INTRUDER 125 INTRUDER 125 Quente

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Pedro Piccoli Analisado por Pedro Piccoli    20 de Abril de 2012
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Conjunto motor/câmbio excelente, comandos macios, engates meio duros mas precisos, motor mega resistente, nenhum vazamento de óleo em 6 anos de uso, uma leve perda de rendimento em temperaturas acima de 30/32 graus, podendo ser resolvido com um bom ajuste de carburação. Vibração do motor que se sente bem nos pedais e pouco no banco e no guidão. Pode-se minimizar com sapatos ou botas reforçados.
Macia e confortável, banco, suspensões, comandos. Entretanto, tudo muito firme, não solta nada, não bate nada, se bem cuidada ela não requer nem reaperto geral como ocorre em algumas motos.
A embreagem e o câmbio ficam suaves com motor em temperatura normal de funcionamento. Quando motor frio, os primeiros engates são duros.
Acima de 80 Km/h, pela leveza da moto e pela maciez das suspensões, ela pode "bambolear" bastante se a pavimentação for irregular. Apesar disso, agarra bem, inclusive em curvas. Recomendo em estradas ritmo de 80/90 Km/h reservando até 100 Km/h para ultrapassagens. Se desejar um ritmo mais forte, procure outra moto de mais potência.
Até o modelo 2006 que é o meu, a Intruder 125 tinha carburador à vácuo. A característica desse carburador é uma preguiça em subir de giro mas nada que comprometa o desempenho, basta acostumar. Pode ser minimizado com gasolina de alta octanagem (premium ou Podium). E acelerar progressivamente evitando o estilo on-off de aceleração que a meu ver não é bom para nenhuma moto. A Intruder 125 gosta de acelerações suaves, esperando o motor encher, até 6, 7, 8 mil RPM, giros onde ela anda muito bem para uma moto 125 de pouca potência.
A parte elétrica é impecável, em 6 anos só troquei duas lâmpadas do indicador de marchas. Bateria dura uns 3 anos.
É um modelo com uma virtude bem interessante: aceita personalização da mais simples à mais radical. Só depende da criatividade e do bolso do freguês.
Em compensação, no "pacote" vem a fraca assistência técnica da J. Toledo. É um tal de abre e fecha de lojas Suzuki que irrita. Neste mês de abril de 2012 estamos com somente uma concessionária para toda a Grande Porto Alegre, enquanto no ano passado tínhamos três. Achar peças originais não é mais difícil que as outras montadoras que muitas vezes a gente acha que é fácil mas muita coisa tem que encomendar. Contudo, depender de uma única loja faz a gente refém. No mercado paralelo se encontra com facilidade e a preço justo peças de vida útil como vela, bateria, pneus, cabos, relação secundária, lâmpadas e mais alguma coisa como guidão e espelhos. Mas quando se necessita de peça por encomenda, aí começa a dificuldade.
Menos mal que a moto é tão resistente e de tão fácil manutenção que faz meses que não entro na loja Suzuki. Faço quase tudo em casa como troca de óleo, lubrificação, troca de peças como bateria, cabos, vela, relação, etc.

Eu recomendo!
Prós
Macia e confortável
Mecânica robusta e confiável
Manutenção simples e fácil
Contras
Freios são apenas suficientes, teria que melhorar a eficiência porque no dimensionamento os freios estão bons
Vibração do motor incomoda um pouco, o motor já deveria ter o eixo balanceador
Falta injeção eletrônica: não há desculpa para isso, em pleno 2012 um motor não dispor de IE

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2006
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
29.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Leonardo de Conti Analisado por Leonardo de Conti    09 de Setembro de 2012
Atualizado pela última vez: 10 de Setembro de 2012
  -   Ver todas as minhas análises

Há menos de 30 dias troquei minha 2008 por uma fabricação 2012 / modelo 2013, zero km. A minha anterior também foi 0km, rodei 50 mil km com ela.

[J. Toledo da Amazônia] A fábrica atrasou minha entrega em vários dias e quando recebi veio sem pré cadastro no detran (não pude fazer a documentação imediatamente, fiquei correndo o risco de tê-la apreendida), pra quem usa a moto no mínio por 35km/dia, é duro. A concessionária é boa de migués, daí não cheguei a arrumar briga com eles. O suporte da fábrica é absolutamente horrível, o pronto atendimento do sus sem médico e nem funcionários, dá de 10 à zero neles. Mandei e-mails p/ o atendimento da JTA (atendimento@suzukimotos.com.br) com a reclamação, mas para eu conseguir receber pelo menos minimalista respostinha cretina "Estamos trabalhando no seu caso em conjunto com a concessionária e blablabla", tive que fazer um post no Reclame Aqui.

É uma empresa que despreza seus clientes, os quais, teoricamente, devem ser os que fornecem dinheiro para mantê-la funcionando, não? Prova desse descaso, é a resposta da JTA que consta no artigo recente, 03/09/2012, aqui no Moto Online sobre a Intruder 125, no qual a JTA "se reserva ao direito de não responder as reclamações dos clientes", pois somos subjetivos em relação aos problemas que tivemos com os produtos que compramos deles. Além disso, minha reclamação postada no Reclame Aqui, um site grande que muitos consultam a fim de pesquisa antes das compras, consta ainda como aberta, sendo que meu problema já está resolvido, o bendito pré cadastro já foi feito, mas realmente não estão nem aí com a imagem deles (cabe a empresa responder a minha reclamação e eu dar como encerrada ou não).

Enfim, desculpe todo meu ódio à essa empresa, vamos à moto, vou focar na comparação entre a 2013 que comprei agora, com a minha anterior, 2008:

[Encômodo c/ o freio dianteiro] Os freios dianteiros continuam raspando quando andam, ninguém sabe resolver. Na antiga justificavam que era a falta dos furos no disco, sem eles a pastilha ficava suja e fazia barulho. Podia até ser, quando eu limpava o barulho parava, mas agora com os benditos furos, o barulho aumentou. Já levei na revisão de mil km e saiu como entrou. Não voltei pra reclamar que eu sei que vou me estressar à toa. Bendito seja a comunidade do fórum do motonline que me ajuda a resolver meus problemas.

[Consumo] O consumo melhorou um pouquinho, de 39km/l para 42km/l na cidade+estrada. Na estrada apenas, ainda não medi com precisão, parece que faz alguns km a menos. Não sei como o pessoal consegue fazer ela render mais na rodovia, para eu mantê-la a 80km/h no trecho urbano aqui da Rondon, preciso mantê-la à aprox. 7,5mil rpm, ela vai gritando e pedindo arrego: nhénhénhénhénhénhé. A minha antiga, 2008, com o 1cv de potência à mais e com pinhão 16 (o original é 14), eu mantinha 80km/h em torno de 6,5 mil rpm, a moto gritava bem menos.

[Design] O novo logo no tanque ficou muito legal, mas creio que é possível comprar a parte e colocar na antigas. O painel, como já citei, ficou muito sport, na hora de comprar não achei tanto, mas com o passar do tempo andando com ela, me sinto montado numa yes. O sensor de combustível não é linear, quando encho o tanque, o ponteiro vai pra depois da letra 'F' no indicador, pra ele percorrer a letra F inteira, leva uns 120km, mas a linha que vem em seguida, que é muito maior que o F, leva só uns 60, 70km. Isso não atrapalha em nada na prática, mas são detalhesinhos que parece que comprei uma moto made in china. Outra coisa que não parecia tão diferente antes de eu comprar, é o escapamento, apesar da excelente e necessária proteção contra queimaduras, o escapamento está preto, o antigo era cromado, mais um ponto pra minha moto anterior.

[Conforto] O banco parece que ficou mais confortável, mas não posso afirmar com certeza, pode ser apenas os amortecedores novos que me causam essa impressão. Os botões ficaram mais ergonômicos, o afogador veio para o guidão, mas eu não sentia necessidade de nada disso, no máximo a seta que era dura e o sinal de luz alta que não tinha.

[Desempenho] Na minha 2008 eu trocava marcha nos 3 mil rpm, agora se eu trocar com menos de 5 mil, a moto quase estaciona, tenho que ficar esticando marcha, ainda bem que o consumo não piorou por causa disso, se não eu já tinha posto a moto à venda! Sim, o peso em cima da moto continua o mesmo: eu, 85kg + patroa 50kg = 135kg.
Nas subidas é notável a diminuição do desempenho, na minha antiga com o pinhão 16, que teoricamente perderia em arranque em relação ao original 14, eu conseguia subir com menos esforço. Eu preciso reduzir marcha, enrolar a manopla e ainda sim a resposta demora; não era assim com a minha antiga.

[Segurança] O foco do farol da 2013 melhorou muuito em relação à minha 2008. Durante a fase de amaciamento eu não podia ir pela estrada pela limitação dos 5 mil rpm durante os primeiros 800km, pra sair e chegar em casa eu tinha que utilizar umas "quebradas" que não tem iluminação, o farol da minha 2008 deixava muito a desejar, ficava muito receoso em andar por aquele caminho, mas o farol alto dessa nova me dá visão de longe, posso mudar o caminho a tempo se eu desconfiar de algo a frente.
A buzina parece mais baixa, pelo menos aos ouvidos de quem está em cima da moto. Aquela buzinadinha rápida (bi-bi) a alguns metros de um carro com motorista distraído, pra alertá-lo que você está ali, parece que está menos eficiente.

[Rede autorizada] Com a falta de inovação da JTA, tem concessionária fechando de repente. Eu estava indo na que eu tinha comprado a minha 2008, Aguiar Motos - Bauru - pra especular a troca pela 2013, quando cheguei lá, tinha uma placa de "Aluga-se", alguns dias antes eu tinha feito compra na oficina de lá. No fim troquei na concessionária Sotebra, o gerente de lá me disse que eles também foram supreendidos pelo fechamento repentino da concorrente, tinham vários clientes com revisão de mil km a fazer e não sabiam onde ir. Essa concessionária, a única Suzuki sobrevivente de Bauru, tem foco principal nas de alta cilindrada, como eles são os únicos, não devem fechar as portas assim de repente também, mas fico com medo de eu ficar a ver navios, como uma Sundown.

[Meu veredito] Eu defendia essa motinha com unhas e dentes, mas, com infelicidade, eu não recomendo mais pra ninguém, pelo menos o modelo 2013.
Tem alguns pontos positivos na nova sim, mas eu devia ter comprado essas peças à parte e ter trocado somente eles, não a moto toda e recomendo isso a quem estiver pensando em trocar pelo modelo atual.

Se você está com dinheiro e pensando em comprar sua primeira Intruder 2013 0km, recomendo economizar a grana ou pesquisar uma alternativa. Eu cheguei especular a Mirage 150 da kasinski, mas fiquei com medo de encontrar uma placa de aluga-se na única e pequena concessionária aqui em Bauru quando eu precisasse de peças.

Não sei se eu deveria ter dito tudo isso... é capaz de eu colocar a minha à venda e o futuro comprador ler isso daqui e desistir de comprar! rrsrs

Um conselho pra JTA, principalmente aos responsáveis pelo relacionamento com os clientes e pelas novidades nas motos pequenas: abre o Word, escolhe uma fonte bem grande e chamativa e imprime a frase "PASSA-SE O PONTO" num papel bem grande e cola na frente da fábrica, escritório, sei lá...
Ou, quem sabe pra nossa sorte, dá uma crise nessa JTA, ela fali e conseguimos um novo representante da Suzuki no Brasil, que nos trate com respeito e seja inovador.

Não recomendo.
Prós
Melhorou o foco do farol (2013 em comparação à minha anterior 2008); Melhorou o consumo (de 39 p/ 42 km/l na cidade+rodovia); Banco aparentemente está mais confortável; Indicador de combustível (apesar de ser "desregulado"); Proteção contra queimaduras no escapamento, porém ele deixou de ser cromado.
Contras
A fabricante (J. Toledo da Amazônia); Perda de 1 cv de na potência; Painel novo ficou muito sport, principalmente o indicador "digital" de marcha (comparando à minha anterior 2008); Os retrovisores não pederam o estilo, mas o campo de visão, em comparação aos redondos (tampa de panela), ficou menor; Freio dianteiro continua fazendo barulho (raspagem ao andar e vibração ao frear) e as concessionárias continuam não sabendo arrumar; A buzina parece que está mais baixa, não consigo alertar algum distraído à distância; O escapamento não é mais cromado, ele é preto e apenas a proteção é cromada, mais uma coisa que achei que ficou sport, parece que pegaram peças da yes e colocaram nela.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
2.000 Km
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Rodrigo Analisado por Rodrigo    21 de Dezembro de 2013
Atualizado pela última vez: 21 de Dezembro de 2013
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Motor: é fraco, em subidas ou com garupa são necessárias muitas reduções de marcha. Com gasolina "podium" melhora um pouco. Em compensação bebe pouco, uso ele sempre no limite e mesmo assim não faz menos de 35 km/l.

Câmbio: macio, dificilmente escapa marcha, e é fácil de achar o neutro. Mas o escalonamento das marchas é bem curto, ou seja, muitas trocas de marchas ao longo do dia, além de limitar a velocidade máxima da moto a míseros 90 km/h (dá pra ia mais, eu sei, mas esse é o limite "sensato", Ok?).

Painel: é completo. Apesar de muitos usuários reclamarem do design, eu gosto. Além do velocímetro, tem hodômetro parcial, indicador de combustível (embora impreciso), conta giros e indicador de marcha (itens muito bem-vindos por iniciantes). O único porém é a iluminação, que à noite o torna bem difícil de ler.

Freios: a disco na frente e a tambor atrás. O freio dianteiro é bem fraco, e reduções mais bruscas exigem sempre o uso de ambos os freios. A pastilha "pega" direto no disco (é possível ouvir ao se manobrar a moto desligada), não que seja um problemão, mas incomoda, só isso.

Pneus: os Pirelli City Demon são ótimos, inclusive em terrenos ruins ou molhados.

Iluminação: piscas e lanterna traseira são bons, mas o farol é insuficiente, embora tenha lampejador.

Posição de pilotagem: ponto polêmico. Posição é confortável, o banco é macio e braços vão bem relaxados. No entanto, não dá pra se segurar no tanque da moto com as pernas, o que é muito útil em curvas, ou seja, enquanto suas pernas relaxam, seus braços trabalham bastante. O assento é bem baixo, o que facilita manobras de baixa velocidade, e é ideal para iniciantes e pessoas de baixa estatura.

Visual: é um dos pontos altos da pequena. Para-lamas, capa do escapamento, bagageiro, farol e hastes dos espelhos são de aço inox, e não plástico pintado de cromado. Cores (2012/2013) azul e verde têm pintura do tipo "flake", ao sol ficam hipnotizantes de tão bonitas. Mais de uma vez me perguntaram no semáforo onde eu tinha mandado pintar. Rodas são de liga leve, de design discutível, mas combinam. Os detalhes refletivos (no garfo) são horríveis, mas facilmente substituídos por dois parafusos.

Garupa: ele vai ter ótimo espaço e o bagageiro proporciona ótimo apoio para se segurar. No entanto, um peso a mais já castiga o fraco motor, e desloca o centro de massa para a roda traseira, deixando a frente de moto muito leve e imprecisa.

Suspensão: ah... a suspensão... Supondo que você more no Brasil, e portanto tenha muito asfalto ruim no seu caminho, é aqui onde a valente Intruder vai encontrar o maior desafio. Não entendo nada de mecânica, mas o conjunto de amortecedores, sobretudo os traseiros, deixam a moto muito instável em velocidades superiores a 60km/h, e quando se passa dos 80... é bom se segurar firme! Outro problema é o vento, que chacoalha a moto como vara verde, devido ao baixo peso do conjunto. Ela tem 5 regulagens na mola traseira: média, ruim, muito ruim, terrível e survivor horror (tá, é brincadeira).

Cidade: é uma moto muito maleável no trânsito pesado, muda de direção muito fácil e tem um bom ângulo de esterço. O guidão é um pouco largo, e está na altura da maioria dos espelhos, portanto, andar no corredor não é muito fácil. Ela faz pouco barulho, e tem um farol fraco, então é comum você tomar algumas fechadas de vez em quando.

Estrada: tente...

É confiável? É sim, tenho ela há um ano e meio e nunca "reinou" pra pegar, mesmo no frio inverno gaúcho (daí o uso do afogador é necessário). Além de manutenção básica (troca de óleo, filtro de óleo, lubrificar corrente, etc...) não me deu problema nenhum. Ela é de origem chinesa, montada no Brasil, mas a qualidade dos materiais é exemplar.

Pós-venda: só posso falar de minha cidade, Porto Alegre, mas imagino que no resto do Brasil não seja diferente. A Suzuki tem por característica vender dois tipos de moto, as baratas (Intruder, Yes, Burgman 125...) e as caras (Hayabusa, GSX-R, Bandit...). Como só há uma concessionária autorizada aqui em Porto Alegre, todas as motos da Suzuki vão fazer manutenção no mesmo lugar, ou seja, sua humilde Intruder vai disputar a atenção dos mecânicos com os motões da galera que tem grana. O que isso significa? Sua Intruder nunca vai ser prioridade pro pessoal da oficina. Mais de uma vez fui fazer revisão, com horário marcado, e tive que voltar pra casa porque "chegaram muitos clientes VIP hoje"... E na última revisão, como não havia nenhum problema, eles sequer mexeram na moto, mas me cobraram os 200 pila. Mas como a moto dificilmente dá problema, esqueça a concessionária e seja feliz.

Mercado: a desvalorização é um dos pontos que mais vão pesar na hora da compra. Vá lá na Tabela Fipe e veja você mesmo, em um ano a moto perde cerca de um terço do valor de mercado. No entanto, é uma moto que vende pouco, ou seja, há pouca demanda de peças, ou seja, dificilmente vai aparecer um meliante no semáforo querendo te separar da sua pequena. No fim, uma coisa compensa a outra, pelo menos eu vejo assim.

Resumindo: se você está começando a pilotar (ou é baixinho), quer um meio de transporte confiável, para andar em perímetro urbano, sem pressa, sem ser ameaçado a cada semáforo, sem gastar muito dinheiro por isso, essa é a moto ideal pra você.

Abraço,

Drive safely.

Eu recomendo!
Prós
Moto completa por um preço honesto
Econômica: faz de 35 a 40km/l
Muito confiável, não te deixa na mão
Posição de pilotagem confortável
Assento baixo: ideal para iniciantes, baixinhos e baixinhas
Visual retrô: atrai olhares por onde passa
Pouco visada por meliantes
Contras
Velocidade máxima: 90km/h, ruim para rodovias
Vibração incomoda
Potência dos freios é insuficiente
Farol ilumina pouco
Pós-venda é precário
Alta desvalorização na hora de revender

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2012
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
14.000 Km
Manutenção
Difícil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Claudio Queiroga Analisado por Claudio Queiroga    20 de Maio de 2012
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Saudades da minha.....

Eu recomendo!
Prós
Motinha sensacional, fazia quase 40km/l no meu dia a dia no transito do RJ. Muito confortável para uma 125cc, coloquei um comando avançado, aí humilha a concorrência. Painel completão, indicador de marchas..... excelente como 1ª moto ou moto exclusivo de uso urbano. Motor anda igual as outras 125cc..
Contras
Freio borrachudo, não sei se melhorou agora com as mudanças de 2012..... de resto tudo 100%

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
38.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Lucinao Martinelli Analisado por Lucinao Martinelli    18 de Maio de 2012
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Por ser uma moto tipo clássica, tem o assento mais baixo que as demais 125cc street, ideal para pessoas não muito altas.

Eu recomendo!
Prós
Comprei a minha ano 2010/2011, zero km. Usei um ano, sempre na boa, muito econômica, mecânica confiável, rodei apenas 3.900 km, bom acabamento, porém sua performance é mediana para uma 125cc, na estrada vai bem no plano, mas nas subidas falta um pouco mais de potência. Um atrativo é que ela é completa, tipo freio a disco, conta giros, indicador de marchas, nos punhos tem todos os comandos como se fosse uma mota grande. Enfim uma pequena clássica diferenciada.
Contras
Falta um pouco mais de potência, principalmente nas subidas em estradas.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2010
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
3.900 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Performance 
 
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Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
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Custo x Benefício 
 
10.0
Alexandre DnAx Analisado por Alexandre DnAx    10 de Setembro de 2012
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É uma moto pra quem quer um veiculo barato, que gaste pouco e que possa ter tranquilidade em poder ir, parar em qualquer lugar e vir de volta sem sustos, mais fácil te pararem para roubar sua carteira ou seu celular do que a moto, ótima moto!!!!

Eu recomendo!
Prós
Motinha não quebra nem ferrando, as peças de reposição são baratas de certa forma, tenho ela desde 2007 e está com 40 mil km, só peças de desgaste natural, relação, piscas, pneus e etc., consumo razoável fazendo em torno de 30 km/l, posso deixar em qualquer lugar que ninguém mexe, posso andar a hora que quiser que ninguém vem atrás de mim querendo roubar e isso é ÓTIMO se tornando a moto de melhor custo beneficio e segurança, CGzeiro vai dizer "mas as peças são caras" Eu não acho e outra, minha moto não serve de peças de reposição para outras motos como uma cg...
Contras
Nos contras, o motor é muito fraco se comparado com outras 125cc, a suzuki alega 12.5 cv mas a impressão é que não tem 9 cv , vibra d+ o que tira muito do seu conforto, ainda acho que a ybr é a melhor 125 cc que tem no mercado, tem um motor forte e é muito confortável, quem duvida, ande em uma e tire suas conclusões...

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
40.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Performance 
 
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Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Luis Fernando Marinho Analisado por Luis Fernando Marinho    10 de Janeiro de 2013
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Se você comprar uma Intruder 125, tenha em mente que você vai casar com a moto, porque para revender depois é um parto, ninguém quer a sua moto, nem mesmo as concessionárias Suzuki. Todo mundo vai desvalorizar a sua moto, por mais conservada que esteja.
Comprei a minha de um colega, com 15.000km e atualmente ela está com 26.000km.
É uma moto valente, apesar de possuí-la há três anos para lazer e residindo no interior, já fui para São Paulo-Capital umas 6 vezes (distância de 600km ida e volta), portanto, conheço bem a moto.
É confortável, econômica e resistente.
Quanto a parte elétrica, sempre apresenta um probleminha aqui e alí, coisas simples, mas que te toma um certo tempo, como por exemplo, queima de lâmpadas (principalmente a traseira) e gasto excessível de bateria. Não recomendo pilotar a noite, porque o farol é muito fraco, principalmente em rodovias.
Quanto a parte mecânica, a minha moto por exemplo, na rodovia quando chego perto dos 100 km/h, o motor começa a falhar e quando paro a moto, como por exemplo para abastecer, fica difícil de ligar a moto novamente, devido a alta temperatura do motor. Tenho que tentar uma três ou quatro vezes. Já mandei limpar o carburador, troquei a vela, bateria, mas essas falhas ainda persistem e se eu continuar insistindo, vou gastar mais dinheiro, até que o mecânico descubra o defeito. Sempre faço as manutenções regulares: troca de óleo, filtro, relação, freios e pneus.
Câmbio: Nunca deu problema.
Já tentei vendê-la uma vez e não consegui. Ficou três meses em uma concessionária Suzuki na minha cidade que depois acabou fechando. Agora estou tentando vender a moto novamente, para comprar uma 150cc. Pelo jeito, não vou conseguir sair da marca, porque somente algumas concessionárias Suzuki é que estão aceitando ficar com a minha moto a base de troca, mas pagam 40% a menos do que ela vale.
Portanto, devido a esses problemas eu não recomendo uma Intruder.

Não recomendo.
Prós
Valente e confortável
Contras
Valor de revenda muito baixo.
Sempre apresenta um probleminha aqui e ali, fazendo com que você perca a confiança na moto e marca.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2006
Tipo de uso
Lazer
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
26.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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8.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
José Luiz Analisado por José Luiz    17 de Maio de 2012
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Eu recomendo!
Prós
Bem equipada pelo preço que custa.
Estilo
Confiabilidade
Contras
Nenhum, se não precisar da assistência autorizada Suzuki.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
12.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Baixo
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6.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Thiago Moreno Analisado por Thiago Moreno    26 de Junho de 2012
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Foi a primeira moto que eu comprei, tenho outras maiores e não consigo me desfazer dessa pequena. Muito bonita, vem bem equipada considerando a média do segmento. Tem boa ergonomia e acomoda bem um garupa. Com essa moto e já caí seis ou sete vezes. Tudo que precisei trocar até agora foram alguns piscas e espelho. O guidão eu troquei depois do quarto tombo, só por segurança, não queria desentortá-lo novamente. O chicote elétrico dela é chinês e muito frágil, minha lanterna traseira entrou em curto por causa disso. Fora isso, em manutenção nesses cinco anos, só o usual. Nunca me deixou na mão.

Na lista das manutenções em cinco anos de uso:
- Cabo do tacômetro: x2
- Cabo do velocímetro: x2
- Desmultiplicador: x1
- Disco de freio: x1
- Pastilha de freio dianteiro: x6
- Sapata do freio traseiro: x2
- Pneu dianteiro: x1
- Pneu traseiro: x2
- Lâmpada do farol: x2
- Lâmpada de posição dianteira: x1
- Lâmpada de posição traseira: x3
- Luz de freio: x3

Eu recomendo!
Prós
Preço
Consumo
Manutenção simples
Visual
Equipamentos de série
Contras
Componentes de origem chinesa
Pouca durabilidade de algumas peças

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
33.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Normal
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Satisfação Geral 
 
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Conforto 
 
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Performance 
 
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Dirigibilidade 
 
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Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Andrei Magaievski Analisado por Andrei Magaievski    23 de Maio de 2012
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Comprei a minha moto assim que tirei a habilitação na categoria A (já tinha na categoria B). A qualidade da moto, reputação da marca, assim como seu baixo consumo e preço abaixo da maioria das outras motos da categoria, me fizeram optar pela Intruder.
Recomendo a todos que pensam em uma moto para utilizar no dia a dia como transporte, por sua versatilidade no trânsito e também para passeios de fim de semana.
Recomendo ainda, para motociclistas iniciantes, que estão pensando em adquirir a primeira moto.

Eu recomendo!
Prós
Excelente custo-benefício! Moto barata com uma qualidade excelente;
Fácil manutenção;
Moto leve e de fácil dirigibilidade; (o que a torna uma excelente opção como primeira moto, que é o meu caso);
Indicador de marchas; (mesmo caso acima);
Confortável; (para pessoas de até média estatura)
Baixo consumo;
Apesar de não ser feita para estrada, dentro de suas limitações, aguenta tranquilo trajetos de curta a média distância.
Contras
Moto fraca pra estrada. Porém, esse não é o foco dela, então não chega a ser um "contra" considerável;
Um pouco "instável" na estrada, por ser muito leve, porém, mesmo caso acima;
Um pouco fraca em subidas com garupa, mas nada que torne isso um fator decisivo para rejeitá-la;
Pode ser desconfortável para pessoas mais altas, por ser uma moto pequena;
Baixo valor de revenda, fazendo com que valha mais a pena mantê-la por muito tempo, ou já adquirir uma usada em bom estado.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2011
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
2.700 Km
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Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Ezequiel Neves da Conceição Analisado por Ezequiel Neves da Conceição    18 de Junho de 2012
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Eu recomendo!
Prós
A moto é um trator, não quebra nunca!! Econômica, resistente, confortável, fácil manutenção, completa. Anda o normal para uma 125 carburada. A minha sempre anda com exesso de peso e nunca me fez feio (é só não deixar baixar o giro do motor). Na estrada é "na dela", já fiz várias viajens sempre com a garupatroa, algumas com + de 400 km e foi na boa (perde na subida, mas é natural para uma 125 com + de 200 kg em cima). Na cidade é seu lugar preferido, fácil de manobrar, etc.
Tenho a minha há 2 anos e 2 meses. Comprei zero em 2010, porém a moto é 08/09, e já se foram 70 mil km sem nenhum problema mecânico (apenas 2 pequenos vazamentos em retentores que foram subtituídos sem necessidade de abrir o motor) e a moto ainda está andando muito bem (parece que melhor que nova), pois subi a serra da tamois a 60 km/h com garupa (peso total = 200 kg).
Contras
O farol!!!!!!! (solucionado trocando por um de Titan)

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2008
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
70.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
10.0
Conforto 
 
10.0
Performance 
 
8.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Michel Rezende Analisado por Michel Rezende    21 de Maio de 2012
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Não é a moto ideal pra estrada, mas dentro de suas limitações ela já me levou longe, já fiz várias viagens acima de 250km e fui de boa, inclusive fui duas vezes com ela (2010 e 2011) a Alto Caparaó (380km de BH cumprindo o trajeto com 7 horas) Estou na minha segunda intruder, recomendo!!!

Eu recomendo!
Prós
Custo de aquisição baixo se comparado as opções mais populares do mercado, grande durabilidade, resistência, excelente qualidade dos componentes, peças em metal cromadas de qualidade, excelente posição de pilotagem. Uma moto fácil de ser customizada, ideal pra quem admira o estilo custom, precisa de uma moto pro dia-dia.
Contras
Algumas peças de reposição são encontradas exclusivamente em concessionárias, e nada é barato.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
43.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
6.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
silver knigth Analisado por silver knigth    23 de Maio de 2012
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Modelo do tipo que "... ou você ama, ou não gosta..." Mas, quem tem geralmente adora ! Moto de baixo custo, bem equipada, mas com preço de revenda pequeno. Se pretende fazer "investimento" compre outra marca. Esta, eu pretendo usar até acabar. Comprarei outra moto, de outra marca e cilindrada maior em breve, mas não pretendo me desfazer dela, para rodar na cidade.

Eu recomendo!
Prós
Manutenção simples e barata, aqui em SP. Banco confortável, inclusive para o garupa. Suspensão traseira com opções de regulagem, que quando bem ajustada, dificilmente dá final de curso. Aceita viagens numa boa, desde que você respeite seus limites. Desempenho aceitável em rodovias, e muito bom na cidade. Dentro do universo das 125, a que tem a mais honesta relação custo/benefício.
Contras
Concessionárias fechando. As que ficaram, com mecânicos que deixam a desejar. Ativação mal feita. Minha moto teve de trocar a caixa de direção original, e tinha só um pouco de graxa lá. Isto, com seis mil e poucos KM. Deveriam ter lubrificado melhor na montagem. Representação por um terceiro e não pelo fabricante.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2010
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
16.500 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Baixo
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Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
6.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
7.0
Custo x Benefício 
 
10.0
ary Analisado por ary    13 de Julho de 2012
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A moto é minha desde zero já tem sete anos, nesse tempo todo só agora com 5800 tive que retificar pistão e biela, mas até então só alegria. Viajei muito com muito peso em cima dela e nunca me deixou na mao. Nunca me descuidei da manutenção periódica também. Acho uma boa compra, na verdade gostei tanto que acabei comprando uma intruder 250 também, hoje tenho as duas.

Eu recomendo!
Prós
Baixo custo de manutenção (não pelas peças que na suzuki são um roubo, mas por dificilmente precisar de peças e por ter fácil mecanica muita coisa se faz em casa). Se usar peças paralelas sai mais barato ainda.
Certa facilidade de achar peças no paralelo (não é facil igual honda, mas também não é bicho de sete cabeças como muitos dizem).
Moto completa.
Confortável.
Baixo custo para aquisição.
Moto muito resistente. (apesar de a minha eu ter tido que retificar pistaõ e biela por estar fumando com 5800km, antes disso fiz muitas viajens andando eu a patroa, e alforjes lotados, mantendo o giro alto por muito tempo, acho que por isso tive que fazer esse reparo tão cedo, mas a moto nunca subiu em um reboque em 7anos).
Os ladrões não gostam e por isso baixa taxa de roubo (ando despreocupado).
Moto leve o que facilita manobras no transito.
Moto baixa o que para minha estatura é uma grande vantagem, para quem é muito alto pode se tornar desvantagem.
Apesar de baixa a distancia livre do solo é razoável então nunca raspa no meio fio ou em quebra molas.
Baixo consumo (eu acho) a minha fas 32km/l apesar de ser uma 2004 carburada, se não me engano as mais novas são ainda mais economicas.
Contras
O eterno problemas das concessionárias suzuki que são em pouca quantidade e querem cobrar o olho da cara por peças e serviços.
Baixo valor de revenda.
Perde muito o desempenho ao subir ladeiras.
Apesar de não ser impossível andar em estradas de terra com ela, não é das mais confortáveis nessas ocasiões, até porque não é o propósito dela.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2004
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
59.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
6.0
Conforto 
 
6.0
Performance 
 
6.0
Dirigibilidade 
 
7.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
9.0
Luiz Carlos Analisado por Luiz Carlos    18 de Maio de 2012
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Eu recomendo!
Prós
Aguenta praticamente qualquer tipo de estrada
Contras
Peca no estilo e potencia!!

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2005
Tipo de uso
Utilitário (trabalho)
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
26.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
10.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Marcos Fonseca Analisado por Marcos Fonseca    10 de Julho de 2013
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Minha moto anterior era uma Yamaha SR 250SP, quando voltei ao Brasil, me assustei com o preço das motos e das peças de desgaste normal. A única 250 que havia no mercado era a Twister, a Yamaha só iria lançar no próximo ano. Fiquei sem moto por 2 anos, até que depois de muita pesquisa resolvi comprar a Intruder 125. A decisão veio em função dela ser bastante completa, econômica e de visual bastante agradável. A moto é 2007 e estou com ela desde zero km. Ela está agora com 80 mil km sem nenhum problema grave, apenas desgaste natural. Pensei em vendê-la e comprar outra nova, mas depois de pensar um pouco me veio a pergunta do milhão: "Preciso?" Pois não, ainda mais que na troca dão por ela um valor de bicicleta, ela vale muito mais na minha mão, então resolvi ficar com ela indefinidamente, fazendo as manutenções ir rodando com a motoca. Quando chegar o momento de fazer o motor eu o farei e seguirei com ela. Moto bastante robusta, nunca me deixou na mão. Ano passado viajei a trabalho por 5 meses todos os dias, de Floripa a Lagoa de Ibiraquera em Imbituba (160km ida e volta) sem problema nenhum, antes disso, porque a volta era sempre a noite, troquei o farol por um de Titã, ficou ótimo! Troquei (em casa) a caixa de direção que ficou com calo aos 43 mil km, botei uma de rolete e até agora sem problemas. Quanto a concessionária, nada a reclamar, fiz as revisões gratuitas e raramente apareço por lá, pois as manutenções as faço em casa. A última vez que fui a uma concessionária faz um ano e meio, e foi para trocar os coxins do quadro elástico, aproveitei, já que estava lá, para regular as vávulas, corrente de comando e limpar o carburador. O motor ainda está redondinho, passando confiança se eu precisar fazer uma pequena viagem a trabalho. Fiquei surpreendido com a moto, pensei que iria sentir falta da minha SR 250, mas não. Uma 125 é uma moto utilitária, e esta, ademais, tem seu charme. Acertei em cheio na escolha e recomendo a aqueles que queiram uma moto pra rodar muito e sem problemas. Seu consumo variou de 33km/l desregulada e enrolando o cabo (torcendo a orelha da burra,rs) a 42km/l andando normal (trocando de marcha aos 5 mil rpm) e com a moto reguladinha.

Eu recomendo!
Prós
Mecanica simples, confiável e robusta.
Muito econômica, cheguei a fazer 42km/l em uso misto.
Banco e posição de pilotagem confortável.
Moto bonita no estilo retrô
Contras
Freio dianteiro poderia ser mais eficiente.
O farol é fraco, eu solucionei com um de Titã.
Os pneus poderiam ser sem câmara, uma vez que já utilizam rodas de liga.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2007
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
Quilometragem
80.000 Km
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Manutenção
Baixo
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Satisfação Geral 
 
9.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
6.0
Dirigibilidade 
 
9.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Felipe André Wielewski Analisado por Felipe André Wielewski    03 de Fevereiro de 2015
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Nunca fui muito fã de motos Honda, ainda mais quando a popularidade que a Honda tem influencia a opinião de tantos. Mais que influenciar, deixa algumas pessoas cegas para outras marcas, dizendo que só Honda presta. Não concordo com um produto que se vende mais pelo nome do que pela qualidade de projeto e construção, da mesma forma que acontece com Volkswagem.
Dito isso, sempre procurei outras marcas, como Yamaha e a própria Suzuki.
O fato de gostar da Intruder, além de não ser Honda, é por seu estilo único no mercado.
Ela não é nem Street e não chega a ser Custom. Pra mim, ela engloba "o melhor de dois mundos", tendo o estilo das Customs e a dirigibilidade das Street.
É fato que a Suzuki tem muita reclamação com o pós-venda, mas, como já passou o período de garantia, tenho meu mecânico de confiança, que também influencio na decisão de adquirí-la, e as peças, mesmo caras por não ter paralelas, são de qualidade superior, portanto, não estragam tão fácil.
Se quiser realmente customizar a Intruder, existem infinitas possibilidades, indo do estilo mais clássico até o estilo Café Racer, que me agrada mais.
Eu recomendo a Suzuki Intruder fortemente, mas com a ressalva de certa falta de fôlego. Mais adiante pretendo ver com meu mecânio alguma possibilidade de aumento de potência, e quero ver que relação posso usar para que ela mantenha os 100 km/h a um giro menor (com a relação original, nessa velocidade, a moto está a 9000 rpm).
Se ainda está na dúvida, estude, leia reviews e opiniões de quem tem ou teve as motos que está de olho, leia todos os testes e comparativos que puder e, no final, faça um Test Ride. Assim, construa as suas opiniões e tome a sua decisão por você, não pelos outros.
Abraços.

Eu recomendo!
Prós
O guerreirinha é confortável, um pouco menos para pessoa mais altas (tenho 1,78m), mas ainda assim é confortável.
É econômica, tenho andado forte com ela e a média tem sido por volta de 30 km/l (andado forte mesmo, geralmente chegando na faixa dos 10 mil giros).
Seu custo X benefício é excepcional! A criança é completinha por menos que uma CG Fan 125! (ou preço parelho).
Ela também é muito ágil, principalmente no trânsito da cidade.
Contras
Falta fôlego pra Intruder... seus 11 cv e o torque de 0,98 kgfm não são suficientes em algumas subidas. Como tinha uma CG antes, senti essa falta de força.
A relação de marcha também é um pouco estranha, tendo algumas marchas mais longas, onde seria melhor mais curtas, e nas marchas maiores, uma relação mais curta, onde seria melhor um pouco mais longas.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2013
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
9.053 Km
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Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
8.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
8.0
Consumo 
 
8.0
Custo x Benefício 
 
9.0
J.F.R.Júnior Analisado por J.F.R.Júnior    23 de Maio de 2012
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Procurava uma moto com estilo clássico e de qualidade, ae quando vi essa magrela, pensei, essa é a moto. Pesquisei com os amigos do Motonline e me informei da qualidade e robustez dessa maquininha. Logo comprei uma 0km 09/10, e é só alegria. A moto além de estilosa é muito robusta e de qualidade. Recomendo.

Eu recomendo!
Prós
Visual show de bola (retrô); Motor robusto; Econômica; Confortável; Fácil condução; Qualidade do produto; Moto fácil de customizar.
Contras
Farol dos modelos até 2011 muito ruim (resolvido nas 2012); Páralama traseiro muito curto; Freio dianteiro meio borrachudo (resolvido nas 2012); Escapamento sem proteção anti queimadura dos modelos até 2011 (resolvido nas 2011); Falta de lampejador de farol (resolvido nas 2011); Vibração do motor. Motor Fraco (falta torque) poderia ser 150cc.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2009
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Estrada
Quilometragem
4.000 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Baixo
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Satisfação Geral 
 
8.0
 
Visual 
 
7.0
Conforto 
 
7.0
Performance 
 
6.0
Dirigibilidade 
 
6.0
Consumo 
 
10.0
Custo x Benefício 
 
8.0
Gil Nascimento Analisado por Gil Nascimento    29 de Maio de 2012
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Boa moto. Eu recomendo.

Eu recomendo!
Prós
Consumo excelente, manutenção barata e fácil, preço justo, custo-beneficio imbatível para que a usa na cidade como trasporte.
Contras
Moto para quem gosta de andar devagar. Se quiser andar um pouco mais rápido mostra seus limites imediatamente. Em comparação com outras motos que já tive, acho o freio dianteiro fraco. A moto é instável em piso irregulares, mesmo no asfalto.

Condição do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Ano de Fabricação
2009
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
Urbano
Quilometragem
16.800 Km
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Manutenção
Normal
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Satisfação Geral 
 
10.0
 
Visual 
 
9.0
Conforto 
 
9.0
Performance 
 
7.0
Dirigibilidade 
 
10.0
Consumo 
 
9.0
Custo x Benefício 
 
10.0
Felipe dos Santos Analisado por Felipe dos Santos    07 de Abril de 2015
Atualizado pela última vez: 07 de Abril de 2015
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Fazem 4 meses que tenho minha Intruder modelo 14/15 e não tenho que reclamar no geral.
Como primeira moto é confortável, versátil, e já arrisquei até umas estradas eslameadas com ela.
O modelo 2015 trouxe basicamente tudo igual as antigas, com uma roupagem nova, que me agradou muito. Já fiz uma revisão, e o amaciamento da moto segue no ritmo certo, sem forçar demais. Em viagens mais longas, senti uma leve dificuldade com garupa devido a potencia, o que torna viagens com mais de 100 km algo cansativo, mas sozinho é tranquilo se você aguentar o tranco.
Já comecei a personalizar fazendo uma sissy bar artesanal, estilo custom, e a moto respondeu muito bem a adaptação. Mais pra frente pretendo por um guidão mais alto e um escape esportivo.
Quando pegar uma moto maior, dificilmente irei me desfazer dela.

Eu recomendo!
Prós
Muito econômica, bonita, facilmente personalizável, boa ergonomia.
Ótima opção pra alguém que como eu, quer começar com uma primeira moto "custom".
Na cidade, é boa em retomadas e muito econômica, fazendo 35 km/l agora com 2400 km's rodados.
Bagageiro é ótimo pra trabalho do dia-a-dia.
Facilmente personalizada, com ampla opção de acessórios.
Contras
Em comparação com as outras pequenas do seguimento, perde em estilo, tamanho e acessórios.
Farol original muito fraco, dificulta a visão na pista a noite.
Pouca potência se comparada com as outras 125cc

Condição do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Ano de Fabricação
2013
Tipo de uso
Meio de transporte
Terreno testado
  • Urbano
  • Terra
  • Estrada
  • Pista
Quilometragem
2.400 Km
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