Análises escritas por Felipe Luiz Ramos

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Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    13 de Março de 2013
Analista Top 10  -  

Minha primeira moto, inesquecível. Foi muito importante para minha vida, pois foi minha companheira de faculdade e me levava para o trabalho!
Fiquei com ela por quatro anos, talvez cinco, e como eu era gurizão, abusava muito da moto. Andava mais no limite de cada marcha da moto do que civilizadamente nos dois primeiros anos de uso, depois comecei a andar mais na manha. Achei a mecânica fraca, vendi ela com o motor fazendo barulhos do tipo "logo darei manutenção, prepare-se".

VISUAL: Tinha porte de moto maior, tinha mais identidade própria do que o atual modelo que usa lanterna de CG(bléh). Só diferenciava-se da tornado pelas rodas menores e pela suspensão mais baixa, sem falar que a Tornado tinha linhas mais retas, enquanto a Bros tinha linhas mais arredondadas similares a Falcon. Com o tempo foi se tornando um visual cansativo. O visual do painel... Santo Cristo. Bem básico, bem simples, bem sem sal. Era algo como: "é apenas um painel para dizer que tem um painel".

CONFORTO: Algo muito polêmico na Bros. A suspensão traseira tinha longo curso e era bem macia. Na pista de motocross dava fim de curso em qualquer salto. Característica de conforto. A suspensão dianteira era uma lástima, tinha longo curso, mas era seca demais, coisa da Honda mesmo. Uma YBR tem absorção mais macia que a dianteira da Bros. O banco da Bros era bem confortável por ser largo e ter uma boa camada de espuma, bem melhor que da XTZ. A posição de pilotagem era boa, previlegiando o conforto mesmo, sem aptidões esportivas.

PERFORMANCE: Era de lua. Tinha dia que o motor estava esperto. Tinha dia que o motor estava sonolento. De retomadas era sempre bem indisposto, não tinha jeito. Nas arrancadas variava de moto pra moto, levei muito pau de CG, mas também dei pau em algumas. Contra YBR nunca comparei e uma XTZ eu deixei pra trás, mas o rapaz não soube amaciá-la. Na BR era foda, o motor vibrava parecendo que ia estourar tudo, que ia sair do chassi. Sempre fica entre 105 km/h e 110 km/h no plano. Qualquer vácuo ficava fácil nos 115 km/h, mas cortava em 120 km/h, frustração!

DIRIGIBILIDADE: Muito boa na cidade, a configuração dos pneus, apesar de contraditória, é boa pra cidade, perdendo apenas para as configurações de motos motard. Era fácil eu fazer curvas até encostar as pedaleira dianteira no asfalto e a moto sequer balançava nas curvas. O problema dos aros menores vinham na terra. A primeira vez que peguei estrada de chão com chuva, pensei que ia pro mato várias vezes. A moto ia sambando até não poder mais, fiquei com o cu na mão a viagem inteira. O pneu, por ser aro menor, era mais largo na dianteira, isso fazia com que flutuasse no barro.

CONSUMO: Curioso! A primeira média de consumo que tirei, deu 39 km/litro. Eu não passava de 60 km/h e não esticava as marchas. Nunca mais consegui esse mesmo consumo. Com o tempo, nas mesmas condições de uso, ele foi reduzindo até ficar na casa dos 34,5 km/litro. Na estrada só fiz um tipo de medição, usando a moto em alto giro, sempre no limite. Nessas condições ficava na faixa de 30 a 33 km/litro.

CUSTO X BENEFÍCIO: Difícil falar. Na época eu tinha pago R$6 mil reais. Não tinha marcador de combustível, não tinha conta giros, não tinha lampejador de farol, não tinha suspensão traseira regulável(igual a XTZ) e não tinha bengala sanfonada. O bom era a pedaleira traseira que era fixada no chassi, dando conforto pro garupa e tinha corta corrente. Se for ver bem e comparar com a XTZ, ela não tinha o melhor custo benefício.

CONCLUSÃO: Em termos de mecânica, conforto e custo x benefício, eu iria fácil de XTZ. Para fica mais tempo em cima da moto ou pega a estrada de vez em quando, a Bros se mostra melhor opção por causa do banco mais largo e mais macio. Pena que o motor é fraco e vibra demais. É uma moto "gorda", a XTZ é mais magrinha e acaba sendo mais fácil de manobrar no trânsito pesado. Eu recomendo a compra, mas no lugar da Bros eu compraria a XTZ!

Eu recomendo!
Prós
- Pneus menores(melhor para asfalto na cidade);
- Suspensões longo curso;
- Bancos largos;
- Porte de moto maior;
- Baixo consumo.
Contras
- Suspensão dianteira seca;
- Painel simplista;
- Suspensão convencional;
- Motor com rendimento bipolar;
- Retomadas fracas;
- Motor pouco durável;
- Falta lampejador de farol.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2003
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
33.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    29 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

TEST RIDE

Faz tudo o que você precisa, vai em qualquer lugar e te diverte. Penso que seja a moto mais equilibrada que existe!

Essa moto sempre foi meu sonho de consumo, pois a acompanho desde seu lançamento há quase 10 anos atrás. E há anos esperava para dar uma volta ou ter a minha.
Neste último sábado que passou pude realizar o sonho de experimentar a moto, de dar uma volta para ver e sentir sobre o que todos falam.

Minha namorada estava junto, foi de carona com muito medo do porte da moto hahaha

Mas vamos falar da moto:

VISUAL: é subjetivo por se tratar de gosto, mas o da XT é algo incomum, pois não envelhece, sempre está moderno, sempre chama atenção por onde passa e sequer necessita de um facelift. Acho que nenhuma moto teve um visual tanto acerto, visto que hoje em dia há inúmeras concorrentes e nenhum consegue deixá-la velha!

CONFORTO: é incomparável, andei num calçamento(paralelepípedo) bem ruim e a moto se comportou como se estivesse no asfalto. Absorveu todas as imperfeições sem balançar ou representar perigo. Para cidade não existe nada melhor, pois é o melhor de tudo!

PERFORMANCE: andei com minha patroa na garupa, mas mesmo assim eu esperava uma performance mais poderosa. Acho que criei expectativas demais, ou ainda não tinha esquecido da volta que eu tinha dado com a quatro cilindros XJ6, na qual não tive coragem de esticar a 3ª marcha. Achei ela forte, mas suave, muito progressivo até 140 km/h, só a partir dessa velocidade você começa a perceber que o rendimento caiu levemente, isso que eu estava com garupa. Mas a minha expectativa era que ela fosse constante até os 160 km/h, por isso dei nota 9. Mas moto monocilíndrica é isso aí, é oito ou oitenta. Suas retomadas são forte e suave, eu esperava algo mais bruto, pois tratava-se de uma moto com 40.000km rodado, mas nada que não te dê alegria e adrenalina, suas retomadas são mais contundentes que muito quatro cilindros.

DIRIGIBILIDADE: Ela é excelente. Sua suspensão estava no "standard" e manteve uma estabilidade impressionante numa curva bem irregular com emenda de ponto, asfalto desnivelado e curva ao mesmo tempo. Nenhuma moto faria melhor essa curva, pois absorveu tudo sem balançar nada, impressionante. É super fácil de pilotar, a altura dela é boa(tenho 1,70m), esterça bem e não é indomável. Para altas velocidades é possível regular a suspensão para deixá-la mais rígida, seria mais apropriado para fazer curvas mais rápido.

CONSUMO: não pude medir, mas todos falam que ela é bem econômica e que é fácil fazer 21 km/litro sem se arrastar pelas ruas.

CUSTO x BENEFÍCIO: Em relação ao mercado é o que há, mas como toda moto e todo carro no Brazil, é cara e deveria oferecer muito mais pelo preço. Só falta conta giros e marcador de combustível, uma suspensão dianteira invertida e regulável também seria interessante!

CONCLUSÃO: Quero uma!!!

Eu recomendo!
Prós
- Facilidade de condução;
- Retomadas;
- Conjunto chassi x suspensão;
- Freios;
- Motor;
- Visual;
- Fama de durabilidade;
- Consumo;
- Tecnologia;
- Aceitação no mercado;
Contras
- Kit relação original muito caro;
- Falta conta giros;
- Falta marcador de combustível.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2005
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
Urbano
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Street
 
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Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    15 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

Fui um feliz proprietário de Twister. A moto era divertida e nunca me incomodou. Só alegria!

VISUAL: O visual é algo subjetivo, mas o fato de parecer com a CG(estratégia conservadora e bizarra da Honda) desanima um pouco. Além das linhas, as setas são as mesmas. No entanto, era bonita na época e super fácil de lavar e encerar. As rodas em liga leve eram atuais, o painel era bonito e o escape dava um porte de moto mais encorpada.

CONFORTO: Essa palavra não combina com motos da Honda. Sua suspensão era dura, não chegava a ser seca. Na estrada se tornava confortável. A posição de pilotagem era confortável para viagens curtas, exceto para longas distancias, pois o corpo ficava muito inclinado pra frente, além de cansar os braços.

PERFORMANCE: Era divertida, mas limitada. Eu conseguia extrair boas arrancadas dela, era super fácil sair numa roda só e na frente de muitas motos de cilindrada maior. Lembro que dei susto num cara de CB500 e arranquei do lado de uma Falcon. Em ambos os casos fui despachado, antes dos 100 km/h e logo após atingir 100 km/h, respectivamente. A velocidade final era boa, mas nunca consegui passar de 150 km/h no painel, na qual foi o máximo que atingi pegando vácuo de um Focus. Em condições normais, eu não conseguia passar dos 140 km/h. No que se refere a retomadas, ela deixava a desejar, pois sempre tinha que reduzir uma marcha para conseguir bom resultado.

DIRIGIBILIDADE: Em estradas era boa, bem estável. A posição dava muita segurança. Na cidade era boa, parecia que tinha domínio total da moto. O único porém era a tendencia excessiva em sair de frente nas curvas de baixa velocidade, pois o pneus não casava bem com a suspensão dianteira.

CONSUMO: Isso era complicado. Logo quando peguei a moto, estava todo empolgado. Saía esticando tudo quanto era marcha, como se eu estivesse com a minha antiga Bros 125. O primeiro consumo deu 18 km/litro, coisa que me assustou. Minha melhor média foi de 25,9 km/litro, sempre arrancando bem de leve e sem passar de 70 km/h em sexta marcha. Em condições de uso normal, ficava com média de 23 a 24 km/litro. Na estrada nunca tirei média, mas uma vez andei 130 km com velocidade constante de 110 km/h e acredito que o consumo tenha ficado na casa dos 30 km/litro, talvez um pouco mais.

CUSTO x BENEFÍCIO: Na época era bom, nunca foi tão completa como a Fazer, mas entregava partida elétrica, rodas em ligava leve, freio a disco dianteiro, sensor do descanso lateral, painel completo e lampejador de farol. Perante a Fazer devia muita coisa, por isso não dei nota maior que 8.

Enfim, era uma moto divertida e que na minha mão só tinha furado o pneu uma vez. Nunca me deu dor de cabeça, porém, moto só deve ser avaliada na casa dos 50.000KM, pois só assim é possível saber se a moto é durável ou não. Recomendo a compra para quem usará mais na estrada do que na cidade, pois na cidade a Fazer cumpre melhor o papel, mas na estrada a Twister leva vantagem pela sexta marcha.

Eu recomendo!
Prós
- Posição de pilotagem para viagens curtas;
- Sexta marcha;
- Painel bonito;
- Rodas em liga leve;
- Consumo na estrada;
- Acelerações;
- Estabilidade na estrada.
Contras
- Consumo urbano;
- Pneus originais;
- Efeito "Shimmy"(escorregar dianteira nas curvas);
- Suspensões duras(não chega a ser seca);
- Visual parecido com a CG;
- Posição de pilotagem para viagens longas;
- Retomadas;
- Falta protetor antiqueimadura no escape(queimei a batata da perna, uma vez).

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2004
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
18.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Street
 
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Visual 
 
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Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    14 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

OPINIÃO DE QUEM JÁ TEVE TWISTER E JÁ ANDOU DE FAZER

Em primeiro lugar a CB300 é uma Twister com cinco marchas, injeção eletrônica e mais cilindrada. Ao sentar na moto percebi que se tratava de uma Twister, pois o chassi é o mesmo, os comandos, o guidão e a posição de pilotagem são idênticos. Creio que o correto seria chamá-la de cbX 300.

O banco deveria ser mais envolto, ele acaba justamente no começo do tanque, sendo muito desconfortável. Isso aliado a suspensão traseira seca, fica complicado. O que salva é a suspensão dianteira que tem um curso mais longo que o normal, ajudando na absorção de impactos diretos.

O visual dela é questionável, pois ela tenta ser igual a Hornet, mas com um acabamento tosco. O que são aquelas carenagens em plástico rústico na cor preta? O que são aquelas alças do garupa e as pedaleiras em alumínio bruto? Pelo preço deveria ter a carenagem na mesma cor da moto e as peças em alumínio deveriam ser polidas. A posição das setas dianteiras são inadequadas, pois ficam abaixo do farol, quando o mais seguro e correto seria ficar na parte de cima. Sem falar que as setas são da CG, quando poderiam muito bem ter o mesmo desenho da Hornet, mas a Honda acaba sempre entregando pouco por muito. Revoltante!

A performance deixa a desejar, pois era espero um desempenho muito superior ao apresentado. O que engana são as três primeiras marchas que são bem curtas, dando a impressão de um motor super forte, mas é pura ilusão. Suas retomadas são boas, mas nada que se distancie das concorrentes. A velocidade final acaba sendo a mesma da Twister, pois os 26cv e a quinta marcha mais longa não dão conta do recado, falta um conjunto mais eficiente. Com garupa perde-se muito desempenho.

O custo x benefício é muito ruim. Cobra-se muito por marca, uma coisa irracional. Pelo preço deveria vir com protetores de bengala, painel com mais funções, suspensões reguláveis, acabamento mais cuidado, lanterna em LED e comando de punho mais moderno e completo.

Por que não recomendo? Porque a Twister cumpre melhor o papel desta categoria, pois trata-se da mesma moto. A CBX300 tem mais arrancada e retomada, velocidade final e consumo iguais. Para uso urbano seria mais interessante a CBX300, mas para estrada o certo é ficar com a Twister. No entanto, o preço refere-se mais pela marca, pois o consumidor não recebe o "prometido" que a moto insinua. É aquela coisa, na cidade é Fazer, na estrada é Twister ou Comet.

Não recomendo.
Prós
- Motor mais torcudo e com quatro válvulas;
- Câmbio muito macio e preciso;
- Curso da suspensão dianteira;
- Quinta marcha um pouco mais longa.
Contras
- Consumo;
- Relação das três primeiras marchas muito curta(mais que a Fazer);
- Suspensão traseira simples e seca(monochoque igual da Bros);
- Acabamento tosco(carenagem de plástico rústico na cor preta, pedaleiras e alça do garupa em alumínio bruto);
- Desempenho aquém da cilindrada;
- Posição de pilotagem;
- Velocímetro muito pequeno;
- Falta de mais itens de série.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2010
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
Urbano
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Street
 
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Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    14 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Dei uma breve volta onde andei no asfalto e no paralelepípedo. Percurso de trânsito travado e em algum momento livre.

O conforto dela é acima da média, já tive Twister e Bros e posso dizer que nem se compara, a Fazer é muito confortável, absorve muito bem os impactos, melhor que a Bros nesse sentido.
O torque em baixa rotação é muito bom, bem melhor que a Twister, não tem comparação. As arrancadas e retomadas são superiores, mas falta a sexta marcha pra estrada.
A estabilidade é outro ponto positivo pois o chassi casa muito bem com as supensões que estes, por sua vez, casam muito bem com os pneus originais.

Recomento para uso urbano, penso que na categoria Street nessa faixa de cilindrada é a que melhor atende esse tipo de necessidade. Na estrada é boa, mas falta a sexta marcha e nisso posso afirmar que a Twister faz a diferença, apensar de que em ultrapassagens a Fazer se saia melhor. No entanto, se o uso for mais frequente em estradas, pegue uma Comet 250.

Eu recomendo!
Prós
- Relação consumo x desempenho;
- Características do motor(pistão forjado e cilindro revestido em cerâmica);
- Torque em baixa rotação;
- Itens de série(protetor de bengalas, paralama traseiro, odômetros parciais e fuel trip, suspensão monocross com cinco regulagens de pré carga, espaço sob o banco, comandos de punho);
- Conjunto(chassi dupla viga em aço tubular, suspensões e pneus);
- Injeção eletrônica;
- Conforto;
- Estabilidade;
- Capacidade do tanque.
Contras
- Painel defasado(era o primeiro modelo);
- Câmbio com engates duros e imprecisos;
- Falta da sexta marcha.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2006
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
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Custom
 
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Consumo 
 
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Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    14 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Eu tive um breve contato com essa moto e já a conhecia, através de revistas e relatos dos proprietários, antes de pilotá-la. Então darei minha opinião, onde pode ser válida pra uns e pra outros não, dependendo do tipo de necessidade.

O motor é interessante, bem vigoroso. O comportamento dele não é linear, são dois "estágios" bem perceptíveis. O motor tem um certo nível de torque e de repente ele abre, nada fenomenal, mas é perceptível. Quem gosta deste tipo de característica e não quer sair do feijão com arroz, ela pode atender suas necessidades. No entanto, seu moto gera esse desempenho por ser refrigerado a água, coisa inadmissível em motos custom com menos de 1000cc.

O conforto é limitado pelas suspensões de pouco curso, ela parece um cabrito, pula muito em ruas irregulares. Não chega a ser seca, mas pula muito e isso é perigoso.

A que eu pilotei estava equipada com uma bolha enorme, estranhei muito e não achei a posição de pilotagem muito boa. De todas as custom que andei, ela foi a mais estranha.

O consumo não comentarei, pelo que eu sempre pesquisei através de proprietários e testes em revistas, era beberrona se comparada a sua principal concorrente.

Por que não recomendo? Porque a Yamaha Dragstar 650 faz tudo o que a Shadow faz, porém andando mais, bebendo menos, sendo mais confortável e mais bela, além de ter um motor refrigerado a ar, sem contar na tradição em fazer motos custom. A posição de pilotagem é mais confortável e adequada para qualquer uso.

Não recomendo.
Prós
- Motor vigoroso;
- Manutenção/peças;
- Assistência técnica;
- Facilidade em encontrar concessionárias ao viajar.
Contras
- Estilo ou falta dele;
- Transmissão por corrente;
- Motor refrigerado a água. Uma legítima custom com cilindrada abaixo de 1000cc deve, obrigatoriamente, ser refrigerada a ar;
- Suspensões;
- Simplicidade demasiada;
- Consumo.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2003
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
Urbano
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Custom
 
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Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    14 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

De todas as motos que já pilotei(de 100cc até 950cc) é a melhor, foi a que mais me proporcionou prazer ao pilotar. Ainda guardo na memória o breve momento que tive com ela. Na ocasião, o escape não era original, mas também não era tão aberto, proporcionando o ronco mais belo que já ouvi. Pena que na época eu não tinha dinheiro, senão a teria comprado.

O conforto dos bancos e da suspensão é ótimo, criam um conjunto muito bom para andar na cidade e creio que na estrada também. Faz curva facilmente sem balançar e permite inclinar mais que o normal, atípico em motos custom. A posição de pilotagem é perfeita, você fica bem sentado e o guidão original é perfeito.

O motor é bem elástico e tem retomadas bem revigorantes. O barulho do motor V2 é fantástico, parece muscle car, coisa que me agrada muito, sem falar que chama atenção por onde acelera hehehe As acelerações ficam dentro das expectativas, pois o peso da moto e o estilo a limitam, mas essa não é a proposta.

Repito, foi a moto que mais me deu prazer ao pilotar, pena que a Yamaha a tirou de linha, puta mancada. O dia que eu tiver uma graninha sobrando e quiser viajar somente em estradas de asfalto, ela será minha escolha, pois é o habitat natural dela, só colocar uma relação levemente mais longa para gerar uma velocidade de cruzeiro mais confortável na estrada. No youtube tem vídeo de um cara que fez isso e ela passou dos 140 km/h sem dificuldades.

Eu recomendo!
Prós
- Motor V2;
- Por ser V2, o motor é muito elástico;
- Sinfonia dos dois cilindros trabalhando;
- Posição de pilotagem;
- Conforto dos bancos e da suspensão;
- Estilo;
- Durabilidade;
- Transmissão por corrente. Positivo por ser de baixa cilindrada. No caso de motos maiores, ou correia ou cardã;
- Suspensões robustas e reguláveis;
- Estabilidade.
Contras
- Saiu de linha;
- Poucos itens de série por se tratar de uma legítima custom. Isso quer dizer que pode não ser um "contra";
- Peças tornaram-se raras e caras;
- Ainda eu não tenho uma hehehe

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2001
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
Urbano
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Satisfação Geral 
 
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Visual 
 
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Conforto 
 
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Performance 
 
10.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    14 de Agosto de 2012
Atualizado pela última vez: 14 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Andei pouco com ela, foram menos de 50 km, então só darei as minhas primeiras impressões sobre a moto, nada que a defina ser melhor ou pior, etc, etc, etc.

A moto é fantástica, tem uma posição de pilotagem muito ereta e confortável, pena que rodei menos de 5km em rodovia. Aproveitei para esticar o motor, atingi 170 km/h com facilidade, mas não tive como ir mais além. Esse não é o objetivo dela, mas fica o registro só por curiosidade. É o tipo de moto que se roda por prazer de pilotar uma custom, parece migué, mas custom é moto para proporcionar prazer em pilotagem e ela supera essas expectativas. Os freios são muito eficientes, o traseiro então, é um monstro. Para os menos experientes pode ser perigoso.

Rodei mais na cidade, onde não é muito o indicado pra esse tipo de moto. O motor é muito torcudo e é difícil de arrancar na manha com ela, pelo menos pro meu estilo de pilotagem é difícil, pois não gosto de sair muito de mansinho. Difícil também é manter os 60 km/h dentro da cidade, ela sempre pede mais, achei complicado. Mas é bom levar em consideração que a minha cidade(Joinville/SC) é muito travada com vários semáforos e sem nenhuma via rápida que faça o trânsito fluir. Penso que seja muito torque pra pouca marcha, a relação das três primeiras deveria ser um pouquinho mais longa, talvez ajudaria. Qualquer arrancadinha um pouquinho mais forte você já está em 90 km/h.

O câmbio dela merece destaque. Foi o mais macio que já usei, bem preciso, exceto ao passar pelo Neutro. Parecia que tinha mantega no sistema, sem comparação.

Em curvas, bom, esquece. As plataformas encostam muito cedo e eu gosto de fazer curva, então ela não serve pra mim nesse sentido. Se eu pudesse comprar seria a moto para pegar estrada e sumir. O estilo low dela é pra desfilar e viajar, nada de fazer curvas e nem é essa a proposta dela, então não acho um ponto tão relevante assim.

As arrancadas e retomadas dela é de dar alegria pra qualquer um, foi minha primeira vez com uma moto equipada com correia, achei bem diferente, pois a correia dilata mais e não deixa dar aquele socão no estômago, tornando a arrancada forte, porém, suave. Pra chegar nos 120 km/h é bem fácil, parece que a moto flutua até lá.

Não pude medir o consumo, no dia bebeu bastante porque eu abusei em diversar oportunidades, mas pelos relatos dos proprietários, ela é econômica em relação a cilindrada dela, um ponto super positivo.

Caso eu tivesse dinheiro e precisasse de uma moto somente para pegar estradas de asfalto, iria com ela sem pensar duas vezes. Seu estilo é lindo, pois adoro o estilo retrô. Só faltou a cor roxa pra ela, ia combinar muito com o estilo low e retrô com cromados. Pra quem é adepto do estilo muscle car, drag car, etc, gostará dela, é só colocar um escape mais aberto e será muito feliz com suas arrancadas brutais e o ronco lindo dos V2 :)

Eu recomendo!
Prós
- Estilo retrô, linda;
- Banco anatômico;
- Rodas em liga leve;
- Freio a disco traseiro;
- Suspensão monocross com regulagem;
- Confortável;
- Motor forte;
- Consumo baixo para a cilindrada;
- Ronco do motor;
- Posição de pilotagem;
- Transmissão por correia.
Contras
- Banco, apesar de anatômico, é duro;
- Falta medidor de gasolina;
- Não posso comprar hehehe

Condição do Teste

Tempo de Uso
Dei umas voltas
Ano de Fabricação
2011
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
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Sim (13)Não (4)
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Scooter/Cub
 
Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
8.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
7.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    14 de Agosto de 2012
Atualizado pela última vez: 14 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

Atende muito bem para o uso urbano, o nível de conforto e a comodidade proporcionada pelo câmbio automático é inigualável. Peguei ela com 11.000 KM rodados e rodei até os 16000 km, ou seja, 5000km em pouco mais de um ano. Hoje tenho moto CUB, mas já tive street e trail sendo que nada se compara ao scooter quando o assunto é perímetro urbano. A plataforma no lugar das pedaleiras é muito bom e útil, não respinga sujeira e te mantém mais protegido do vento. Os dois manetes de freio são bons, pois freia a traseira com a mão esquerda e freia a dianteira com a mão direita. O cavalete central faz uma frente enorme, permitindo estacionar em locais bem apertados. Contudo, por se tratar de uma scooter, o cuidado com manutenção deve ser dobrado, pois as scooter tem uma mecânica mais complexa devido ao câmbio e ao sistema de transmissão. Tem que prestar atenção no filtro de transmissão, no filtro de ar, na correia dentada, no filtro de óleo e no funcionamento do câmbio.

VISUAL: A minha era do primeiro modelo, onde o painel é mais bonito mas o design externo já se encontrava bem defasado. As rodas em liga leve continuavam belas e a lanterna traseira poderia ter sido aproveitada na Crypton, pois era bonita e iluminava bem. No meu caso pintei os aros pouco antes de eu vender, a cor grafite deu outro aspecto pra moto, rejuveneceu e deu mais ânimo no visual.

CONFORTO: A absorção de impacto das suspensões é boa, macia, mas o curso é muito pequeno tornando-a seca em situações muito irregulares. Em ruas de paralelepípido era necessário tomar cuidado para não dar fim de curso e era muito chato levar umas pancadas no traseiro, chegava a irritar. O bancos ajudavam a manter a maciez, mas não resolvia o fim de curso.

PERFORMANCE: De arrancada era meio manquinha, era de lua pois as vezes arrancava bem e outras não. Resolvi esse problema diminuindo o peso dos roletes dentro da cremalheira que se abria quando o câmbio trabalhava, isso fazia com que o câmbio abrisse mais rápido melhorando a arrancada e as retomadas, chegando na velocidade final muito mais rápido. As retomadas eram boas devido ao câmbio CVT sempre deixar a moto esperta, com atuação bem rápida. Para diminuir os peso dos roletes basta usar uma broca com diâmetro maior e alagar os furos nos meios, pois não há necessidade de toda aquela massa. Porém, não pode ficar dando borrachão, empinando e nem dando pau, pois os roletes podem quebrar por ficarem mais frágeis.

DIRIGIBILIDADE: Fácil de pilotar, é só acelerar e freiar, não existe melhor que isso. A Yamaha poderia diminuir a bitola dos punhos, pois o braço cansa mais rápido por ser grosso demais. A estabilidade em curvas de raio longo é boa, mas em curvas mais fechadas ela não é muito eficiente, tende a sair pela tangente devido ao peso da moto estar concentrada na parte de trás, justamente por causa do motor. É bom tomar cuidado, mas dá pra deitar ela bem e sem sustos. Os freios são bem pontentes, são os melhores que já usei, pois pára a moto com uma facilidade absurda.

CONSUMO: O grande vilão dessa moto, por ser automática e carburada. Minha melhor média foi de 33,5 km/litro e a pior foi de 26 km/litro. O trânsito da minha cidade(Joinville/SC) é muito travado, tem muito sinal e não tem vias rápidas que fazem fluir o trânsito. Isso, pro meu estilo de pilotagem, é muito ruim pois gosto de dar arrancadas mais fortes que o normal, pois não tenho paciência. Depois que eu diminuí o peso dos roletes o consumo médio melhorou, pois ela acelerava mais rápida e mais solta, exigindo menos do acelerador e conseqüêntemente consumindo menos combustível. De fato falta a Yamaha atualizar e colocar uma injeção eletrônica, deveriam adaptar isso ao motor 125cc da Factor, isso a faria muito mais eficiente. O tanque poderia ser maior, deveriam utilizar a solução que a Honda adotou na Lead em fazer o tanque no assoalho para dar mais capacidade.

CUSTO x BENEFÍCIO: De uma maneira geral, ela atende muito bem as necessidades de deslocamento urbano, no entanto, pelo preço, ela deveria oferecer injeção eletrônica, painel completo e moderno(poderia ser digital igual da Xenter 125 e 150 vendidas na Europa), o tanque poderia ser maior e os pneus deveriam ser mais resistentes. Na minha opinião a Yamaha deveria reduzir o preço em 500 reais e modernizá-la sem tirá-la de linha. Poderiam trazer a Xenter 125 e batizá-la de Neo.

Eu recomendo!
Prós
- Câmbio automático CVT. Esse câmbio é fantástico, é o melhor que existe quando se trata de conforto;
- Plataformas ao invés de pedaleiras;
- Amplo espaço sob o banco;
- Farol duplo;
- Rodas em liga leve;
- Partida elétrica;
- Freio dianteiro a disco. Melhor freio que já usei, é muito eficiente;
- Banco;
- Rodas grandes.
Contras
- Consumo elevado por causa do carburador e do câmbio automático(é o preço pelo máximo de conforto, mas poderia ser melhor);
- Falta injeção eletrônica. O carburador engasga muito;
- Tanque de combustível pequeno;
- Pouco curso das suspensões, apesar de relativamente macia;
- O painel deveria ser digital, igual da atual Xenter vendida na Europa;
- Pneu utilizado fura com muita facilidade, por causa do peso do motor que se concentra na parte de trás;
- Veículos com correia dentada não podem ser usados no limite por muito tempo, senão esquenta demais e arrebenta a correia;
- Bitola muito grande dos punhos cansam o braço mais cedo.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
16.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Scooter/Cub
 
Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
10.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
10.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Felipe Luiz Ramos Analisado por Felipe Luiz Ramos    14 de Agosto de 2012
Atualizado pela última vez: 14 de Agosto de 2012
Analista Top 10  -  

Essa moto me surpreendeu e atendeu muito bem minhas necessidades. Estou super satisfeito!

O espaço sob o banco é pequeno, as vezes faz falta, mas os pneus maiores atrás fazem diferença. Já andei 3,5 km(a 30 km/h) com o pneu traseiro furado e a moto sequer saiu de traseira, coisa que é impossível de fazer com a Biz, por causa das rodas 14' atrás. Em estradas de terra solta isso também faz diferença. Um bauleto resolveu a falta de espaço sob o banco!

O amplo torque em baixa rotação proporciona uma pilotagem fácil em cidades com trânsito travado, pois você se esfoça pouco nas arrancadas e isso facilita o consumo. A potência dela é boa, até agora nenhuma Biz, seja 100cc, 125cc carburada ou 125cc injetada, conseguiu me passar na velocidade final, mesmo que não seja a proposta delas. Na BR acompanho fácil qualquer moto 125cc. Arrancada e retomadas são todas equivalentes, tendo variações de moto pra moto, pois trata-se de motores muito pequenos. O desempenho geral, tratando-se de um motor de 115cc, é satisfatório e não decepcionada, algo que me deixa muito satisfeito.

O consumo pode variar bastante, principalmente numa cidade igual a minha(Joinville/SC) que tem muito sinaleiro e o trânsito é muito travado por nunca ter havido planejamento viário, onde já fiz 47,01 km/litro e também já fiz 29 km/litro. Na cidade, ao meu estilo de pilotagem(arrancadas mais fortes), o consumo varia entre 39 e 44 km/litro e na estrada, andando com o cabo 100% enrolado(velocidade variando entre 110km/h e 120km/h) fez 40 km/litro cravados e em velocidade variando entre 80 e 90 km/h fez média de 43,5 km/litro. Só não dei nota 10 porque as Factor fazem média de 45 km/litro, ligeiramente mais econômica que a Crypton.

O conforto também é questionável, pois o banco é duro tanto pro piloto quanto pro garupa. Acredito que a Yamaha deveria injetar um pouco mais de espuma para ganhar nota 10, pois as suspensões são macias e tem uma ótima relação estabilidade x conforto.

A dirigibilidade é muito boa, fácil e de ótima posição de pilotagem. O espaço entre motor e pedaleiras são bons, melhor que da Biz que é bem "apertado". A estabilidade em curvas é ótima, consigo facilmente deitar a moto até encostar as pedaleiras no chão. É impresisonante!

O visual dela é bem agressivo e moderno, com linhas bem marcantes. A minha ainda tem setas laranjas, mas a versão 2012 possui setas transparentes que gera uma diferença enorme, ficaram muito mais moderna e linda. Só falta a Yamaha pintar a proteção de escape de preto, coisa que já fiz na minha e o resultado é bem positivo!

O custo x benefício merece nota 10 pois ela atende muito bem todos os requisitos necessários neste tipo de motocicleta. Tem indicador de última marcha(deveria ter um indicador para todas as marchas), tem um protetor antiqueimadura no motor, tem um protetor de bengalas, coisa muito útil que gera vida longa ao sistema, relação peso x potência é muito bom, tem marcador de combustível, tem a opção de usar apenas o farolete(famoso farol pinguinho) para não consumir bateria e tem um conjunto de ferramentas básicas sob o banco.

Recomendo para quem quer usar na cidade, pois melhor que ela só scooter, pois são 100% automáticas.

Eu recomendo!
Prós
- Super fácil de pilotar;
- Levíssima;
- Suspensões macias;
- Amplo torque em baixa rotação;
- Excelente consumo em altas rotações;
- Câmbio com engates precisos e macio;
- Design moderno e agressivo, só falta a proteção do escape ser preta;
- Posição de pilotagem;
- Estabilidade proporcionada pelas rodas grandes e pelo acerto das suspensões.
Contras
- Banco duro;
- Falta indicador de marcha, parece besteira, mas é útil neste tipo de moto;
- Barulho do motor, ele é ruidozo e as vezes incomoda;
- Dianteria leve demais para andar em alta velocidade na BR(não é a proposta dela, mas as vezes preciso pegar BR e a frente balança muito quando acima de 100 km/h);
- Espaço sob o banco é pequeno, coloquei um bauleto que resolveu o problema. Deixa de ser um ponto negativo quando se leva em consideração o tamanho da roda traseira, pois realmente faz a diferença numa estrada de terra bem solta e quando fura o pneu traseiro. Sem falar que absorve muito bem as imperfeições dos paralelepípedos e do asfalto remendado.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2011
Tipo de uso
Utilitário (trabalho)
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
7.800 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Baixo
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