforto 
 
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Performance 
 
10.0
Dirigibilidade 
 
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Consumo 
 
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Custo x Benefício 
 
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Fábio Luiz Gasparin Teixeir Analisado por Fábio Luiz Gasparin Teixeir    13 de Abril de 2014
Analista Top 100  -  

Se existe no meio motociclístico algo que simbolize a palavra saudade, eu utilizo a Yamaha FZ6-S que tive.
Se arrependimento matasse, eu teria morrido 2 anos e 3 meses atrás quando a vendi a um colega do Fórum Fazer on line.
Como tive que fazer dinheiro para compra de um negócio, anunciei a moto no Fórum e em 3 hs de anúncio fechei negócio! Levei minha moto até Marília-SP fazendo os últimos 600kms na minha mão, numa sensação de perda tão grande que não consigo descrever.
Podem achar que estou exagerando, mas foi a moto mais fantástica que já tive. Potente, confortável, linda demais, emocionante! Baixíssimo custo de manutenção para a categoria.
Não considero um erro a Yamaha ter inserido a XJ6 em seu lugar, considero um erro tê-la tirado de linha. Alguns pequenos ajustes de perfumaria a tornariam imbatível.
Aí virão os Horneteiros cornetar, falar que Honda é Honda e o catzo! Fiquem com suas Hornets queridos, FZ6 era hors concours!! Adoro que os Hondeiros achem que suas motos são as mais top do mundo, assim a maloqueirada vai na onda.
Hoje tenho uma Versys 650, até o final do ano trocarei possivelmente por uma BM 800 GS ou uma Triumph Tiger 800 pois desde que vendi a Fazer resolvi mudar de estilo (agora sou pai, não posso mais me deixar picar pelo bichinho da irresponsabilidade... hehehehe). Mas confesso que já estive atrás de outra FZ6-S bem conservada, mas este é o problema, como toda moto mais esportiva é difícil encontrar uma de procedência, que não esteja nas mãos de boyzinhos que não sabem cuidar da máquina.
Enfim, recomendo, com louvor!

Eu recomendo!
Prós
- Conforto para viagens, a minha era uma 2009 modelo S tirada em 2010 0km na concessionária, rodei 21mkm em 1,5 anos, 90% do tempo na estrada. Minha esposa era apaixonada pela moto (assim como eu!) pelo conforto para garupa; para mim então não tenho o que falar, perfeita, a proteção da semicarenagem era ótima!
- Não tinha Hornet nem Z750 que pegasse! Muito esportiva, muito mesmo! Quando a agulhinha do conta giros atingia 8mrpm subia até os 14mrpm insanamente!!! O motor berrava lindo demais!! Depois que troquei a ponteira e coloquei uma esportiva, virou F1 pura!!
- Manutenção barata, aliás, não dava manutenção... Rodei 21mkm e só troquei óleo e pneus. Relação nem pensar. Aliás, troquei também o jogo de velas que estava previsto na revisão de 20mkm por Iridium e o filtro de ar, também previsto. De resto, só rodar, rodar e rodar...
- Estabilidade absurda, tanto em curvas de baixa ou de alta, quanto em retas. Não tinha qualquer tendência de shimmy em altas velocidades e nas curvas era um chiclete! As suspensões aliás são um capítulo a parte... Macias para rodar confortavelmente porém na tocada esportiva não tinha para ninguém!
- A oferta de acessórios também é vasta, assim como de peças. No Brasil foi uma moto (aliás, mais uma...) que por erro da Yamaha não vendeu muito, mas na Europa vendeu muito, então os Ebays da vida são cheios de peças e acessórios para ela... Por ex: o filtro de ar que aqui custava 250 Dilmas, trouxe dos USA por 55,00, com o frete! Também comprei as velas Iridium NGK pelo Ebay
- Os freios são descomunais! Freiam muito!! O dianteiro é um verdadeiro alicate! O traseiro tinha que ser usado muito levemente pois tem tendência de travar...
- Refinamento mecânico em geral: tudo na Fazer 600 é muito bem pensado, muito bem construído. Nada está alí à toa... Sou fã da Yamaha aliás por conta disso, você tem certeza que se fizer a manutenção básica direitinho, não vai se incomodar nunca mais com a moto
- Seguro BEM mais em conta que das demais nakeds/esportivas
Contras
Difícil... Sem exagero não consigo pensar em nada. Talvez a condução na cidade um tanto dificultada pela falta de torque em baixa, nada que comprometa se você souber usar o câmbio. Trata-se mais de uma característica do motor que gera muita potência num giro muito alto (limite 14mrpm) em detrimento do torque em baixa.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2009
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
Estrada
Quilometragem
21.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
10.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Fábio Luiz Gasparin Teixeir Analisado por Fábio Luiz Gasparin Teixeir    13 de Abril de 2014
Atualizado pela última vez: 13 de Abril de 2014
Analista Top 100  -  

Esta é talvez a moto mais incompreendida pelo mercado em sua categoria. Tenho uma revista Motociclismo de 2011 que fez um comparativo da Versys 650 com BM 800 GS, 650 GS, XT 660, V Strom e Transalp. Ela ganha o comparativo pois é a que tem o melhor custo/benefício partindo do preço de compra, pois agrega as características de estrada, fora de estrada, conforto, desempenho e consumo numa melhor média.
Na cidade vai muito bem obrigado, tamanha a facilidade e agilidade para pilotá-la em meio aos carros. Seu consumo como destaquei é muito bom para seu porte e motor.
Para longas viagens não tem o conforto de uma VStrom, mas dentro de sua proposta polivalente e esportiva, consegue estar anos luz à frente das atuais nakeds do mercado, tanto para piloto quanto para garupa, além de ser mais eficiente que a própria VSTrom.
Comprei ela e no dia seguinte fiz uma viagem de quase 1500 km entre Ctba / Serra Gaúcha. Ainda estava com as malas laterais e os pneus DunLIXO originais. Confesso que cheguei a pensar em vender a moto, tamanha minha insatisfação com a instabilidade da motoka! Ao tirar as malas, obviamente a estabilidade melhorava, porém quando viajei a SP já com pneus Michelin Pilot Road 3 e somente top case, a moto era outra. Como disse acompanhei esportivas nas curvas com toda segurança.
Hoje estou muito satisfeito com a moto. De modificações que fiz, apenas os pneus (me livrei dos DunLIXO!) e o top case também Givi, o demais permanece original. Os protetores de mão com estrutura rígida inclusive são ótimos. Deixei cair a moto no cavalete lateral e nem carenagens, nem tampas do motor, nem manete de embreagem foram danifidados, apenas o plástico do protetor e a estrutura de alumínio ficou riscadinho, fácil de resolver.
Meu único motivo de troca hoje seria a manutenção cara a intervalos curtos e o seguro acima do que eu espero. Assim meu próximo up dentro da categoria deve ser a BM 800GS ou a Triumph Tiger 800.

Eu recomendo!
Prós
- O motor é sensacional! Quase não dá para acreditar que tem "só" 64cv e pouco mais de 6kg de torque... A partir dos 2500 rpms sobe de giro muito rápido e com muito vigor até a faixa de corte! Dá muita segurança!
- A minha é a Tourer então além do ABS tem as malas laterais (vou falar além sobre elas), para-brisas mais alto e protetor de mão, então a segurança do ABS e a proteção aerodinâmica é ótima
- O consumo dela considero ótimo, um relógio que faz 20km/l. E não sou daqueles que aliviam a mão, porém rodo 90% do meu trajeto em estrada, com velocidade entre 100~130km/h, porém considerando o tanque de 19l, faço 350km com um tanque tranquilamente...
- Curiosamente após eu trocar a ponteira original por uma Jeskap o consumo melhorou e a subida de giros melhorou
- As suspensões para o meu gosto são ótimas! Vim de uma Yamaha FZ6-S, que das nakeds é a que tem as suspensões mais macias, mas que logicamente comparando às trails são muito duras. Considero a Versys com uma ótima proposta, a regulagem da suspensão dianteira está na medida para o meu estilo de pilotagem e na revisão de 1000kms pedi para deixar a traseira o mais firme possível... Ficou ótima!
- O acabamento é muito bom, exceto pelo painel que tende a vibrar
- É a melhor motocicleta que já pilotei cuja proposta é encarar longas viagens e ter desenvoltura na cidade... A maneabilidade na cidade é algo realmente a se considerar, se você quer uma moto grande tambem para o dia a dia
- Os faróis são ótimos
- A estabilidade em curvas também deve ser destacada numa moto cuja proposta inicial é ser um misto de trail e naked... Fiz uma viagem Ctba - SP - Ctba e na volta abusamos um pouco nas curvas e serra... Andei junto com R1 e Suzuki 650 F e deixei para trás Hornet, Hayabusa e Explorer 1200. Nas retas tomava um courinho... hehehe
Contras
- A desvalorização é o maior problema: comprei ela em fev/13 e hoje, pouco mais de um ano depois seu preço de revenda é 25% menor
- Os freios não chegam a ser um ponto fraco, mas estava acostumado com a contundência dos freios da FZ6... Nunca me deixaram na mão, principalmente pelo ABS, mas poderiam ser um pouco mais potentes
- O seguro dela é alto, não tanto quanto uma esportiva ou à Tenere 660, mas é alto em comparação à BM 800 GS, por exemplo
- Fiz um negócio não tão bom comprando a Tourer e explico por quê: a Tourer vem com os diferenciais do ABS, protetor de mão rígido, para-brisas mais alto e as malas rígidas laterais. Estas malas e o suporte são GIVI personalizados, porém para colocar um top case GIVI, tive que trocar TODO o jogo de suportes pois o suporte para o top case NÃO É COMPATÍVEL COM O SUPORTE ORIGINAL DA MOTO!! ISSO É UM ABSURDO!! Então, ou eu fazia uma gambiarra (muitos fazem) para adaptar um top case, ou arrancava todo o suporte para as malas e comprava o suporte do top case separado. Fui na 2ª opção, com muita raiva destaque-se...
- A manutenção da Kawasaki é mais frequente e proporcionalmente mais cara que BMW, Triumph e Yamaha. Todas fazem troca de óleo a cada 5mkm (a Yamaha utiliza o Yamalube original de fábrica, eu trocava a cada 2500 por ser mineral) e manutenção a cada 10mkm. A Kawa pede troca a cada 3mkm (óleo sintético, assim como BM e Triumph) e manutenção a cada 6mkm. Além disso as peças são mais caras e não trocam dentro da garantia caso eu compre peça original fora do país BEEEEMM mais barato...
- A posição de pilotagem é um tanto estranha... Um misto de naked com as pernas mais altas e recuadas com trail, com o tronco mais ereto. Com o tempo acostuma-se, mas é confusa
- Os pneus originais Dunlop são um LIXO, um verdadeiro LIXO! Estabilidade no seco uma porcaria, no molhado são um sabão e só duram mais que borracha de material escolar. Depois desta experiência, moto com pneu Dunlop passei a riscar de meu catálogo de possíveis compras. com 8mkm troquei os pneus para Michelin PR3 e a moto melhorou 4844% em todos os aspectos.
- Não tem aquele paralama junto ao cobre corrente como a FZ6, então por mais que numa chuva seus calçados não sejam molhados pela roda da frente, suas canelas e batata das pernas ficam imundos, pois a roda traseira joga toda a sujeira nelas

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
14.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Alto
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Scooter/Cub
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
6.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
7.0
Fábio Luiz Gasparin Teixeir Analisado por Fábio Luiz Gasparin Teixeir    13 de Abril de 2014
Analista Top 100  -  

Fiz duas viagens relativamente grandes com ela, uma de 800km Curitiba - Maringá - Curitiba e outra de 1300km Curitiba - Ilha Bela - Curitiba, além de outras 3 ou 4 para o litoral do PR, cerca de 200km ida e volta... Ela se dá muito bem na estrada, é confortável, bem estável nas curvas (o que limita é o cavalete central) e com bom motor para retomadas e ultrapassagens.
Vendi há cerca de 1,5 anos mas tenho saudades dela pela praticidade. Vendi com cerca de 12mkm para comprar uma moto maior - Kawa Versys 650 - mas como utilizo moto no dia a dia para deslocamento diário de cerca de 60kms, confesso que o fato de ter mais proteção contra intempéries me traz saudosismo com o scooterzão da Dafra.
Porém quando me lembro que tive que modificar o banco para TENTAR ter o mínimo de conforto e de que toda revisão na concessionária era aquele amadorismo, eu vejo que não fiz tão mal negócio.
Eu indico para quem quer comprar, mas deve saber das limitações e principalmente pensar na proposta de uso. Na cidade ela vai muito bem, tem desenvoltura no trânsito, porém sofre mais que minha Versys no corredor por conta da largura na traseira e da largura do guidão. Os freios são bons, nem ótimos, nem razoáveis, são bons.
O preço de compra dela hoje (cerca de 15 milhas) considero muito, tendo em conta as limitações de peças, assistência técnica e valor de revenda, pois desvaloriza muito. Se a Kawasaki trouxesse sua 300cc recém lançada ou a Yamaha sua 250cc, com certeza ganhariam minha simpatia como opção de compra.

Eu recomendo!
Prós
- Beleza (para o meu gosto)
- Espaço sob o banco
- Proteção do para-brisa e das carenagens em geral
- Desempenho na cidade (arrancadas e retomadas) e na estrada inclusive
- Tamanho da moto impõem respeito e ajuda no dia a dia
- Acabamento em geral é bom
- Painel bonito e completo
- Estabilidade na estrada
- Rodas 16" e os excelentes pneus originais Metzeler
Contras
- Conforto: foi o 1º motivo para a venda no meu caso - tenho 1,87m de altura e o banco é PÉSSIMO para quem tem mais de 1,70m. Tive que mudar o banco, no apoio da lombar, pois não tinha como achar uma posição confortável para pilotar
- Assistência Técnica: em Curitiba HORRÍVEL! Foi o 2º motivo para a venda. Não têm peças e a qualidade da mão de obra é SOFRÍVEL. Mecânicos muito despreparados, é de chorar...
- O consumo não chega a ser um problema levando em consideração o peso e a proposta da City, mas para uma 300cc poderia ser melhor - na faixa de 23 ~ 25km/l
- Os porta luvas têm chaves mas não tem proteção contra pó/água, o que é inadmissível
- Como todo scooter, a suspensão traseira é dura
- Peso - cerca de 200kg com líq - mas não dá para comparar com os scooters pequenos
- Acabamento frágil do punho
- Distância das pedaleiras do garupa
- Faróis fracos, parecem luz de vela

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2011
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
12.000 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Normal
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