Análises escritas por Rodrigo Alves

4 resultados - mostrando 1 - 4
 
Trail
 
Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Rodrigo Alves Analisado por Rodrigo Alves    26 de Dezembro de 2012
Atualizado pela última vez: 15 de Fevereiro de 2013
Analista Top 100  -  

Moto com custo x benefício muito interessante (as usadas é claro, pois a 0km que custa 19.000 reais, é uma compra sem nexo). Encara muito bem o uso urbano, e o fora de estrada leve/mediano. Para distâncias mais longas, falta motor para uma viagem mais segura. A moto já está um pouco cansada no mercado, mas a ausência de concorrentes faz com que ela continue sendo uma ótima opção de compra na faixa dos 10.000 reais.

Eu recomendo!
Prós
Uma excelente moto urbana, e que também encara bem uma estradinha. Possui torque, velocidade, conforto e consumo satisfatórios para sua proposta. Uma excelente opção de compra na faixa dos 8 a 11 mil reais. Mecânica simples, robusta e confiável.
Contras
Falta motor para longas viagens e para andar com a moto carregada (bagagem e garupa). Já está com o visual um pouco cansado depois de tantos anos de vida. Os bandidos gostam dela, e por isso é preciso andar com atenção, já que o seguro caro costuma ser inviável.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2006
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
12.000 Km
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
7.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Rodrigo Alves Analisado por Rodrigo Alves    20 de Dezembro de 2012
Atualizado pela última vez: 26 de Dezembro de 2012
Analista Top 100  -  

Uma legítima trail com pedigree! Passa por cima de tudo, e não te deixa na mão. Os problemas com a ECU parecem que estão cada vez mais raros, e além disso o reparo disso hoje em dia já não é nada de outro mundo. Na minha opinião, não é uma moto das mais indicadas para o uso em viagens mais longas. Para esse uso, um motor no mínimo bicilíndrico é o ideal.

Sem sombra de dúvidas, o maior problema das XT 660 hoje em dia é a bandidagem. Por seus atributos de motor potente, de rápida aceleração e agilidade, se tornou um dos modelos favoritos dos ladrões. O seguro é caro e muitas vezes corresponde a uma porcentagem muito alta do bem, não compensando assim sua contratação. Tive uma arma apontada para a cabeça e a XT roubada. Foi assim que eu dei adeus à ela, e a troquei por uma V-Strom 650.

Eu recomendo!
Prós
Um trator! Em uso urbano e fora de estrada leve, é uma das melhores motos que existem! Não tem tempo ruim para a XT, que passa por cima de lombada, buraco, terra, lama, ladeira... Ainda que com quase 8 anos de Brasil, o visual ainda se mostra interessante. Bonita e imponente. Seu escape duplo é um charme à parte! Para distâncias mais curtas e uso solo, traz conforto razoável.

O motor monocilíndrico possui muito torque, e ela chega a 100 km/h com extrema rapidez. Velocidade de cruzeiro na casa dos 130 km/h. Moto fácil de andar, muito ágil na terra e no trânsito. O consumo vai depender do peso da mão direita do piloto.

O preço das usadas/semi-novas é muito interessante. O custo das peças não é dos menores, mas está dentro do esperado.
Contras
Uma boa moto para os aventureiros, que enfrentam todo tido de adversidade em suas viagens. Porém, seu motor não é o ideal para aqueles que pretendem fazer grande parte de suas viagens em estradas asfaltadas. Falta fôlego acima dos 140/145 km/h, e a vibração do monocilíndrico incomoda. No mais, a ausência de proteção aerodinâmica também desfavorece um pouco o uso em estrada (nesse caso é recomendável a instalação de bolha mais alta).

O banco duro e reto não favorece as longas distâncias e tampouco a garupa. A dirigibilidade é boa, mas a performance em curvas de alta/média velocidade não chega a ser espetacular. O preço das 0km não condiz com o que a moto oferece. Pagando milhares de reais a menos, compra-se uma igual, mas usada/semi-nova. Seguro muito caro.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2005
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
15.000 Km
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Rodrigo Alves Analisado por Rodrigo Alves    20 de Dezembro de 2012
Atualizado pela última vez: 26 de Dezembro de 2012
Analista Top 100  -  

A V-Strom é uma máquina fantástica, e sempre a recomendo a meus amigos motociclistas. Não a considero a moto ideal para viagens que incluam terra/off-road moderado no roteiro, e foi por isso que a troquei em uma BMW 1200 GS.

Seu desempenho é satisfatório, mas para quem deseja uma performance maior, deve optar pela descontinuada DL 1000. Quando ela está com garupa e bagagem, costuma raspar em curvas e lombadas (especialmente se tiver cavalete central e/ou protetor de cárter). Um dog-bone ajuda a atenuar isso.

No mais, é uma moto touring pronta para te levar para longe, com conforto e segurança. Mas nesse aspecto, peca pela ausência de ABS como opcional (culpa do J.Toledo, que não vende no Brasil as mesmas motos vendidas na Europa e outros países sulamericanos). Para pilotos de menor estatura, recomendo que antes da compra procurem conhecer a Kawasaki Versys, outra máquina bastante interessante.

Eu recomendo!
Prós
Excelente moto. Ideal para a estrada, mas não faz feio no uso urbano. Bonita e imponente, e com baús traseiro e laterais, se mantém harmônica e bela! Muito confortável para piloto e garupa.

Para quem não deseja voar pelas estradas, o desempenho dela é justo! Ultrapassagens são feitas com segurança, e pode-se manter uma velocidade de cruzeiro de 140/150 km/h sem grande esforço. Faz curvas muito bem, e até mesmo na cidade ela anda com desenvoltura. Basta pegar o jeito da moto.

Consumo razoável, mas certamente não está entre suas maiores virtudes. Em sua faixa de preço, considero uma das melhores motos do mercado. Se a intenção for pegar a estrada, a V-Strom é pedida!
Contras
As motos da Suzuki são excelentes! O mesmo não se pode dizer de suas concessionárias. O visual agrada, mas faz falta o escape duplo que equipa a DL 1000. Moto confortável, mas com banco um pouco baixo para quem possui maior estatura.

Na estrada, com garupa e bagagem, o desempenho fica um pouco abaixo de desejado. Se estiver solo e sem bagagem, ela chega a 160km/h sem muita dificuldade. Acima disso, não é a praia dela. Dirigibilidade na cidade exige adaptação, já que a carenagem é fixa e não permite que se veja a roda dianteira.

Na terra deixa a desejar, especialmente na lama ou areia/terra fofa. Com médias na casa dos 15 a 16 km/l, acho que é uma moto um pouco beberrona se comparada com motos maiores, como a própria DL 1000 e BMW 1200 GS.

A moto possui um preço interessante, mas vem sem acessório algum. Protetor de motor, cárter, mão, suporte articulado da bolha (essencial), cavalete central e etc, só gastando mais dinheiro e colocando à parte.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2009
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
14.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
10.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Rodrigo Alves Analisado por Rodrigo Alves    20 de Dezembro de 2012
Atualizado pela última vez: 26 de Dezembro de 2012
Analista Top 100  -  

Possuo a moto há cerca de 2 anos (antes tive uma V-Strom 650, XT 660 e Falcon 400), e com seu espírito aventureiro ela já me levou a lugares incríveis! É uma união quase perfeita entre uma moto trail e uma touring. Roda-se de 500 a 800 km em um dia, e chega-se no destino com vontade de andar um pouco mais! Autonomia do tanque de 22 litros na casa dos 250 a 300 km.

Realmente é uma moto que se encontra no topo do segmento das trail, e com isso traz diversas virtudes para àqueles que gostam de motoaventura (telelever, manoplas aquecidas, cardã, ABS, etc). Mesmo sabendo que a 800 GS é excelente, entre ela e uma 1200 GS usada, fico com a irmã maior. Mas entre uma 1200 0km, e suas concorrente Triumph Explorer e Ténéré 1200, vale a pena fazer as contas, e ver qual apresenta melhor custo x benefício. Não recomendo a compra de uma BMW sem ABS.

Eu recomendo!
Prós
Uma moto versátil, capaz de encarar desde estradas de terra bem acidentadas, até tapetes de asfalto em alta velocidade. Ótimo nível de equipamentos, tais como suspensão dianteira anti-mergulho telelever, e eixo cardã (acreditem, nunca mais ter que lubrificar corrente, trocar relação, etc, não faz falta nenhuma!).

O visual ainda se mantem bonito, ainda que a nova 1200 GS já tenha sido lançado. Extremamente confortável, chegando ao mesmo nível de motos mais touring e voltadas à viagens, como a Suzuki V-Strom e Honda Varadero.

Motor com muito torque, tendo uma aceleração muito satisfatória. Moto fácil de pilotar, inclusive nos corredores. Consumo na média para um moto de 1200 cilindradas, mais de 100cv, e acima dos 200kg. Faço algo em torno de 15km/h, sendo que já fiz 21km/l andando na estrada a 100km/h.

Preço de compra das usadas/semi-novas é bem interessante. Apesar de ser uma moto cara o valor do seguro ainda se mostra muito interessante.
Contras
Peças muito caras. Itens de desgaste natural podem ser comprados no exterior, e assim o custo de manutenção é atenuado. Mas se a moto apresentar algum problema mecânico (é raro, mas pode acontecer), o preço do reparo é desproporcional ao valor da moto.

As pedaleiras podiam ser maiores assim como a Adventure, pois andar em pé sobre elas é ruim (se quiser trocá-las, separe algumas centenas de reais). Velocidade final um pouco abaixo do desejado, ficando na casa dos 200/210 km/h.

Os cilindros paralelos pelo seu tamanho exigem certo cuidado no dia-a-dia em uso urbano, especialmente se a moto tiver protetor de cilindro. A moto é um pouco pesada, e exige atenção em manobras de baixa velocidade. Em terra/areia fofa possui grande tendência em sair de frente.

No meu ponto de vista a BMW R 1200 GS 0km é muito cara. Gastando alguns milhares de reais a menos, compra-se uma semi-nova que oferece o mesmo que a 0km oferece, ou até mesmo uma de suas rivais diretas, Ténéré e Tiger 1200.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2005
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
36.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Alto
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4 resultados - mostrando 1 - 4
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