Análises escritas por Iran Ferreira De Macedo

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Street
 
Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
7.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Iran Ferreira De Macedo Analisado por Iran Ferreira De Macedo    18 de Agosto de 2012
Atualizado pela última vez: 18 de Agosto de 2012
Analista Top 100  -  

Foi uma ótima moto para mim. Quando peguei era a moto mais bonita no mercado. Mas seu visual ficou ultrapassado ao ser lançada a nova Fazer.
Esta moto me deixou ótimas recordações e muita saudade.

Eu recomendo!
Prós
Foi uma ótima moto que tive. Boa para andar na cidade no uso diário.
Baixo consumo de gasolina.
Valor baixo das revisões.
Peça de reposição, como pneus, relação e caixa de direção, num valor razoável.
Moto muito bonita. Sempre recebia elogios por ela.
Contras
Ergonomia ruim pra quem é um pouco mais alto.
Suspensão muito curta. Quase sempre dava final de curso quando eu estava com garupa e pegava alguma irregularidade no caminho.
Dava muita folga na caixa de direção. Tive que trocar de caixa com apenas 15.000 km rodados.
Tive uma 2008 que, ao ser lançado a nova Fazer, ficou com visual ultrapassado e perdeu valor de mercado.
Não é indicada para uso em ruas de paralelepípedos.
Não pegava estradas de terras com ela, pois seu desempenho é muito ruim neste tipo de piso.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2008
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
25.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Normal
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
5.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
6.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
7.0
Iran Ferreira De Macedo Analisado por Iran Ferreira De Macedo    18 de Agosto de 2012
Atualizado pela última vez: 18 de Agosto de 2012
Analista Top 100  -  

Esta moto foi uma decepção para mim. Andei de YS 250 Fazer por 3 anos e a troquei pela Lander X por querer uma moto mais alta, com melhor suspensão, mais bonita e, principalmente, mais robusta. A Fazer durante 3 anos só deu manutenção nas revisões, o que já era esperado. Ao passar para a Lander X o problema de quebra da placa e do suporte da placa mostrou que a moto não era mais robusta que a Fazer. Quebrava de 2 em 2 meses. Após 1 anos e 5 meses cansado de gastar dinheiro re-emplacando a moto e comprando novos e alternativos suportes de placa, fui obrigado a trocar de moto novamente.
Tirando o problema da vibração e quebra do suporte da placa, da placa e do quadro, esta moto tem um ótimo conjunto para o que foi projetada.
Uma decepção para mim. Lander X nunca mais!

Não recomendo.
Prós
Moto linda. Uma das mais bonitas motards que tivemos.
Baixo consumo de combustível. Na estrada: 27/1. Na cidade: 31/1.
Valor baixo das revisões periódicas.
Valor baixo das peças de reposição (pneus, relação, caixa de direção).
Ótima dirigibilidade. Faz curvas fechadas como nenhuma outra que tive.
Moto muito pouco visada para roubo.
Valor de seguro muito baixo.
Moto muito leve e suave para pilotar. Melhor ciclistica que já tive.
Boa suspensão.
Contras
Fui obrigado a desistir desta moto devido às constantes quebras de placa, do suporte de placa e do quadro na parte onde é fixado o suporte da placa.
Em apenas 1 ano e 5 meses com esta moto, fui obrigado a colocar 3 placas devido à quebra. Depois da placa reforçada com uma chapa, a vibração que a moto oferece ao suporte começou a quebrar as chapas do próprio suporte. E, já próximo de trocar a moto, a chapa de metal soldada ao quadro da moto rachou por duas vezes.
Todas as manutenções do suporte e do quadro foram feitas na autorizada da minha cidade. Os mecânicos disseram que nunca tiveram problemas do tipo, mas basta ver no fórum desta moto que o problema de quebra devido às vibrações são constantes.
Após 1 ano e 5 meses, decidi não mais me aborrecer com este problema de quebras constantes e fui, andando na moto e com a placa dentro da minha mochila, até a concessionária para trocar a X por uma XT 660R.

Tanque muito pequeno. Apenas 11 litros. Autonomia muito pequena, chegando a 180 km rodados para entrar na reserva.
Por ser motard e, por isso contar com pneus para estrada, não é a melhor moto para Off-Roads. Ela até encara um Off leve, mas já passei alguns sustos andando em estradas de chão batido com garupa devido aos pneus sairem muito, quase tomando alguns tombos.
Banco muito duro, tanto para o piloto quanto para o garupa.
Motor bem barulhento quando em altos giros.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2009
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
24.500 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Trail
 
Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
7.0
Performance 
 
9.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
6.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Iran Ferreira De Macedo Analisado por Iran Ferreira De Macedo    18 de Agosto de 2012
Atualizado pela última vez: 18 de Agosto de 2012
Analista Top 100  -  

Não existem terrenos ruins que ela não possa trafegar. Te leva em qualquer lugar.
Velocidade de cruzeiro em 130 km/h. Ótima moto para longos passeios.
Consumo na cidade em 17/1. Consumo na estrada em 21/1.
Moto não apropriada para uso diário devido ao seu consumo de combustível, consumo de pneus e custo das revisões.
Valor de seguro geralmente é alto devido a moto ser bem visada para roubo.
Geralmente chama atenção por onde passa devido ao seu porte e beleza.
Embora seja uma 660cc esta moto tem baixa velocidade final devido ao seu projeto. Não pode ser comparado às 600 cc esportivas.

Eu recomendo!
Prós
Moto QT (Qualquer-Terreno).
Ótima na cidade, ótima no Off-road, muito boa nas estradas.
Ótimo torque.
Excelentes retomadas.
Boa velocidade final.
Não dá manutenção (tirando as revisões planejadas).
A posição de pilotagem não cansa o piloto, mesmo em longas viagens.
Motor forte e silencioso.
Ótima suspensão. Não dá final nem com garupa e em terrenos muito ruins.
Contras
Digiribilidade:
Vibra muito se estiver na marcha incompatível com a velocidade ou em alta por ser uma monocilindrica.
As duas primeiras marchas são muito curtas (final da primeira em 35 km/h e da segunda em 55 km/h).

Painel:
Falta conta-giros pra não dar corte no motor. Falta medidor de combustível.

Custo:
Peças de reposição, como pneus e relação, são bem caras. Podem assustar aos novos donos que estão vindo de cilindradas menores.
Valor de seguro muito alto. Moto muito visada pelos ladrões devido ao seu ótimo desempenho.

Autonomia:
O tanque pequeno oferece baixa autonomia. Tanque de 15 litros, entra na reserva quando está com 5 litros apenas. A autonomia na cidade fica entre 170 para 180 kms rodados. Na estrada ela chega aos 200 kms de autonomia, o que força o piloto a parar de 2 em 2 horas para abastecer, aprox.

Ergonomia:
O banco poderia ser em dois níveis para uma melhor posição do garupa na moto.

Motor:
Esquenta muito em baixas rotações. Dentro de cidades e com trânsito pesado ela sempre arma a ventoinha e esquenta bem as pernas do piloto e do garupa.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
12.000 Km
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3 resultados - mostrando 1 - 3
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