Análises escritas por Álvaro Gomes Aguiar

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Álvaro Gomes Aguiar Analisado por Álvaro Gomes Aguiar    26 de Julho de 2015
Atualizado pela última vez: 08 de Dezembro de 2015
Analista Top 50  -  

Achei o site, tendencialista. A ZX14, concorrente direta da hayabusa, está na geração 2 (ZX14R), tem 1.441cc, 210cv (ao passar dos 200/h) e torque cavalar de 16,6 Kg.f.m. (site kawasaki nacional, também errado) e uns poucos quilos a mais comparando a busa com ABS (apenas 1cv já carrega e sobra, neste Kgs a mais). Tudo atestado por dinamômetros e pista de teste (motos stock e pilotos profissionais com similar habilidades/físico, é claro). O site usa os dados da geração 1 da Kawasaki e Geração 2 da Busa, o que é errado e confunde os detalhistas e grandes apaixonados por motos que levam ao pé da letra. E deveria existir uma categoria "sport touring" para elas aqui no guia motonline. Possuem o DNA, mas não são totalmente esportivas. Lá fora chamam elas de Hypersports, o que para mim não faz sentido. H2R, Y2K, Tomahawk sim talvez possam levar uma classificação destas.

O texto da Hayabusa diz que é o top em frenagem/eficiência (nunca existiu uma moto... blá,blá,blá), mas esquece de dizer que as Hayas não tem controle de tração, só controle de potencia (pilotagem, portanto) e só ganhou ABS há 2 anos. A 14R tem ABS, controles de tração (desligáveis) e potencia. Não descontrola fácil nas arrancadas, nas saídas, nas curvas, não perde tão fácil a aderência do solo, mesmo com pneus frios e solo molhado. Dá para ter ótima performance em arrancada, sem ser especialista no controle da saída. É mais larga e carena/envolve melhor o piloto, o que para mim são vantagens, além de ter banco mais generoso ao passageiro (importante, para quem não é solitário ou tem consideração a parceira). E tem traseira de moto, não de fusca. Na 14R, muitas partes plásticas foram substituídas por alumínio para aguentar o rojão. Troca-se o óleo só precisando remover a carenagem inferior. O velocímetro também é mais preciso (menor erro de velocidade real) e consomem um pouquinho menos. Exceto por isto, todo o resto me faz sentido comparando a inúmeros reviews internacionais (de profissionais e usuários particulares).

Sim, a busa é uma puta e respeitosa moto, mas sejam justos e deem os dados corretos das duas ou vou pensar que o motonline é administrado por petistas. Confundir, manipular, mentir é especialidade deles.

Palavras de quem a muito tempo pesquisa detalhadamente a CBR XX Blackbird (sonho de adolescente), ZX14R, Hayabusa e Ninja 1000 Tourer (aqui, muito mais por conta das malas de série pensando em itens de trabalho). Em breve, uma delas será irmã de minha querida Sahara e XRE (a XRE talvez mude de dono... 3 impostos é dureza), cujo vão assumir o posto para chuva pesada, praia, terra, segundo veículo. A XX é a mais linda e a Zx14R traz o melhor dos dois mundos (Sport + touring). É a mais tecnológica e forte sport touring, e também belíssima ao meu gosto pessoal. Tourings puras podem até ter mais tecnologia extra associada (aquecedores de punho, som, conectores, ré etc), mas de modo algum podem ser comparadas a um trem bala.
Uma pena não termos a lindíssima Honda Interceptor VFR800, no Brasil. Aposto que seria o melhor CxB da categoria Sport Touring. Mas a zeta 14R é a top.

No entanto, quem vai mandar quando chegar o grande dia, será a oferta. A busa gen1 é feia de doer, está fora. Já uma busa gen2 é bonita (lateral e frontal) e pode ser um bom custo x benefício em tempos atuais quando se avalia cuidadosamente os preços atuais de mercado e facilidade de revenda caso se opte por esta potente máquina, semi-nova. Não mais a rainha das pistas (na verdade, nunca foi... a desconhecida ZX12R quem era à época), mas está sempre lá, entre as tops e com aquele emblema (kanji) japonês, lindão e único.

PS. adiciono que a 14R 2013 em diante, tem amortecedor de direção eletrônico (proporcional a velocidade) de série segundo o revendedor Kawasaki na Bahia. Fantástico, não é mesmo?? Pena elas estarem em falta por lá, queria já ir sentindo o drama. Mais um pouco e espero ser um feliz proprietário de uma... vamos ver!! Sol e chuva... nada de comprar para clubinhos, reboques, pick ups, zerinhos ridículos, cortando giro ou tirar ondinha como os no máximo "admiradores" de moto, o fazem.

PS2 (julho). Nesta adição, informo que fui a Kawa e Suzuki motos. A zx14R comprada em Salvador tem 50% de desconto em revisões (700,00), já incluso a material básico (óleo e filtros). Comprada fora custa incríveis 1.400,00. Segundo a kawa, o primeira documentação fica em torno de 1.600,00.
Já a Hayabusa tem primeiro emplacamento em torno de 900,00 e o segundo - 600,00. Revisão, mão-de-obra sem contar o material - 290,00 (me parece bem melhor importar o material e pagar a mão de obra na Suzuki). Na kawa, foram pouco atenciosos sobre informações e não usam Motul. Na Suzuki eu fui bem atendido, embora tenham tratado muito mal um amigo que queria parcelar em cartão de crédito parte de uma moto semi-nova (limite do cartão de 10.000,00 e o destrataram afirmando que moto suzuki é só para quem podia pagar. Comprou em outro lugar e a da suzuki continua lá encalhada).

Repito... isto são informações na Bahia. Talvez em outros Estados não seja o mesmo ao pé da letra. Estou prevendo que se arrematar uma 14R é preciso arrumar um mecânico particular e confiável a cada revisão. Ou investir em ferramentas talvez específicas para eu mesmo fazer serviços mais simples. Kawasaki tem fábrica no Brasil e mete o pau. Não parecem nem um pouco seguir os lemas apresentados no documentário da Discovery - a história da Kawasaki. Brasileiros são mercenários?


PS3(Dez/2015). Estive no último encontro de motos de 2015 em Salvador (o bate e fica) procurando alguma das duas únicas zx14R em Salvador e encontrei. Ela é tudo o que eu esperava e mais um pouco, porém, menor do que desejo. Mas satisfatória ao meu tamanho e o farol/acabamento são um show à parte. Dei umas aceleradas parado, senti a ergonomia e conversei com o proprietário, o qual só andou 14 mil km com ela mas já fez revisão. Segundo ele, paga de anuidade 1.000,00 (o que é mais lógico, se seguirmos a famigerada tabela Fipe) e as revisões custam 300,00 incluso óleo (não usam motul) e filtro na mesma Kawasaki de Salvador que me deu os valores anteriores citados nas informações acima. Ora essa, para que inventaram isto? São burros ou imbecis mentirosos? Ficou evidente que com estes, é melhor manter o mínimo de relação o possível, e com olhos bem abertos. E não parece uma boa ideia chegar a esta ou qualquer moto, por intermédio da moto sol kawasaki de Salvador. Quem for, que vá bem antenado.
Voltando a moto, tenho 1,72m e senti que caiu como uma luva. Nas pernas, ponto importante, meus joelhos/tornozelos não flexionaram a ponto de sentir incomodo (especialmente nos tornozelos), como aconteceu ao testar a ergonomia na belíssima Hayabusa RAZ vermelha/preta (2015/2016 e 2014 lá fora). Também não senti tanto peso concentrado nos pulsos. Então, em 2016 vou procurar poupar no possível para chegar a ZX14R. Com a busa gen 2 (ou blackbird) também estaria realizado, porém, sabendo que perderia em ergonomia. E embora tenham o mesmo entre-eixos, com uma moto mais encolhida (eu prefiro as grandes e me acostumar ao seu estilo em curvas). E fica aí informações/conhecimento em minha ainda curta experiencia, para outros também interessados em sport tourings, mas ainda com dúvidas.

Eu recomendo!
Prós
Tudo. E conforme descrito acima, dentro das limitações (dou notas apenas no que posso avaliar). Há mais detalhes a respeito como a menor altura do assento (bom para baixinhos), entre-eixos consideravelmente curtos apesar do porte do motor/moto e outros detalhes, mas os considero impertinentes. O principal já está descrito. Não é à toa que a Kawa construiu uma máquina destas... era/é uma fabricante de aviões/navios antes de entrar no mundo das motos. Kawasaki Ninja ZX14R - Ultra Mega Power Mother Fucker.
Contras
- A Performance Sport com akrapovic e suspensão ohlins poderia ser vendida por aqui, também.
- As cores revelam que a kawasaki não vende por aqui as mesmas 14R de fora. Sem atualizações, mesmo com fábrica no Brasil. Particularmente, não gostos de nenhuma das poucas cores disponíveis. Um repelente, apesar do lindo designe da moto.
- Brasileiros representando a marca no país são uma piada. Sequer conhecem bem a(s) moto(s) e são mercenários. Vão conseguir ultrapassar a má fama da J. Toledo?
- Preços de serviços são estratosféricos na Kawasaki. Querem ser tão exclusivos, que preferem motos encalhadas devido a absurdos no pós venda. Posso imaginar quanto cobrariam se um retrovisor quebrasse. Já não basta no Brasil se pagar três motos e levar uma, querem massacrar também no pós-venda !?
- O consumo poderia ser melhor trabalhado. No dia em que uma moto deste porte chegar a ao menos 25Km/L mantendo velocidade de cruzeiro a uns 150-160Km/h, sem dúvidas vai merecer nota 10.
- Me parece que o farol baixo não desliga. As luzes de estacionamento não são o suficiente para estarem ligadas a todo o tempo? São 6 lampadas ao todo... 4 ligadas a todo o tempo? Demais.
- Talvez bobagem, mas não gosto da cor das luzes do painel (ou computador de bordo...rs). Um azul claro seria perfeito. Ou cores selecionáveis e intensidade da luminosidade.
- Por fim, não sobre a moto mas sim a kawasaki. A pouca e péssima distribuição de lojas é um entrave para quem deseja uma Kawasaki, tanto na pré-venda quanto pós-venda. Bom para todos seria se trabalhassem melhor este problema. Fábrica aqui, já possuem.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2013
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
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Álvaro Gomes Aguiar Analisado por Álvaro Gomes Aguiar    28 de Junho de 2015
Atualizado pela última vez: 26 de Julho de 2015
Analista Top 50  -  

XRE 2010 dourada com uns 35000Km rodados, os quais uns 30% foi comigo e 70% meu pai. Testada em terra (praia), variante, cidade e muito asfalto. Comigo ela tem tocada moderada ou pesada, nada grave. Com meu pai tocada leve, porém uns 4 acidentes leves-moderados (inclusive, explosão do pneu dianteiro) com rachadura da carenagem traseira e até hoje se mantém 100% funcional. Obteve manutenção normal, troca de disco dianteiro (leve empeno) e uma bateria nova. Comecemos pelo famoso problema do motor.

Algumas tem a famosa falha no cabeçote que resulta no travamento/trinca. Outras, apenas vazamento. Felizmente a nossa só apresentou vazamento na boca do cano longo/cilindro que não chega a pingar, mas afeta a estética e exige maior atenção as trocas periódicas de óleo. Um dia vou resolvê-lo (quando precisar serviço pesado no motor). As XREs atuais (2014/2015) parecem (parecem) que tiveram este problema crônico sanado ou reduzido. Também mudaram o comprimento do para-lamas impedindo salpicar água de chuva no rosto do piloto (de fato acontece, de leve). As asas laterais da carenagem foram transformadas em uma só peça. Mas o largo protetor anti-chamas/calor que fica embaixo também se foi. Coisas da Honda do Brasil... vivem fazendo merdas e cobram ouro por isto. Fora as maracutaias judicias para não assumirem os problemas que eles próprios e seus engenheiros amadores causam. É só pesquisar para ver. Além disto, no Brasil se paga 3 motos e leva 1. A Honda é malandra neste assunto.

Na terra ela é ótima. Confortável, estável, confiável, gostosa de pilotar em pé. Aliás, ela é também praticamente uma trail citadina. Na cidade vai bem... confortável em pilotar por longo tempo, guidom talvez um pouco aberto/longe demais para pessoas com braços curtos, porém bem posicionados garantindo ótimo controle e não bater na maioria dos retrovisores de carros. Um protetor de mãos (+luvas) fazem falta, especialmente na chuva ou forte frio. Acredito que pessoas com menos de 1,70m terão uma leve dificuldade com ela em alguns momentos, mesmo com o banco cavado e bom centro gravitacional. Em pequenas inclinações parado, ela se faz bastante pesada. Tenho 1,72m e em alguns momentos procuro o chão com as pontas dos dedos, a depender de aonde/como paro a moto.
Mulheres na garupa por sua vez reclamam da porção convexa/saliente do banco contra a vulva vaginal, relatando desconforto. Certamente isto depende de mulher para mulher devido a variações anatômicas, mas é bom considerar em viagens longas. Nos semáforos a boa arrancada e rápida resposta delas garante sair fácil na frente das latas de sardinhas nacionais de 4 rodas. Aliás, até a terceira marcha ela tem boa e rápida resposta em qualquer lugar, tanto em saídas quanto em retomadas. Em ladeiras também se sai muito bem, bom torque acima dos 2500 rpms (abaixo, engasga fácil). Os freios são excelentes, dosáveis e firmes quando preciso, mesmo sob chuva (considerando boas pastilhas). Não sinto a dianteira afundar forte, como se eu fosse saltar a frente da moto. O pneu dianteiro aro 21, banco largo e bons amortecedores vencem fácil obstáculos e buracos, contribuindo com o conforto e boa posição de pilotagem bem envergado (vertical). Uma boa indicação a quem tem problemas na coluna, mas tem paixão por motos e não deseja abandonar.

Agora vamos ao ponto fraco. Asfalto. Putz... ela vem com relação 13/39 em 26,1 cv atingidos a média rotação... ou seja, é muito mais off-road. Pinhão de areia. Talvez bem dimensionada ao propósito, mas a 100 Km/h ela já está a 6000 RPMs. A 7000 RPMs chega a dar pena... motor começando a se esguelar mesma na quinta marcha (última). A moto parece que tem uma âncora atrás. Tem retomadas tímidas quando acima dos 110/h. Quase na zona vermelha do conta-giros ela está esguelada a míseros 136 Km/h. Se houver uma descida ela chega a 144 (velocidade de painel com pneu 21, não careca), porém já na zona de risco/estouro do motor (a zona vermelha). Mantendo acima de 120 por muito tempo, devido a pouca carenagem depois de uns 60-80Km as pernas estão cansadas devido ao exercício isométrico em lutar contra o vento e mantê-las fechadas (considerando que tenho coxas grossas, piorando o coeficiente aerodinâmico (cx) e aumentando a área de choque interna da coxa contra o vento, portanto). Junte a isto a alta vibração de motores monocilindros, e o desgaste ao piloto torna-se significativo, chegando ao destino desejando uma cama ou sofá. Talvez não a alguém de 20-25 anos, mas próximos aos 40 já se sente o impacto de atividades resistivas.

Não testei ainda, mas com pinhão de 14 dentes há uma diminuição de uns 7% na relação, o que elevaria a velocidade para uns 108-109 Km/h a 6000 rpms, embora provavelmente a quinta marcha seja afetada em subidas longas ou contra ventos fortes devido a baixa potencia/torque de um motor monocilindrico pequeno. Por outro lado haverá uma pequena folga no motor para manter sem grande enforcamento, uma velocidade de cruzeiro de 100/h, a adequada a XRE.
Atualmente isto me deixa tenso... parece que em retas médias ou longas a moto esta parada ou se arrastando. E ao esticar seu curto limite parece que o motor vai explodir...rs. É preciso saber compensar esta lentidão nas curvas e subidas.
- Considero que a velocidade ideal de cruzeiro fica em torno dos 160 Km/h em baixa rotação e boa tocada (para estradas conhecidas e bom equipamento corpóreo, é claro). Fácil de desvios e de rápida ação se preciso, baixo risco de instabilidade por efeito giroscópico que descontrola a direção (quando não há o amortecedor de direção eletrônico), bom ponto para dar umas rápidas esticadinhas até uns 220-260 de vez em quando. Viagem rápida, econômica e relaxante. Isto é o que hoje minha experiencia pede, para um bom/divertido cruzeiro. A XRE 300 está longe disto ou mesmo a NX350 Sahara (minha outra fofa, cujo aliás prefiro do que a boa XRE, especialmente com ventos, chuva, curvas sinuosas, insetos, retomadas etc).
- Okay... nenhuma das duas foram feitas para andar forte ou manter 160/h relaxadas como se estivessem a 2000-3000 rpms em seus motores. Terei que resolver este problema com outra carenada e apropriada, mais adiante. Mas pqp... elas são ninjas tartarugas. Em baixa são fod@, mas ter que andar com tocada entre míseros 120 - 140 com as motos já perto de seus limites é um grande saco e até risco, se houver manutenção ruim. Há quem tenha paciência e sinta-se virtuoso pela lentidão (verdadeiros monges tibetanos), mas para mim hoje é dureza e um grande pé no saco/cansaço viajar em tartarugas. Salvo se a vista fosse o mar a todo o tempo.

Outra coisa a lembrar é o acabamento Honda atual. Uma droga... muitas cores foscas (arranháveis e sujáveis) e bagageiro com um estranho encapamento que se solta/descola que nem enfaixamento/fita isolante (talvez pelo calor do escape) e fica feio, além de marcado ao levar carga com frequência. O tripé (descanso) tem um suporte/apoio ruim ao fim do seu percurso, acredito que aonde esteja o maldito e inconveniente sensor. O excesso de plástico requer frequente hidratação e cuidado para que não fique com aparência de velho/ressecado, mesmo com a moto com poucos anos. Talvez coisas insignificantes para alguns, mas que requerem atenção.
O punho original de fábrica é uma verdadeira porcaria. Duro e desconfortável. Boa buzina. O farol alto e baixo tem bom faixo de iluminação/distribuição frontal e lateral à noite na pista. Se depender dele o piloto está bem servido. Traseiro bonito e com boa visibilidade. Já os retrovisores são uma porcaria, eu gosto dos grandes e com área ampla de visão. Para quem gosta dos discretos, está bem servido e são reguláveis. O escapamento possui um ronco bem controlado e agradável. Consumo em torno dos 26-28 Km/L econômico e 20-24 Km/L enrolando o cabo. Gasolinas, não engasgou com nenhuma das vagabundas nacionais (comum, aditiva, de barco, premium, power... só não encontro a podium, a melhor de todas). Os engates de marcha são precisos.

Enfim... uma boa opção/moto se o uso não for o asfalto ou longas viagens sem pausas e o dono tiver tempo e zelo por ela. E que exige atenção de quem pilota, pois atrai a atenção e atração, inclusive de invejosos vagabundos, amigos do alheio. A de um amigo, uma parte foi parar em uma tornado de bandido e a outra (quadro), no fundo de um profundo rio. Um valor e bem significativo a se abrir mão (se necessário) por não se estar alerta e ter atenção em volta a todo o tempo.

PS. Neste fim de semana, a moto apagou com meu pai. Injetadas não ligam nem no tombo. Depois de muito, foi descoberto que um fio que passa por trás/baixo da ignição, partiu na base. Por um fio ele ficou horas na pista. Sacanagem. Qualidade Honda?

Eu recomendo!
Prós
- Pau para toda obra. Muitos não tiveram a mesma sorte, mas quem teve sabe que ela é boa ou aceitável para quase tudo.
- Muito boa no consumo. A 2012 de um amigo chegou a 32 Km/L em viagens de uns 200Km. Velocidade também não é muito a praia dele.
- Pesada, mas vem com aros de alumínio de fábrica.
Contras
- Display no painel com iluminação cor âmbar. Horríveis. Descobri os leds exatos usados pela honda e iria substituí-los, mas só ficam com a cor vermelha no conta-giros, quando o led é ambar ou branco. O branco ajuda a cansar às vistas em viagens longas noturnas. E sem graça.
Por estes motivos não coloquei azul ou verde. Até hoje fico na dúvida, uma vez que a troca exige soldas.
- Não desliga o farol baixo ou possui luz de estacionamento/parque.
- Os demais contras estão no texto.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2010
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
35.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Custo x Benefício 
 
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Álvaro Gomes Aguiar Analisado por Álvaro Gomes Aguiar    28 de Junho de 2015
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Performance 
 
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Dirigibilidade 
 
N/A
Consumo 
 
7.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Álvaro Gomes Aguiar Analisado por Álvaro Gomes Aguiar    25 de Maio de 2015
Atualizado pela última vez: 08 de Dezembro de 2015
Analista Top 50  -  

Achei o site, tendencialista. A ZX14, concorrente direta, está na geração 2 (ZX14R), tem 1.441cc, 210cv (ao passar dos 200/h) e torque cavalar de 16,6 Kg.f.m. (site kawasaki nacional, também errado) e uns poucos quilos a mais comparando a busa com ABS (apenas 1cv já carrega e sobra, neste Kgs a mais). Tudo atestado por dinamômetros e pista de teste (motos stock e pilotos profissionais com similar habilidades/físico, é claro). O site usa os dados da geração 1 da Kawasaki e Geração 2 da Busa, o que é errado e confunde os detalhistas e grandes apaixonados por motos que levam ao pé da letra. E deveria existir uma categoria "sport touring" para elas aqui no guia motonline. Possuem o DNA, mas não são totalmente esportivas. Lá fora chamam elas de Hypersports, o que para mim não faz sentido. H2R, Y2K, Tomahawk sim talvez possam levar uma classificação destas.

O texto diz que a Hayabusa é o top em frenagem/eficiência (nunca existiu uma moto... blá,blá,blá), mas esquece de dizer que as Hayas não tem controle de tração, só controle de potencia (pilotagem, portanto) e só ganhou ABS há 2 anos. A 14R tem ABS, controles de tração (desligáveis) e potencia. Não descontrola fácil nas arrancadas, nas saídas, nas curvas, não perde tão fácil a aderência do solo, mesmo com pneus frios e solo molhado. Dá para ter ótima performance em arrancada, sem ser especialista no controle da saída. É mais larga e carena/envolve melhor o piloto, o que para mim são vantagens, além de ter banco mais generoso ao passageiro (importante, para quem não é solitário ou tem consideração a parceira). E tem traseira de moto, não de fusca. Na 14R, muitas partes plásticas foram substituídas por alumínio para aguentar o rojão. Troca-se o óleo só precisando remover a carenagem inferior. O velocímetro também é mais preciso (menor erro de velocidade real) e consomem um pouquinho menos. Exceto por isto, todo o resto me faz sentido comparando a inúmeros reviews internacionais (de profissionais e usuários particulares).

Sim, a busa é uma puta e respeitosa moto, mas sejam justos e deem os dados corretos das duas ou vou pensar que o motonline é administrado por petistas. Confundir, manipular, mentir é especialidade deles.

Palavras de quem a muito tempo pesquisa detalhadamente a CBR XX Blackbird (sonho de adolescente), ZX14R, Hayabusa e Ninja 1000 Tourer (aqui, muito mais por conta das malas de série pensando em itens de trabalho). Em breve, uma delas será irmã de minha querida Sahara e XRE (a XRE talvez mude de dono... 3 impostos é dureza), cujo vão assumir o posto para chuva pesada, praia, terra, segundo veículo. A XX é a mais linda e a Zx14R traz o melhor dos dois mundos (Sport + touring). É a mais tecnológica e forte sport touring, e também belíssima ao meu gosto pessoal. Tourings puras podem até ter mais tecnologia extra associada (aquecedores de punho, som, conectores, ré etc), mas de modo algum podem ser comparadas a um trem bala.
Uma pena não termos a lindíssima Honda Interceptor VFR800, no Brasil. Aposto que seria o melhor CxB da categoria Sport Touring. Mas a zeta 14R é a top.

No entanto, quem vai mandar quando chegar o grande dia, será a oferta. A busa gen1 é feia de doer, está fora. Já uma busa gen2 é bonita (lateral e frontal) e pode ser um bom custo x benefício em tempos atuais quando se avalia cuidadosamente os preços atuais de mercado e facilidade de revenda caso se opte por esta potente máquina, semi-nova. Não mais a rainha das pistas (na verdade, nunca foi... a desconhecida ZX12R quem era à época), mas está sempre lá, entre as tops e com aquele emblema (kanji) japonês, lindão e único.

PS. adiciono que a 14R 2013 em diante, tem amortecedor de direção eletrônico (proporcional a velocidade) de série segundo o revendedor Kawasaki na Bahia. Fantástico, não é mesmo?? Pena elas estarem em falta por lá, queria já ir sentindo o drama. Mais um pouco e espero ser um feliz proprietário de uma... vamos ver!! Sol e chuva... nada de comprar para clubinhos, reboques, pick ups, zerinhos ridículos, cortando giro ou tirar ondinha como os no máximo "admiradores" de moto, o fazem.

PS2 (julho). Nesta adição, informo que fui a Kawa e Suzuki motos. A zx14R comprada em Salvador tem 50% de desconto em revisões (700,00), já incluso a material básico (óleo e filtros). Comprada fora custa incríveis 1.400,00. Segundo a kawa, o primeira documentação fica em torno de 1.600,00.
Já a Hayabusa tem primeiro emplacamento em torno de 900,00 e o segundo - 600,00. Revisão, mão-de-obra sem contar o material - 290,00 (me parece bem melhor importar o material e pagar a mão de obra na Suzuki). Na kawa, foram pouco atenciosos sobre informações e não usam Motul. Na Suzuki eu fui bem atendido, embora tenham tratado muito mal um amigo que queria parcelar em cartão de crédito parte de uma moto semi-nova (limite do cartão de 10.000,00 e o destrataram afirmando que moto suzuki é só para quem podia pagar. Comprou em outro lugar e a da suzuki continua lá encalhada).

Repito... isto são informações na Bahia. Talvez em outros Estados não seja o mesmo ao pé da letra. Estou prevendo que se arrematar uma 14R é preciso arrumar um mecânico particular e confiável a cada revisão. Ou investir em ferramentas talvez específicas para eu mesmo fazer serviços mais simples. Kawasaki tem fábrica no Brasil e mete o pau. Não parecem nem um pouco seguir os lemas apresentados no documentário da Discovery - a história da Kawasaki. Brasileiros são mercenários?


PS3(Dez/2015). Estive no último encontro de motos de 2015 em Salvador (o bate e fica) procurando alguma das duas únicas zx14R em Salvador e encontrei. Ela é tudo o que eu esperava e mais um pouco, porém, menor do que desejo. Mas satisfatória ao meu tamanho e o farol/acabamento são um show à parte. Dei umas aceleradas parado, senti a ergonomia e conversei com o proprietário, o qual só andou 14 mil km com ela mas já fez revisão. Segundo ele, paga de anuidade 1.000,00 (o que é mais lógico, se seguirmos a famigerada tabela Fipe) e as revisões custam 300,00 incluso óleo (não usam motul) e filtro na mesma Kawasaki de Salvador que me deu os valores anteriores citados nas informações acima. Ora essa, para que inventaram isto? São burros ou imbecis mentirosos? Ficou evidente que com estes, é melhor manter o mínimo de relação o possível, e com olhos bem abertos. E não parece uma boa ideia chegar a esta ou qualquer moto, por intermédio da moto sol kawasaki de Salvador. Quem for, que vá bem antenado.
Voltando a moto, tenho 1,72m e senti que caiu como uma luva. Nas pernas, ponto importante, meus joelhos/tornozelos não flexionaram a ponto de sentir incomodo (especialmente nos tornozelos), como aconteceu ao testar a ergonomia na belíssima Hayabusa RAZ vermelha/preta (2015/2016 e 2014 lá fora). Também não senti tanto peso concentrado nos pulsos. Então, em 2016 vou procurar poupar no possível para chegar a ZX14R. Com a busa gen 2 (ou blackbird) também estaria realizado, porém, sabendo que perderia em ergonomia. E embora tenham o mesmo entre-eixos, com uma moto mais encolhida (eu prefiro as grandes e me acostumar ao seu estilo em curvas). E fica aí informações/conhecimento em minha ainda curta experiencia, para outros também interessados em sport tourings, mas ainda com dúvidas.

Eu recomendo!
Prós
- Um lindo kanji japonês na carenegem. Única e exclusiva.
- O novo designe frontal e lateral, agora sim está bonita.
Contras
- Consumo elevado. Pode ter 4 cilindros e alta cilindrada, mas se fosse dado mais atenção ao consumo, com certeza conseguiriam melhores resultados. Lá fora talvez não seja tão relevante, mas no Brasil a gasolina é podre e caríssima e sofremos ainda com o menor padrão de renda aos brasileiros.
- Traseira nostálgica de fusca. E me lembra a velha GSX750F (99 - 04), conhecida como "cú de passarinho ou vagalume". O que era aquilo !?

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2010
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
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Sim (2)Não (2)
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
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Custo x Benefício 
 
9.0
Álvaro Gomes Aguiar Analisado por Álvaro Gomes Aguiar    28 de Agosto de 2012
Atualizado pela última vez: 28 de Setembro de 2012
Analista Top 50  -  

Amo minha Sahara Gomes. Quarta... desde a primeira. 91, 92, 97, 99 tendo rodado uns 200 mil Km ao total. Moto inspirada no Paris Dakar e as campeãs nos anos 80... muito falado na época. Talvez a negocie em uma 4 cilindros grande (blackbird, meu pequeno grande desejo) e assim que terminar de pagar eu procure outra NX original (quem sabe a mesma?). Senão esta eu levo para aonde for... até o caixão. Visual marcante. Conforto bom para piloto se não forem distancias muito longas (mais que 200Km seguidos) ou o motociclista não tiver problemas de coluna/idade esticada. Senão da para sentir o cansaço. Na terra faz bonito.... sem exageros. Mas se tirar a carenagem aí vira um monstro. Depois da Sahara a Honda desceu muito de nível. No desempenho atingimos 31,5cv a 3,18 kg.f.m de torque puxando 144Kg à seco em rotações medias (7000-7500 rpm) distribuidos em 6 marchas. Excelente relação peso x potencia para uma monocilindrica de 1991 com poucas mudanças nos anos. Aerodinâmica carenada. Mesmo sem baixo cx fura o vento, poeira, chuva, pedrinhas, insetos, fumaça, oferece conforto, estabilidade e proteção. Sente-se falta quando pega uma moto nua. O consumo depende se está bem regulada como todas as carburadas... ficando em torno de 20 a 24 Km/L abaixo de 100/h e 16 a 18Km/L acima disto (estágio 2 do carburador). Minha terceira Sahara chegou a fazer 32/L. A dirigibilidade com guidon curvo original, sem alongador e pneus MT60 é excelente, em meu caso chegando a raspar pé no chão em curvas conhecidas e acima de 100/h (significativo, para uma categoria não esportiva). Menos de 1,70 em terra pode ser problemático a alguns. A roda dianteira aro 21 e boa altura motor/solo permite superar obstáculos facilmente.... uma maravilha. Em buracos, pouco se sente o impacto. Exceto em ruas que seja o próprio buraco (comum no Brasil).
Em resumo... a Honda fez besteira (normal) com aquela ideia idiota de projetar uma moto para casal (barbie falcon). Depois as outras não tão equilibradas como a Sahara e ainda com aquela sacanagem de farol Ligado 24h (só na Honda). Quem teve Sahara desde nova e usufruiu sem deixar na garagem (característica de muitos apaixonados por motos) sabe o que estou dizendo. É uma moto para deixar saudades. Ou se possível, tê-la junto com outras maiores de diferentes categoria (4 cilindros para meu caso). No dia a dia e como pau para toda obra ela é magnânima.

Obs: Sahara não é trator como uns dizem, tem majestade. Tratores são Harleys e similares, cujo tem que ter apenas torque (força) em baixa rotação desequilibrando o resto e assim conseguir carregar a própria ferragem. Muita ferragem.

Eu recomendo!
Prós
Recomendo... e muito. Mas não para folgados que não cuidam devidamente, pois é uma moto que requer atenção para manter sua realeza. Uma queda bruta é prejuízo garantido.
É forte em qualquer situação, tem boa potencia em rotação média-baixa, torque equilibrado... anda a 105Km/h a 6000 rpms com relação original e 115-118 com pinhão de 15, quase não sentindo perda de torque... apenas em retomadas de velocidade em alta, com passageiro. Com pequenas modificações bobas chega a 150Km/h antes do vermelho... quase uma XT600. 0 a 100 em 9,3 segundos (teste nos anos 90 na revista duas rodas). Velocidade de cruzeiro boa para curtas distancias (105 -110/h). É linda, mais ainda com pequenas mudanças (piscas traseiros coreanos, retrovisor, protetor de disco e bengalas importado, aeroquip, pneu e sanfona de xt600 em aro ligeiramente mais largo, fibra de carbono camaleão em algumas partes etc). Uma sexta marcha também é um alívio ao motor e aumento do equilíbrio oferecido. Anda bem em qualquer faixa de giro e com meia embreagem consegue sair até de sexta marcha sem stress. Sua altura do escape/carburador permite vencer alagamentos e rios, mas não tão profundos.
Como moto ao dia a dia é perfeita, especialmente em cidade e offroad leve-moderado... responde rápido, ultrapassa rápido, não fica amarrada em fileiras, é maleável e controlável. Farol H4 potente e com facho bem distribuído se tiver a lente original, painel preso na carenagem, baixo custo de manutenção, peças intercambiáveis com várias outras motos Hondas (família NX, XR, XL, CB, CRF, CBX e até CG). É divertida de pilotar e o ronco? Aaaa... esse nenhuma monocilíndrica tem. Com o escape fechado ou original é perfeito, perfeito, perfeito. Inconfundível. Seu centro de gravidade também é equilibrado para quem tem a moto entre as pernas em qualquer situação. Lubrificação a carter úmido... ou seja, nada de muita putaria.
Abaixo... aonde está escrito condições de teste, tenho Sahara a quase 20 anos (entre poucas outras ao mesmo tempo... falcon, xlx, XRE, sxt 27.5). Já andei em algumas outras... prefiro a sahara sem dúvidas.
Contras
Algumas peças originais Honda que custam uma fortuna são descartáveis.. a exemplo de uma no cabo do afogador/carburador. Melhor mandar fazê-las em bronze. O freio traseiro poderia ser a disco, embora ela tenha uma frenagem equilibrada. Um indicador de combustível seria útil, apesar da época do projeto. Às vezes ela pede reserva em situações enroladas no transito e dá leves sustos, embora o motor as vezes dê uma amolecida avisando a falta. O tanque de combustível tem mais de 14 litros, mas uma pequena parte da gasolina simplesmente não desce. Se quase deitar a moto ganha 1-2 Km até o posto. O bagageiro traseiro tem baixa capacidade de carga, bem como muitas hondas. Pela característica mista universal dela e ser pau para toda obra, acho que ele deveria ter vindo reforçado de fábrica.
O material do escape original é vagabundo e caro arrombando com o tempo... adaptei o inox de uma Yamaha WR450 japonesa na minha para nunca mais acabar e ficar deliciosamente com o ronco original. O desenho do filtro de ar o torna único e difícil de achar (salvo se usar a manha do filtro de fiesta). Em um offroad pesado, o guia do para-lamas dianteiro pode ficar com barro preso e endurecido, exigindo a retirada. O peso dela também pode ser complicado para baixinhos ou franzinos. Tenho 1,72/85Kg e para mim é sem dificuldades significativas.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
1999
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
200.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Baixo
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