Análises escritas por Rodrigo

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Street
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
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Conforto 
 
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Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Rodrigo Analisado por Rodrigo    28 de Novembro de 2014
Analista Top 500  -  

É uma ótima moto, confiável e bem adaptada à realidade brasileira (trânsito pesado, gasolina cara, asfalto ruim, etc). Comparando com as rivais da Honda e da Yamaha, ela apresenta um pacote mais completo, embora o desempenho do motor não seja dos mais empolgantes. Contudo, é uma moto pouco visada, e chama atenção no farol. O ronco do motor, ao meu ver, é bonito e encorpado, para uma 150cc. A única coisa que modifiquei nela foram os espelhos, enormes e cromados, que não combinam nada com a moto.

Eu recomendo!
Prós
- Baixo consumo (35 a 42 km/l)
- Baixa vibração do motor
- Confortável, suspensão muito macia
- Ágil entre os carros
- Pouco visada por ladrões
- Acabamento impecável
- Completa de fábrica mesmo: freio a disco na roda dianteira, injeção eletrônica, suspensão traseira a gás, bagageiro, cavalete central, partida elétrica com sensor de embreagem, lampejador de farol, rodas de liga leve, tampa do tanque de combustível esportiva, painel completo com conta-giros e indicador de marcha, trava para capacete.
Contras
- Posição de pilotagem é esportiva, um pouco projetada, levemente desconfortável
- Visual meio ultrapassado
- Relação das marchas é curta, beneficia o consumo, mas é um pouco cansativa

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2013
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
5.000 Km
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Custom
 
Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
7.0
Performance 
 
6.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Rodrigo Analisado por Rodrigo    21 de Dezembro de 2013
Atualizado pela última vez: 21 de Dezembro de 2013
Analista Top 500  -  

Motor: é fraco, em subidas ou com garupa são necessárias muitas reduções de marcha. Com gasolina "podium" melhora um pouco. Em compensação bebe pouco, uso ele sempre no limite e mesmo assim não faz menos de 35 km/l.

Câmbio: macio, dificilmente escapa marcha, e é fácil de achar o neutro. Mas o escalonamento das marchas é bem curto, ou seja, muitas trocas de marchas ao longo do dia, além de limitar a velocidade máxima da moto a míseros 90 km/h (dá pra ia mais, eu sei, mas esse é o limite "sensato", Ok?).

Painel: é completo. Apesar de muitos usuários reclamarem do design, eu gosto. Além do velocímetro, tem hodômetro parcial, indicador de combustível (embora impreciso), conta giros e indicador de marcha (itens muito bem-vindos por iniciantes). O único porém é a iluminação, que à noite o torna bem difícil de ler.

Freios: a disco na frente e a tambor atrás. O freio dianteiro é bem fraco, e reduções mais bruscas exigem sempre o uso de ambos os freios. A pastilha "pega" direto no disco (é possível ouvir ao se manobrar a moto desligada), não que seja um problemão, mas incomoda, só isso.

Pneus: os Pirelli City Demon são ótimos, inclusive em terrenos ruins ou molhados.

Iluminação: piscas e lanterna traseira são bons, mas o farol é insuficiente, embora tenha lampejador.

Posição de pilotagem: ponto polêmico. Posição é confortável, o banco é macio e braços vão bem relaxados. No entanto, não dá pra se segurar no tanque da moto com as pernas, o que é muito útil em curvas, ou seja, enquanto suas pernas relaxam, seus braços trabalham bastante. O assento é bem baixo, o que facilita manobras de baixa velocidade, e é ideal para iniciantes e pessoas de baixa estatura.

Visual: é um dos pontos altos da pequena. Para-lamas, capa do escapamento, bagageiro, farol e hastes dos espelhos são de aço inox, e não plástico pintado de cromado. Cores (2012/2013) azul e verde têm pintura do tipo "flake", ao sol ficam hipnotizantes de tão bonitas. Mais de uma vez me perguntaram no semáforo onde eu tinha mandado pintar. Rodas são de liga leve, de design discutível, mas combinam. Os detalhes refletivos (no garfo) são horríveis, mas facilmente substituídos por dois parafusos.

Garupa: ele vai ter ótimo espaço e o bagageiro proporciona ótimo apoio para se segurar. No entanto, um peso a mais já castiga o fraco motor, e desloca o centro de massa para a roda traseira, deixando a frente de moto muito leve e imprecisa.

Suspensão: ah... a suspensão... Supondo que você more no Brasil, e portanto tenha muito asfalto ruim no seu caminho, é aqui onde a valente Intruder vai encontrar o maior desafio. Não entendo nada de mecânica, mas o conjunto de amortecedores, sobretudo os traseiros, deixam a moto muito instável em velocidades superiores a 60km/h, e quando se passa dos 80... é bom se segurar firme! Outro problema é o vento, que chacoalha a moto como vara verde, devido ao baixo peso do conjunto. Ela tem 5 regulagens na mola traseira: média, ruim, muito ruim, terrível e survivor horror (tá, é brincadeira).

Cidade: é uma moto muito maleável no trânsito pesado, muda de direção muito fácil e tem um bom ângulo de esterço. O guidão é um pouco largo, e está na altura da maioria dos espelhos, portanto, andar no corredor não é muito fácil. Ela faz pouco barulho, e tem um farol fraco, então é comum você tomar algumas fechadas de vez em quando.

Estrada: tente...

É confiável? É sim, tenho ela há um ano e meio e nunca "reinou" pra pegar, mesmo no frio inverno gaúcho (daí o uso do afogador é necessário). Além de manutenção básica (troca de óleo, filtro de óleo, lubrificar corrente, etc...) não me deu problema nenhum. Ela é de origem chinesa, montada no Brasil, mas a qualidade dos materiais é exemplar.

Pós-venda: só posso falar de minha cidade, Porto Alegre, mas imagino que no resto do Brasil não seja diferente. A Suzuki tem por característica vender dois tipos de moto, as baratas (Intruder, Yes, Burgman 125...) e as caras (Hayabusa, GSX-R, Bandit...). Como só há uma concessionária autorizada aqui em Porto Alegre, todas as motos da Suzuki vão fazer manutenção no mesmo lugar, ou seja, sua humilde Intruder vai disputar a atenção dos mecânicos com os motões da galera que tem grana. O que isso significa? Sua Intruder nunca vai ser prioridade pro pessoal da oficina. Mais de uma vez fui fazer revisão, com horário marcado, e tive que voltar pra casa porque "chegaram muitos clientes VIP hoje"... E na última revisão, como não havia nenhum problema, eles sequer mexeram na moto, mas me cobraram os 200 pila. Mas como a moto dificilmente dá problema, esqueça a concessionária e seja feliz.

Mercado: a desvalorização é um dos pontos que mais vão pesar na hora da compra. Vá lá na Tabela Fipe e veja você mesmo, em um ano a moto perde cerca de um terço do valor de mercado. No entanto, é uma moto que vende pouco, ou seja, há pouca demanda de peças, ou seja, dificilmente vai aparecer um meliante no semáforo querendo te separar da sua pequena. No fim, uma coisa compensa a outra, pelo menos eu vejo assim.

Resumindo: se você está começando a pilotar (ou é baixinho), quer um meio de transporte confiável, para andar em perímetro urbano, sem pressa, sem ser ameaçado a cada semáforo, sem gastar muito dinheiro por isso, essa é a moto ideal pra você.

Abraço,

Drive safely.

Eu recomendo!
Prós
Moto completa por um preço honesto
Econômica: faz de 35 a 40km/l
Muito confiável, não te deixa na mão
Posição de pilotagem confortável
Assento baixo: ideal para iniciantes, baixinhos e baixinhas
Visual retrô: atrai olhares por onde passa
Pouco visada por meliantes
Contras
Velocidade máxima: 90km/h, ruim para rodovias
Vibração incomoda
Potência dos freios é insuficiente
Farol ilumina pouco
Pós-venda é precário
Alta desvalorização na hora de revender

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
14.000 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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